Neste, dia 31 de dezembro, completa quinze anos que tive oportunidade de assumir uma cadeira na Assembléia Gaúcha.
A lembrança é histórica e para mim faz diferença, pois nas cinco oportunidades que estou Suplente de Deputado Estadual foi a única chamada que tive. Vamos em frente.
Um abraço de boas lembranças nesta quente manhã de segunda-feira
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Para pensar e refletir – “Alianca Peral” retorna a Porto Alegre.


Infelizmente não se tem vislumbrado uma solução para este problema. Já que a tão falada revitalização do porto, nada mais é do que o decreto de sua morte como porto comercial. Transformando-o em um grande centro comercial a céu aberto. Onde os trabalhadores portuários avulsos não terão local para trabalhar. Diga-se de passagem, a própria transferência das operações de carga e descarga já foi o início deste desmonte. Que paulatinamente vai crescendo, sem que se veja o quanto este caminho é equivocado. Lutar pela reversão desta situação é, sem dúvida uma luta inglória. Pois nos dias de hoje, cada vez menos a população compreende a importância de um porto comercial. E por este fato, não vê e compreende o quanto o mesmo é importante para a construção de um mundo melhor. Com mais emprego e bem-estar distribuídos de forma mais justa e igualitária.
Pensem nisso!
Fotos: Carlos Oliveira
13 de Dezembro – Chega o Navio-tanque Guará

No entanto sua velocidade venceu em pouco tempo a distância que o separava do centro da capital do estado. O destino do navio era o terminal de gás operado pela Petrobras, as margens do rio Gravataí, no município de Canoas. É lá que o navio pode descarregar, com a mais completa segurança sua valiosa carga de gás liquefeito de petróleo – GLP. Que é consumido em todos os lares de nosso estado. E do qual a vida urbana moderna é totalmente dependente. Já que o meso é um produto essencial e seu fornecimento é assunto de segurança nacional.

Isto nos lembra, que no dia 13 de Dezembro, Dia do Marinheiro, não é uma data apenas comemorada pelos militares. Ela é uma data que homenageia a todos aqueles que optaram por trabalhar embarcado. E desta forma contribui para o desenvolvimento de nosso país e para o bem-estar de nosso povo.
Fotos: Carlos Oliveira
Navio-tanque “Forte de São Marcos” chega.

Fotos: Carlos Oliveira
Navio-tanque “Gaschem Atlantic” chega.
O navio-tanque “Gaschem Atlantic” chegou na manhã de sexta-feira (13/DEZ) a região de Porto Alegre. O navio que possui a bandeira da Libéria, esta registrado junto a o porto de Monrovia. Seu comprimento total é de 129 metros e a largura máxima chega a 17,80 metros. O navio que pertence a empresa alemã GasChem Services Gmbh & Co. KG, com sede em Hamburgo, veio para operar no Polo Petroquímico de Triunfo.
Construído no ano de 2009, pelo estaleiro Sentierul Naval Sernav, da cidade de Severin – Romênia. O navio é impulsionado por um motor MAN 6M43C de 6.000 Kw. Que lhe imprime 16,50 nós de velocidade de cruzeiro. Já os seus quatro tanques de carga possuem capacidade total de armazenamento de 8.417,57 metros cúbicos.
A vinda do navio ao Polo Petroquímico de Triunfo abriu um dia movimentado para a nossa hidrovia. Já que ele foi o primeiro dos quatro navios de grande porte que o sucederam. E que são retratados nos textos que se seguem.
Fotos: Carlos Oliveira

A vinda do navio ao Polo Petroquímico de Triunfo abriu um dia movimentado para a nossa hidrovia. Já que ele foi o primeiro dos quatro navios de grande porte que o sucederam. E que são retratados nos textos que se seguem.
Fotos: Carlos Oliveira
Barcaça-tanque “Eco Energia I” chega carregada de Rio Grande.

Foto: Carlos Oliveira
13 de Dezembro – Dia do Marinheiro

Aproveito a passagem desta data para reafirmar a importância que o mar possui para todos nós brasileiros. E do papel que a Marinha de Guerra Brasileira possui para garantir não só a nossa segurança, mas a nossa independência.


As fotografias aqui vinculadas foram feitas no último dia 07/DEZ. Elas registram a chegada da Corveta “Barroso”, da fragata “Constituição” e do Navio Desembarque de Carros de Combate “Gracia D’Ávila” ao porto de Rio Grande. Navios estes que estavam participando da ADEREX-II.
Parabéns a Marinha do Brasil, pela passagem desta data.
Fotos: Carlos Oliveira
“Gas Haralambos” opera junto ao TERGASUL.


Fotos: Carlos Oliveira
Barcaça-tanque “Ipirol” vai buscar óleo de soja em Rio Grande.

Foto: Carlos Oliveira
Nota sobre o Navio-balizador “Comandante Varella”.

Embora tenha sido promovido “post mortem” ao posto de Capitão de Mar-e-Guerra, o nome oficial do navio é “Comandante Varella”. É isto que se encontra escrito na lateral de seu casco. Próximo ao pórtico, instalado na popa do navio. É esta a forma como a Marinha do Brasil resolveu homenagear aquele que era um oficial promissor entre seus quadros. E que teve sua vida e sua carreira interrompidas de forma tão abrupta e repentina. Se não fosse isto, certamente Arnaldo da Costa Varella teria sido guindado com o posto de almirante. E seu trabalho teria trazido benefícios científicos e econômicos ao país.
Sobre o navio-balizador “Comandante Varella” – H-18 posso dizer que ele foi construído pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro – AMRJ entre os anos de 1978-1982. Sendo incorporado a Marinha do Brasil em 20 de maio de 1982. Possui 37,51 metros de comprimento e 8,83 metros de largura. Seu peso total carregado é de 420 toneladas. E embora seja uma embarcação de pequeno porto, seu trabalho é muito importante para o nosso país. Pois ele auxilia na fiscalização e conservação de nossos sinais náuticos na região Sul do litoral brasileiro. Sem os quais navegar seria uma aventura muito perigosa.
Foto: Carlos Oliveira
Matéria publicada pelo site oficial da SPH:
http://www.sph.rs.gov.br/sph_2006/content/noticias/noticias_detalhe.php?noticiaid=1238
Matéria do blog VCVEsteio:
http://vcvesteio.blogspot.com.br/2012/08/navio-da-marinha-de-guerra-visita-porto.html
Navio-tanque “Zeugman” vêm para ser carregado.
O navio-tanque “Zeugman”, de bandeira turca e que presta serviço a Braskem, no transporte de sua produção petroquímica. Chegou na manhã de terça-feira (10/DEZ) a região metropolitana de Porto Alegre. Navegando rumo ao Polo Petroquímico de Triunfo, o navio veio para ser novamente carregado com a produção deste complexo industrial. E desta forma contribuir para o nosso desenvolvimento econômico e social. Mostrar esta fato é sempre importante. Já que para a grande maioria de nossa população há um completo desconhecimento de que a navegação existe, e que ela interfere em nossas vidas.
Foto: Carlos Oliveira
Foto: Carlos Oliveira
Marinha do Brasil recupera sinalização náutica da Lagoa dos Patos.

Subordinado ao Serviço de Sinalização Náutica do Sul – SSN-5, que é uma das organizações que compõe o Comando do 5° Distrito Naval. O navio-balizador “Comandante Varella” partiu transportando duas boias luminosas encarnadas. Que vão ser colocadas no canal da Feitoria, na Lagoa dos Patos. O serviço de responsabilidade da Superintendência de Portos e Hidrovias esta sendo realizado pela Marinha do Brasil devido à carência de recursos da autarquia estadual. Fato que compromete a segurança da navegação, pondo em risco até a sua manutenção. O que seria uma calamidade para a economia de nosso estado. Já que pela Lagos dos Patos passa todo o gás liquefeito de petróleo que a Petrobras envia por navio para Canoas. Além de parte importante da produção do Polo Petroquímico de Triunfo.

Até a poucos anos atrás a Marinha do Brasil era a responsável mala manutenção de nossa sinalização náutica interior. Esta responsabilidade foi repassada ao Estado do Rio Grande do Sul, restando a Marinha do Brasil a função de fiscalizar suas condições. No entanto o Estado não conseguiu garantir o nível de qualidade exigido pela legislação internacional. E ano após ano sua qualidade foi piorando.
Um dos motivos para esta piora é a falta de condições humanas e matérias de se executar o serviço. Já que a SPH conta para esta missão, com o centenário navio-balizador “Benjamin Constant”. Uma draga construída no ano de 1907, e que foi transformada para a função de navio-balizador. E que tem caracterizado por estar muito mais tempo parada para reforma do que navegando. (Veja links abaixo).
Diante da difícil situação, só restou ao governo federal reassumir, mesmo que em caráter temporário (via convênio específico), o exercício da manutenção dos nossos canais de navegação. Pois afinal de contas, a responsabilidade maior pela segurança da navegação é do governo federal.
Fotos: Carlos Oliveira
Matéria publicada no jornal Correio do Povo em 28/NOV/2010
http://www.correiodopovo.com.br/Impresso/?Ano=116&Numero=59&Caderno=0&Noticia=227809
Matéria publicada em 24/OUT/2012:
http://vcvesteio.blogspot.com.br/2012/10/apos-oito-meses-parado-navio-balizador.html
Matéria publicada pela Rede bandeirantes:
http://www.bandrs.com.br/jornalismo/?id=21044&PHPSESSID=8054e8c0e8de403dd877a17212b60787
“Trevo Oeste” retorna carregada de fertilizantes.

Agora ao retornar, ela o faz carregado de fertilizante. Demonstrando o quanto a navegação pode contribuir para o nosso pleno desenvolvimento. Além de garantir um transporte seguro, sem perda e a um custo muito mais baixo, se comparado com os demais modais existentes.
Foto: Carlos Oliveira
Arroz gaúcho é embarcado para Cuba.


Pense nisso, pois nosso futuro passa necessariamente pelo fortalecimento de nossos portos e da navegação interior.
Fotos: Carlos Oliveira
“Frederico Madorin” retorna de Rio Grande com fertilizante.

Foto: Carlos Oliveira
Navio-tanque “Guará” retorna com GLP.
A manhã de sexta-feira (06/DEZ) registrou mais uma chegada do navio-tanque “Guará” a região metropolitana de Porto Alegre. Como de costume, o navio trouxe um carregamento de gás liquefeito de petróleo – GLP. Estimado em 2.000 toneladas, já que infelizmente o calado é o grande limitador de nossa hidrovia. Fazendo com que os barcos que aqui aportam não possam trazer mais cargas. Fato que o tornaria sua viagem muito mais vantajosa e lucrativa.
Neste quesito, é relevante dizermos que o rio Gravataí, local onde se encontra o terminal de gás. Esta há anos sofrendo com o assoreamento. Fato que compromete uma navegação segura das embarcações que ali transitam. Obrigando a muitas delas, de terem de navegar com capacidade inferior a que seria normalmente suportada. Mudar esta situação é imprescindível para que tenhamos realmente condições de competir no mundo de hoje. Onde o custo de cada operação é calculado na ponta do lápis. E quem oferece o menor custo, consegue conquistar os melhores clientes. Pensem nisso!
Foto: Carlos Oliveira
Neste quesito, é relevante dizermos que o rio Gravataí, local onde se encontra o terminal de gás. Esta há anos sofrendo com o assoreamento. Fato que compromete uma navegação segura das embarcações que ali transitam. Obrigando a muitas delas, de terem de navegar com capacidade inferior a que seria normalmente suportada. Mudar esta situação é imprescindível para que tenhamos realmente condições de competir no mundo de hoje. Onde o custo de cada operação é calculado na ponta do lápis. E quem oferece o menor custo, consegue conquistar os melhores clientes. Pensem nisso!
Foto: Carlos Oliveira
Balsa “Taquariense” retorna de Rio Grande após partida de plataforma da Petrobras.
A balsa “Taquariense” retornou a Porto Alegre na manhã de sexta-feira (06/DEZ). Ela foi trazida pelo rebocador “Everson” de propriedade da empresa F.Andreis. Logo após a partida da plataforma P-58, de propriedade da Petrobras, ocorrido na quarta-feira (04/DEZ) e que foi concluída pelo estaleiro Quip.
A balsa “Taquariense” esteve em Rio Grande prestando serviço ao estaleiro Quip. Sua grande área de convés, associada a capacidade de carga foram os principais atrativos valorizados pelo estaleiro na hora de contratá-la. Pois desta forma, ela pode atuar no deslocamento de peças até o local de içamento junto a plataforma.
Como podemos constatar, por mais simples que seja uma embarcação, Ela sempre será útil para o setor produtivo. Saber identificar o potencial de cada embarcação e utilizá-la em proveito de interesses mais amplos é fato merecedor de elogios. E divulgar isto é o mínimo que este “Amigo da Marinha” pode fazer em prol da difusão da mentalidade marítima.
Foto: Carlos Oliveira
A balsa “Taquariense” esteve em Rio Grande prestando serviço ao estaleiro Quip. Sua grande área de convés, associada a capacidade de carga foram os principais atrativos valorizados pelo estaleiro na hora de contratá-la. Pois desta forma, ela pode atuar no deslocamento de peças até o local de içamento junto a plataforma.
Como podemos constatar, por mais simples que seja uma embarcação, Ela sempre será útil para o setor produtivo. Saber identificar o potencial de cada embarcação e utilizá-la em proveito de interesses mais amplos é fato merecedor de elogios. E divulgar isto é o mínimo que este “Amigo da Marinha” pode fazer em prol da difusão da mentalidade marítima.
Foto: Carlos Oliveira
Barcaça-tanque “Guapuruvu” parte para Rio Grande.

Foto: Carlos Oliveira
Navio-tanque “Norgas Pan” parte de Triunfo.

Foto: Carlos Oliveira
“Trevo Branco” transporte clinquer de Pelotas para Porto Alegre.

O clinquer é matéria prima para a fabricação de cimento. Caracteriza-se por ser um pó muito fino e leve. E sua operação de carga e descarga exige cuidados especiais, para evitar sua propagação pelo vento. Fato que causa sempre muito incômodo junto às áreas urbanas. Pois o mesmo é associado a poluição.
Seu embarque pelo TUP da empresa CIMBAGÉ é motivo de alegria. Já que ele demonstra um sopro de vida e atividade econômica neste porto. Que simplesmente foi esquecido pelo governo do estado. Que nada tem feito no sentido de revigorá-lo comercialmente. Já que mantêm, seu foco de atenção no porto de Rio Grande. Esquecendo dos demais portos interiores de nosso rico estado.
Foto: Carlos Oliveira
domingo, 29 de dezembro de 2013
TRAGÉDIA ANUNCIADA. MOBILIZAÇÃO GERA REALIZAÇÃO
DIVISA DOS MUNICÍPIOS DE ESTEIO E CANOAS -
ARROIO SAPUCAIA - BR 448 -
RODOVIA DO PARQUE
Uma realidade inconveniente que não quer calar.
Uma Rodovia inacabada, recentemente inaugurada, a um custo publico de R$ de 1 Bilhão de reais, em um trecho de quatro quilômetros, somente com saídas para águas dos Arroios Esteio e Sapucaia, sub dimensionadas, 6 metros, sem amparo de um Estudo Hidrológico.
Fecharam nossa cidade de solo selado de pedra e asfalto; com sistema de drenagem assoreado em 70%; com nossas bacias naturais aterradas para obras de loteamentos urbanos, sistemas escoamento e mobilidade viário e de esgoto cloacal.
Tragédia anunciada, com mais 8.000 pessoas retirando seus FGTS para cobrir prejuízos com as três enchentes de 2012/13.
Ainda da tempo de nossas autoridades executivas e legislativas municipal, estadual e federal, se anteciparem com medidas, urgentes para regarem de esperança nosso anunciado ano novo de 2014.
Um abraço e uma atenta tarde, quente e seca, de sábado.
ARROIO SAPUCAIA - BR 448 -
RODOVIA DO PARQUE
Uma realidade inconveniente que não quer calar.
Uma Rodovia inacabada, recentemente inaugurada, a um custo publico de R$ de 1 Bilhão de reais, em um trecho de quatro quilômetros, somente com saídas para águas dos Arroios Esteio e Sapucaia, sub dimensionadas, 6 metros, sem amparo de um Estudo Hidrológico.

Tragédia anunciada, com mais 8.000 pessoas retirando seus FGTS para cobrir prejuízos com as três enchentes de 2012/13.
Ainda da tempo de nossas autoridades executivas e legislativas municipal, estadual e federal, se anteciparem com medidas, urgentes para regarem de esperança nosso anunciado ano novo de 2014.

Barcaça-tanque “Guarita” escoa produção de éteres de Triunfo.
A barcaça-tanque “Guarita” que partiu de Triunfo na terça-feira (03/DEZ) atracou no terminal petroleiro operado pela Braskem em Rio Grande. Este fato ocorreu às 12:45 e o início da operação de descarga foi assinalada como tendo ocorrido às 13:55. Nos tanques da barcaça “Guarita” foram transportados 3.000 toneladas de éteres alcoóis. Produto inflamável, que ao ser transportado pela nossa hidrovia reduz em muito os riscos relativos ao seu transito. Já que pela hidrovia o tráfego é muito mais seguro. Do que se for comparado ao transporte rodoviário. E este é apenas um dos motivos que tornam o transporte pela hidrovia o modal preferencial de quem produz. Pensem nisso!
Foto: Carlos Oliveira
Foto: Carlos Oliveira
Navio-tanque “Zeugman” retorna carregado de petróleo.

É importante destacarmos este fato. Pois ele normalmente não é citado. E acarreta um total desconhecimento da população gaúcha para a sua importância. Principalmente por estar sendo realizado com a mais completa segurança, e por uma embarcação. Fato que reforça a importância da navegação e da nossa hidrovia. Tão carente de atenção de nossos governantes, que infelizmente só tem olhos para as estradas. Cujo custo de implantação e manutenção é muitas vezes superior. O porquê deste fato é motivo de muitas dúvidas e um convite à reflexão. Pensem nisso!
Foto: Carlos Oliveira
Navio-tanque “Norgas Pan” retorna para Triunfo.

Uma coisa é importante de se frisar. Que no setor petroquímico a competitividade é muito grande. E ele não se restringe ao setor nacional, já que o produto possui muitos produtores simultâneos, tanto no Brasil como no exterior. E sua dinâmica é tanta, que não raras às vezes, os compradores estão localizados no outro lado do mundo. E optam por um fornecedor específico pelo fato deste fornecer o produto com o menor preço.
Além disso, na petroquímica, cada produto é igual ao do concorrente. O que dificulta em muito a concorrência, pois produtos fora da especificação é prejuízo, e não possui mercado comprador. Assim, quando se trata do setor petroquímico se esta falando de um segmento muito específico e competitivo. Que ao optar pelo transporte marítimo, o faz por saber de suas qualidades insuperáveis, de segurança e preço. Mostrando o quanto o mesmo é importante no âmbito do comércio mundial. Pensem nisso!
Foto: Carlos Oliveira
Barcaça-tanque “Guaratan” parte para Rio Grande.

Foto: Carlos Oliveira
Navio-tanque “Celanova” retorna a Triunfo.

No momento da chegada do navio a Porto Alegre, estava sendo realizada a “Corrida Gigante”, promovida pelo Sport Club Internacional. Fato que reuniu 8.000 corredores além do público que lá foi participar e prestigiar o evento. E certamente boa parte deste público pode apreciar a passagem do navio-tanque “Celanova”. Aproximando um pouco mais a população da navegação. Já que, como diz o ditado: “Quem não é visto não é lembrado”.

Divulgar e difundir a importância da navegação é fundamental para o nosso desenvolvimento. É por este motivo que este blog busca, com toda as forças, valorizar a navegação. Divulgando de forma insistente a movimentação dos navios, para assim contribuir com a formação de nossa opinião pública. Para quem sabe, num futuro próximo. Nós tenhamos uma política forte para o setor. E com isto possamos ter um futuro melhor e mais produtivo. Pensem nisso!
Fotos: Carlos Oliveira
“Guapuruvu” escoa produção de petroquímicos e busca petróleo em Rio Grande.
A barcaça-tanque “Guapuruvu” de propriedade da Navegação Guarita, partiu na manhã de sábado (30/NOV) do terminal Santa Clara, rumo ao porto de Rio grande. Na sua viagem de ida, ela transportava em seus tanques um carregamento de 1.300 toneladas de nafta para petroquímica; 1.350 toneladas de éteres alcoóis; e 1.400 toneladas de alcoóis acíclicos e seus derivados. Já para o percurso de retorno está previsto que ela transporte um carregamento de petróleo do tipo “Arzew”. Produto este descarregado no terminal da Petrobras em rio Grande, pelo navio-tanque “Dan Cisne”. Este navio, que mede 207 metros de comprimento e possui 32,20 metros de largura, ostenta a bandeira dinamarquesa e esta fretado para a Petrobras. E vem ao nosso estado carregado com cerca de 40.000 toneladas de petróleo. Que será destinado não só ao abastecimento da Petrobras, como também do nosso Polo Petroquímico de Triunfo.
Foto: Carlos Oliveira
Foto: Carlos Oliveira
Navio mercante turco “Minanur Çebi 1” retorna a Porto Alegre.


O retorno do “Minanur Çebi 1” apresenta a consolidação de uma linha marítima nos ligando ao porto de Bahia Blanca. Que se enquadra no contexto do tão combalido Mercado Econômico do Sul – MERCOSUL. E que de certa forma revive uma linha que existiu logo no início deste acordo comercial, mas que foi perdendo força ao congo do tempo.
Lamentável é que a conexão não esta sendo feita com navios de bandeira brasileira ou argentina. Demonstrando o quando a nossa marinha mercante é deficitária para suprir as nossas demandas.

Fotos: Carlos Oliveira
Para Pensar e Refletir – “BBC Austria” um silêncio constrangedor.

Assim, o navio chegou e nenhuma linha foi escrita pela dita autarquia pública, sobre sua chegada. Na sequencia, o Carlos César sugeriu o envio de material para a imprensa. Sendo que o veículo escolhido foi o “Jornal do Comércio”. Um jornal com 80 anos de vida. E que é reconhecido e lido no meio empresarial gaúcho. O fruto desta iniciativa resultou na publicação de uma pequena matéria na prestigiada página 2, da edição de sexta-feira (08/NOV). Mesmo isto tendo ocorrido, nada foi escrito pela autarquia. Nenhuma linha nas poucas matérias divulgadas pelo site oficial da SPH ou da Secretaria de Infraestrutura fez referência ao fato. O Estado do Rio Grande do Sul simplesmente desconsiderou a operação. E isto é realmente muito constrangedor.
Talvez isto justifique o comentário que o gerente do escritório local da Agência Marítima Orion fez sobre o ano de 2013. Classificado com “muito ruim”. Revelando de forma indireta, as dificuldades que a empresa vivenciou. Mesmo sendo a única que consegue realizar operações de embarque por Porto Alegre.
A mesma realidade persistiu, por parte da Superintendência de Portos e Hidrovias – SPH, com a chegada do rebocador “TS Atirado” e da balsa “TS-6”. Nada foi escrito ou mencionado sobre a nova operação de embarque. Como se ela não existisse. E a operação era do conhecimento geral da administração da autarquia. Diante deste fato, o que nos resta é levantarmos questionamentos sobre o porquê deste silêncio. Será que o Estado não tem interesse em divulgá-lo? Se isto for verdade, porque motivo isto ocorreria? Ou será que embora o Estado tenha interesse em divulgar os bons fatos, as boas notícias, quem não o tem é a autarquia! E neste caso por quê? Quais são os interesses envolvidos. Onde só se divulgam os navios que aqui aportam e descarregam e os que embarcam não merecem uma simples citação.
A certeza é que se isto esta ocorrendo, e se há alguma culpa. Ela é do Estado. Que escolhe mal os seus administradores!!!. E que por este fato podem por a perder, todo um programa de governo. Elaborado para gerar o melhor resultado possível. Mas que inexplicavelmente não deslancha. Gerando no final das contas resultados pífios para o governo mostrar. E que por mais que sejam dourados, serão sempre minguados e capengas.
Pensem nisso. Pois o que esta sendo dito aqui foi percebido por quem não só entende do assunto, mas o vivencia com muita atenção.
Muito Obrigado!
Vanderlan Vasconselos
Navio-tanque “Guará” chega com carregamento de GLP.

Este esforço que a Petrobras realiza para manter o nosso abastecimento de GLP é muito mais do que motivado pelo interesse econômico da empresa. É uma questão estratégica, de vital importância para o país. Pois é inimaginável vivermos sem o GLP nos dias de hoje, principalmente nos grandes centros urbanos. Temos de ter em mente, que este esforço não ocorre apenas em nosso estado. Ele é nacional. E demonstra o quanto a navegação é importante para que isto ocorra. Já que o maior volume é sempre transportado por navio até os centros de distribuição. Para somente a partir daí, o GLP ser transportado por via terrestre até os consumidores finais. Pensem nisso!
Foto: Carlos Oliveira
“Trevo Roxo” carrega celulose para Rio Grande.
A barcaça graneleira “Trevo Roxo” aqui fotografada na manhã de segunda-feira (18/NOV) navegando rumo ao terminal de uso privado da CPMC Celulose Rio-grandense. Quando foi buscar um carregamento composto de 3.000 toneladas de acetobutirato de celulose, cujo destino é o mercado externo. Atracou ás 07:10 da manhã de sexta-feira (22/NOV) no Porto Novo de Rio Grande.
O produto por ela transportado tem com destino o embarque imediato no navio mercante “Maitaca Arrow”, que mede 209 metros de comprimento e possui largura máxima de 36 metros. De bandeira das ilhas Bahamas, o “Maitaca Arrow” veio do porto angolano de Luanda. E atracou no Porto Novo ás 10:20 da manhã de quinta-feira (21/NOV) para carregar 17.500 toneladas de celulose. Seu próximo destino será o porto de Santos, onde também irá carregar celulose. E com isto garantir a exportação deste produto que envolve um volume muito grande de mão de obra no campo e no setor industrial. Gerando renda e receita a uma cadeia produtiva importante de vários estados brasileiros.
Foto: Carlos Oliveira
O produto por ela transportado tem com destino o embarque imediato no navio mercante “Maitaca Arrow”, que mede 209 metros de comprimento e possui largura máxima de 36 metros. De bandeira das ilhas Bahamas, o “Maitaca Arrow” veio do porto angolano de Luanda. E atracou no Porto Novo ás 10:20 da manhã de quinta-feira (21/NOV) para carregar 17.500 toneladas de celulose. Seu próximo destino será o porto de Santos, onde também irá carregar celulose. E com isto garantir a exportação deste produto que envolve um volume muito grande de mão de obra no campo e no setor industrial. Gerando renda e receita a uma cadeia produtiva importante de vários estados brasileiros.
Foto: Carlos Oliveira
Exclusivo – Balsa “TS-6” parte de Porto Alegre com carga destinada a Santos.


Era aproximadamente 09:30 da manhã, quando o rebocador iniciou a desatracação do cais Navegantes. Logo após ter sido concluída a vistoria realizada pela equipe da Delegacia da Capitania dos Portos em Porto Alegre. E que foi verificar as condições dos cabos de reboque e da amarração da carga sobre o convés da balsa “TS-6”. Nas fotografias aqui vinculadas com exclusividade, é possível de se ver o resultado final dos 7 dias de trabalhos. Desde que o rebocador e a balsa chegaram vazios a Porto Alegre, até sua partida com a carga sob o convés.




Fotos: Carlos Oliveira
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