segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

PETRACCO NELES!


Na última segunda-feira, 24 de dezembro, faleceu Fúlvio Petracco.

 Socialista de corpo e alma foi um dos fundadores do Partido Socialista Brasileiro – PSB no Rio Grande do Sul. E como todo socialista lutou por um mundo melhor. Onde a democracia seja a estrela guia de uma sociedade mais justa. E a alternância de poder dê a esta sociedade a renovação e a vitalidade que ela precisa.

Quando candidato ao governo do Estado, no ano de 1986, lançou como lema a expressão “Petracco Neles”. Repetida dois anos mais tarde, quando foi candidato a prefeito de Porto Alegre. Já no ano de 2011 fez forte campanha pela democracia interna no PSB. Posicionando-se de maneira clara contra aqueles que queriam monopolizar o poder no âmbito interno do partido. De sua luta, da qual também fiz parte, saiu vitorioso. E a renovação finalmente ocorreu no âmbito do diretório estadual. No entanto, esta vitória não o satisfez. E num gesto, por muitos ainda não compreendido completamente, deixou o partido, do qual possuía o cargo de presidente de honra. Filiou-se no Partido da Solidariedade – PSOL. Mas nem por isto deixou de ser o líder e a inspiração de muito de seus antigos colegas de luta.

Fica aqui meu mais sincero agradecimento, ao amigo que tanto me ensinou, e que perdi neste final de ano. O companheiro de lutas se foi, mas as ideias por ele defendidas ficaram. Estão viva, e possuem o poder de motivar. E é por isto que continuamos nossa caminhada. Na busca de um mundo melhor. Mais justo e mais sincero; com menos corrupção, fonte de todos os nossos problemas. Encerro os textos do blog deste ano desejando um Feliz 2013 para todos os leitores. Ano que vem a luta continua, ou com diria Petracco:

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PETRACCO NELES!

“Guaratan” transporta diluente para Rio Grande.



A barcaça-tanque “Guaratan” partiu na manhã de domingo (30) do terminal que a Petrobras possui as margens do Rio Gravataí, no município de Canoas. Em seus tanques a barcaça transportava 2.800 toneladas de OCLA diluente para combustível, produzidos pela Refinaria Alberto Pasqualini – REFAP.

Já no sentido contrário, chegou pouco tempo depois a Porto Alegre a barcaça-tanque “Guaíba”. Que veio para ser carregada com mais 2.800 toneladas de OCLA. E que se tudo dar certo, amanhã deve iniciar sua viagem de retorno a Rio Grande. Desta forma, com estas duas viagens, as barcaças da Navegação Guarita que prestam serviço à Petrobras retiram mais de 186 veículos de carga pesada de nossas estradas. Garantindo um feriado de final de ano mais seguro para milhares de famílias que as utilizam.

Fotos: Carlos Oliveira

“Professor David Cunha” embarca trigo em Rio Grande.


Aos 10 minutos da madrugada de domingo (30) a barcaça graneleira “Professor David Cunha” atracou no terminal da empresa Bianchini de Rio Grande. Seu objetivo era receber um carregamento de 3.000 toneladas de trigo. Em uma operação de transbordo a partir do navio mercante “Praetorius” de bandeira cipriota, e que veio do porto argentino de San Lorenzo com 26.250 toneladas do produto.

Após concluído o carregamento, o “Professor David Cunha” deve seguir para o terminal de uso privado (TUP) da empresa Oleoplan, localizado no rio Gravataí.

Foto: Carlos Oliveira

“Guapuruvu” transporta aditivo para Rio Grande.


A barcaça-tanque “Guapouruvu” atracou na manhã de domingo (30) no terminal de uso privado (TUP) da empresa Braskem junto ao Super Porto de Rio Grande. Em seus tanques a mesma estava transportando 3.950 toneladas de Etil Butil Tércio Eter – ETBE, que é um aditivo utilizado no combustível. O produto foi produzido pelo Polo Petroquímico de Triunfo e embarcado no terminal Santa Clara. E possui como destino o porto de Buenos Aires, na Argentina. Sendo que para tanto será transferido para o navio-tanque “Songa Sapphire”, que mede 144 metros de comprimemnto e possui 22,60 metros de largura. O “songa Sapphire” deve embarcar 6.000 toneladas de ETBE, e sua chegada esta prestes a ocorrer. Tendo em vista que o mesmo já se encontra fundeado fora da barra do Rio Grande desde às 9 horas da manhã de terça-feira  de Natal (25).

Foto: Carlos Oliveira

Barcaça “Rio Grande do Sul” embarca Sulfato de Amônia


A barcaça “Rio Grande do Sul”, de propriedade da empresa Frota de Petroleiros do Sul – Petrosul realizou o embarque de um carregamento de 1.300 toneladas de sulfato de amônia granulado no porto de Rio Grande. O produto veio do porto da Antuérpia, com o navio mercante “Infinity River”, de bandeira panamenha. E a operação de carregamento, que ocorreu no terminal de uso privado (TUP) da empresa Yara Brasil Fertilizantes, iniciou-se na quarta-feira (26), tendo como destino final o porto de Porto Alegre.

Por sua vez, o produto trazido pelo “Infinity River” tem como destino diversos clientes, a saber: Yara Brasil fertilizantes S/A com 14.741 toneladas; Mosaic Fertilizantes do Brasil Ltda, com 1.000 toneladas; Fertilizantes Piratini Ltda, com 1.000 toneladas; Coxilha indústria de Fertilizantes e Corretivos Ltda, com 1.000 toneladas; e outros clientes que compartilham as 2.580 toneladas restantes.

Após concluído esta operação de descarga o “infinity River” segue viagem para o porto argentino de San Lorenzo.

Foto: Carlos Oliveira

“Frederico Madörin” retorna com fertilizantes de Rio Grande.


A barcaça graneleira “Frederico Madörin” que havia ido a Rio grande com um carregamento de celulose. Atracou, após terminar sua descarga, no terminal de uso privativo (TUP) da empresa Yara Brasil Fertilizantes. Este fato ocorreu às 10:40  de sábado (29). Sendo que agora a barcaça deve ser carregada com 4.000 toneladas de fertilizante de origem mineral. Cujo destino final será o porto de Porto Alegre.

Desta forma a barcaça conclui sua viagem com pleno aproveitamento. Já que conseguiu carga nos dois sentidos. Retirando o equivalente a mais de 248 veículos de carga pesada de nossas estradas.

Foto: Carlos Oliveira

Balsa “Deusa do Mar” encontra se parada em Porto Alegre.



A balsa “Deusa do Mar”, que era empregada na travessia de veículos entre os municípios de Rio Grande e São José do Norte, encontra-se parada há quase um mês, no porto de Porto Alegre. Retirada de serviço após inspeção da Capitania dos Portos do Rio Grande do Sul, que exigiu uma série de bem feitorias, a balsa foi substituída por outra e enviada para reforma. Sendo que o serviço foi executado pelo Estaleiro SORENAV, localizado no distrito de Barretos, município de Triunfo.

Considerando que a travessia entre os municípios de Rio Grande e São José do Norte têm apresentado uma série de problemas e reclamações. E que este problema se arrasta há anos. Ver a balsa parada e sem serventia junto ao porto de Porto Alegre parece um descaso. Não só do empresário que é seu proprietário e explora o serviço público da travessia. Como também das autoridades reguladoras que, perdidas na burocracia, não aceleram o processo. Do outro lado, temos a população e os usuários da travessia que sofrem com a qualidade questionável do serviço. Um problema que se agrava no período de verão. Quando o volume de turistas aumenta em muito a demanda pelo serviço já tão precário. Pensem nisso!

Fotos: Carlos Oliveira

Navio-tanque “Zeugman” parte de Triunfo com benzeno.


O navio-tanque “Zeugman” partiu no início da tarde de sábado (29) do terminal Santa Clara, de uso exclusivo do Polo Petroquímico de Triunfo. Em seus tanques o navio carregava um carregamento de Benzeno. Que deve ser completado no porto de Rio Grande. Com mais 1.500 toneladas quando o navio ai chegar, no domingo (30). Este carregamento tem por destino o porto argentino de San Martin. E com esta viagem o “Zeugman” encerra seu ano de trabalho, escoando nossa produção petroquímica e garantindo vitalidade para nossa economia industrial.

Foto: Carlos Oliveira

Navio-tanque “Guarujá” chega na manhã de sábado.


O navio-tanque “Guarujá” chegou no final da manhã de sábado (29) a Porto Alegre. Em seus tanques o mesmo trouxe um carregamento de 2.000 toneladas de gás liquefeito de petróleo – GLP. Que foram descarregados diretamente dos tanques do navio-tanque “Gurupi” para os seus, em Rio Grande. Com esta viagem, chega o último navio do ano com carregamento de GLP para o Estado do Rio Grande do Sul. Garantindo desta forma o bem-estar de nossa população, com um suprimento constante e adequado às nossas necessidades. E dentro deste contexto, a navegação cumpriu com méritos sua função de dar apoio e garantir o transporte com total segurança desta carga perigosa.

Foto: Carlos Oliveira

Barcaça graneleira “Prof. Luiz L. de Faria” transporta trigo para Canoas.


A barcaça graneleira “Prof. Luiz L. de Faria”, de propriedade da Petrosul, e que havia atracado no terminal da empresa Bianchini às 19 horas de quinta-feira (27), finalmente começou a ser carregada com trigo. A operação de carregamento teve início somente à 01:30 deste sábado (29). Após o término da chuva que caiu de forma persistente nos últimos dias em todo o nosso Estado. Com seu término momentaneamente, foi possível dar início a operação de carregamento da barcaça. Que deverá transportar 3.000 toneladas de trigo de trigo para o terminal de uso privado (TUP) da empresa Bianchini, instalado as margens do rio dos Sinos, no município de Canoas.

Desta forma a nossa navegação interior garante o suprimento deste que é um dos alimentos mais importantes de nossa dieta. E que possui inúmeros empregos diversos no nosso dia-a-dia.

Foto: Carlos Oliveira

Barcaça “Guarita” recebe Nafta em Rio Grande.


A barcaça-tanque “Guarita” atracou no píer petroleiro da Petrobras, em Rio Grande, para receber um carregamento de nafta. A operação ocorreu às 9 horas da manhã de sexta-feira (28). E a barcaça “Guarita” deve receber, em seus porões, cerca de 2.800 toneladas de nafta. Cujo destino final será o Polo Petroquímico de Triunfo. Desta forma ela garante o abastecimento do nosso polo petroquímico de matéria prima básica para o setor. Gerando riquezas e garantindo a manutenção de milhares de empregos diretos e indiretos. Ao mesmo tempo reforça o valor e a importância da navegação para nossa economia. Mesmo que para a grande maioria das pessoas isto não seja percebido em sua essência. Pensem nisso!

Foto: Carlos Oliveira

Navio-tanque “Guaporé” chega na tarde de sexta-feira.


O navio-tanque “Guaporé” chegou no início da tarde de sexta-feira (28) a Porto Alegre. Vindo de Rio Grande, onde fora abastecido de gás liquefeito de petróleo (GLP), o navio trouxe 2.000 toneladas de GLP para serem descarregadas no terminal da gás que a Petrobras mantém no rio Gravataí.

Já na manhã de sábado (29), Após ter concluído a operação de descarga, o “Guaporé” segui viagem para o porto de Rio Grande. Onde deverá ficar aguardando a chegada de um novo navio com carregamento de GLP. Para receber deste o gás que irá transportar novamente para a região metropolitana de Porto Alegre.


Fotos: Carlos Oliveira

“Trevo Verde” é carregado com fertilizantes.


A barcaça “trevo Verde” atracou no terminal de uso privado (TUP) da empresa Yara Brasil Fertilizantes, localizado no super Porto de Rio Grande. O fato ocorreu dia 27 de dezembro, quinta-feira, às 09:45. E visa possibilitar o carregamento da barcaça com cerca de 3.400 toneladas de fertilizantes de origem mineral. Com este gesto simples a “Trevo Verde” consegue retirar mais de 113 caminhões com 30 toneladas cada de nossas estradas. Contribuindo de forma significativa para a segurança neste período de fim de ano. Onde muita gente viaja de ferias ou apenas para aproveitar o período de festas.

Foto: Carlos Oliveira

“Guaratan” parte para Rio Grande com óleo combustível.


Partiu na quarta-feira (26) do terminal da Petrobras, instalado no rio Gravataí, a barcaça-tanque “Guaratan”. Em seus tanques, a “Guaratan” transportava 2.800 toneladas de óleo combustível, produzidos pela Refinaria Alberto Pasqualini – REFAP, no município de Canoas. E que devem ser descarregados no terminal de uso privado (TUP) da Petrobras, instalado no Super Porto de Rio Grande. Desta forma a REFAP contribui para a política nacional de abastecimento. Produzindo aqui parte do que é por nós consumido e enviado o excedente para outras regiões do Brasil. Por outro lado, ao utilizar a navegação interior para escoar esta produção, contribui para o fortalecimento de nossa navegação interior, e de toda cadeia logística a ela vinculada, além, é claro de preservar nosso meio ambiente.

Foto: Carlos Oliveira

“Taurogas” parte no dia de Natal.


O navio-tanque “Taurogas” partiu na terça-feira (25), dia de Natal, do Polo Petroquímico de Triunfo, rumo à Argentina. A embarcação tem como próximo destino o porto de San Lorenzo. E sua partida no dia de Natal demonstra o quanto a vida de quem trabalha na navegação é exigente. Sem direito a feriado, com pouco tempo de lazer quando se chega a um porto. Seus tripulantes aprendem a fazer de sues navios, suas casas. De seus colegas de trabalho, suas famílias. E desta forma levam a vida sobre as águas. Levando e trazendo riquezas. E construindo um mundo melhor.

Foto: Carlos Oliveira

Barcaça Branave VI descarrega no rio Gravataí se segue para Guaíba.



A barcaça graneleira “BRANAVE VI” desceu na manhã de segunda-feira (24), véspera de Natal o rio Gravataí. Por seu uma barcaça sem propulsão própria, a manobra contou com o apoio do empurrador de barcaças “Bambu”. Que a levou em direção do terminal de uso privado (TUP) da empresa Celulose Rio-grandense. Cuja localização é no município de Guaíba, as margens do Lago Guaíba. Lá a mesma deverá ser carregada com 1.800 toneladas de celulose. Que será enviada para o terminal de uso privado (TUP) da empresa Cimbagé, junto ao porto de Pelotas. Esta celulose se destina a exportação e seu transporte é realizado basicamente pelo uso da hidrovia. Desta forma garante-se uma economia significativa de custos, tornando nossa produção mais atrativa comercialmente. E garantindo mercado para o nosso produto.

Fotos: Carlos Oliveira

Barcaça-tanque “Guarita” transporta etanol para Rio Grande.


A barcaça-tanque “Guarita” partiu do terminal Santa Clara, de propriedade do Polo Petroquímico de Triunfo, com um carregamento de 3.220 toneladas de etanol. A viagem teve início nesta terça-feira (25) dia de natal. E sua chegada esta prevista para quarta-feira, junto ao terminal petroleiro da empresa Braskem, instalado na área do Super Porto de Rio Grande. Ao todo, somente nesta viagem, a “Guarita” esta transportando volume igual ao que seria transportado por 107 veículos de carga, com capacidade para 30 toneladas cada. Considerando ser esta uma carga perigosa. A “Guarita” esta contribuindo de forma efetiva pelo aumento da segurança de nossas estradas. E dando uma chance a mais para a vida, e a felicidade de nossa população.

Foto: Carlos Oliveira

Navio-tanque “Zeugman” retorna a Triunfo.


Retornou na manhã da segunda-feira (24) o navio-tanque “Zeugman”. A embarcação que veio da Argentina seguiu rumo ao terminal Santa Clara, de uso exclusivo do Polo Petroquímico de Triunfo. Fundeando nas águas do rio Jacuí, na área “Charles” a espera do momento de poder atracar no terminal.

Nos últimos tempos o “Zeugman” tem realizado muitas viagens entre o Brasil e a Argentina. Fato que demonstra o quanto a atividade petroquímica entre os dois países esta forte. E que é extremamente bom para a nossa economia. Pois gera empregos e aquece os setores diretamente ligados a petroquímica. Criando um clima positivo que se expande aos demais setores produtivos da sociedade.

Foto: Carlos Oliveira

Navio-tanque “Norgas Orinda” chega rumo a Triunfo.



O navio-tanque “Norgas Orinda”, chegou na manhã de segunda-feira (24) a Porto Alegre. Medindo 124.90 metros de comprimento e possuindo 19,80 metros de largura, a embarcação que possui bandeira de Cingapura, fundeou em frente ao cais Mauá, na área denominada “Bravo” do porto de Porto Alegre, para ser inspecionada pelos órgãos de fiscalização federal. Após sua liberação, ela seguiu rumo ao Polo Petroquímico de Triunfo. Sendo que fundeou na área “Charles” que localiza-se já na rio Jacuí, a espera do momento correto de entrar pelo canal artificial e finalmente atracar no Terminal Santa Clara.

O “Norgas Orinda” veio do porto norte-americano de Richards Bay. E deve receber em Triunfo um carregamento de Butadieno. Que será completado quando o navio estiver saindo de nosso Estado, no píer da empresa Braskem, instalado no terminal petroleiro de Rio Grande.

Fotos: Carlos Oliveira

“Trevo Roxo” retorna a navegar, e segue viagem à Rio Grande.


A barcaça graneleira “Trevo Roxo”, que ficou parada para manutenção desde o início do mês de dezembro retornou ao serviço. Carregada com 1.500 toneladas de cavacos de madeira, ela atracou às 20:50  de domingo (23) no Terminal Marítimo Luiz Fogliatto, do Super Porto de Rio Grande. A carga foi embarcada no terminal de uso privativo da empresa MITA. Que fica ás margens do rio Taquari. E o produto esta sendo armazenado em Rio Grande a espera do navio mercante “Hokeutsu Ibis”, que deve embarcar 40 mil toneladas já nos próximos dias.

Foto: Carlos Oliveira

“Puffin Arrow” embarca carregamento de celulose.


O navio mercante panamenho “Puffin Arrow”, que mede 199,98 metros de comprimento e possui 32,26 metros de largura, recebeu um carregamento de celulose. O mercante que atracou às 11 horas de domingo (23), no Porto Novo de Rio Grande, veio do porto de Santos com a missão de receber em seus porões cerca de 23 mil toneladas de celulose. Parte deste produto foi transferida diretamente dos porões da barcaça graneleira “Frederico Madörin”. Que atracou em Rio Grande às 12:10 da terça-feira de Natal. Trazendo exatos 3.450 toneladas de celulose, produzidas pela unidade fabril da celulose Rio-grandense, instalada no município de Guaíba. Outras embarcações envolvidas na operação foram a “Porto de Viamão” que junto com a “BRANAVE”, transportaram respectivamente 2.300 toneladas e 1.800 toneladas de celulose. Além das embarcações já citadas anteriormente em outros textos aqui divulgados. É importante ressaltarmos a importância do trabalho executado pelas embarcações de nossa navegação interior. Pois elas possibilitam o pleno escoamento da produção de celulose da fábrica de Guaíba. Mostrando o quando a indústria e a navegação podem trabalhar de forma sincronizada. Garantindo lucro para ambas, sem agredir o meio ambiente ou causar transtornos à sociedade. È inevitável a sensação de prazer, em poder constatar e relatar fatos como este. Que invariavelmente e infelizmente ainda são desconhecidos do grande público.

Foto: Carlos Oliveira

“Trevo Norte” envia cavacos de madeira para Rio Grande.


A barcaça graneleira “Trevo Norte”, de propriedade da Navegação Aliança, atracou ás 11:30 da manhã de domingo (23) no Terminal Marítimo Luiz Fogliatto. Vindo do terminal de uso privado (TUP) da empresa MITA, às margens do rio Taquari, a “Trevo Norte” transportava 1.700 toneladas de cavacos de madeira. Este volume equivale a mais de 56 veículos de carga, com capacidade de 30 toneladas a menos em nossas estradas. Neste cálculo não estamos considerando um fato muito importante, que é a densidade do produto. Que por ser mais volumoso do que pesado, certamente exige um número bem maior de veículos para que possa ser transportado. E garante ao empresário que contratou o serviço, dois ganhos muito significativo: Primeiro um frete mais barato; e segundo a redução a zero no nível de perda da carga ao longo do percurso.  Já que pelas características da carga e dos caminhões é comum que haja perda do material transportado pelas frestas da caçamba. Já na embarcação as características de seu porão impedem que a carga seja perdida para o meio ambiente, o que é uma vantagem significativa para o negócio.

Foto: Carlos Oliveira

Sobre estaleiros e a manutenção das embarcações.



Há muitos anos nossos estaleiros vivem com dificuldades de sobrevivência. Prestar um serviço de qualidade custa não só mais caro, como exige manter uma mão de obra qualificada contratada durante todo o ano. Caso contrário o trabalhador migra para outro setor e se perde, não só o vínculo, como o próprio conhecimento adquirido ao longo de anos. Por outro lado, as empresas de navegação que sobreviveram a crise do setor de transporte naval, geram uma demanda muito pequena de serviços. Muitas vezes resolvidos no âmbito interno da própria empresa. Que também possui mecânicos, soldadores e técnicos em sua folha de pagamento.

É neste círculo vicioso, que nos encontramos na atualidade. De um lado poucos estaleiros, em sua maioria de pequeno para médio porte, com custos mais elevados. Tendo como causa a baixa demanda pelo setor. Por outro lado empresas de navegação que buscam enxugar custos ao máximo, para aumentar sua já reduzida rentabilidade. Evitado com isto terem de fechar suas portas.

Sobre este assunto, um fato chamou a atenção, e é por isto que escrevo este artigo. Foi observando uma fotografia tirada na manhã chuvosa de sábado (01/12), no qual as barcaças graneleiras “Trevo Roxo” e “Trevo Norte” chegam a Porto Alegre navegando amarrada uma a outra. Além de não ser um modo padrão de navegação, havia o indício de que algum problema atingira uma delas. O caso começou a se esclarecer na quinta-feira (13), quando uma nova fotografia revelou detalhes sobre o problema que acometeu a barcaça “Trevo Roxo”. Na imagem era possível de ver a barcaça atracada junto ao cais Navegantes, do porto de Porto Alegre, com a embicada para baixo e a popa levantada. Olhando com mais atenção identificou-se que a barcaça encontrava-se sem um de seus hélices.

A questão que se coloca é:

1°. O porto público não é local de reparo de embarcações. Para isto existem os estaleiros. O máximo que o mesmo deve admitir são pequenas ações de conservação ou que ocorram paralelamente a sua operação de carga ou descarga. Tornar o porto um local oficial e permanente para ações de reparo é um desvio de sua função.

2°. Estaleiros e empresas de navegação devem ser tidos como parceiros. E o fortalecimento econômico de um repercute no fortalecimento do outro também. Um estaleiro com serviço constante é capaz de prestar serviço de melhor qualidade a um custo menor. Barateando os custos de manutenção das empresas de navegação.

3°. Quando uma empresa de navegação executa o serviço que deveria ser realizado por um estaleiro, além de retirar dele um serviço, compromete sua própria manutenção futura. Pois se o estaleiro o estaleiro tiver de fechar suas portas ela não terá uma empresa com capacidade técnica e condições adequadas de realizar obras de maior envergadura no futuro. Restando-lhe como única opção recorrer a pequenas empresas despreparadas. Fato que pode sair muito mais caro no futuro.

Como vemos, no mundo não existe empresa autossuficiente. Todas dependem umas das outras, e manter este equilíbrio é saudável para o bom funcionamento da navegação. Temos de evitar ao máximo os erros de avaliação. E pensarmos no conjunto como um todo. Pois só assim é que teremos uma navegação forte, com uma indústria naval florescente e um sistema portuário ativo e vibrante. Pensem nisso!

Fotos: Carlos Oliveira

Sobre o abastecimento de gás.


Recebi de um leitor da cidade de Canoas, um questionamento referente ao nosso abastecimento de gás liquefeito de petróleo. O leitor estranhava o longo período sem que tenha chegado algum navio-tanque para nos abastecer. Bem, a resposta que lhe dei, e que agora externo a todos os demais leitores, é que por uma avaliação equivocada não divulguei a passagem de dois navios.  Pensei que estava dando muito destaque a este tipo de navio e de operação, e busquei divulgar os demais navios e barcaças que por aqui passam. E ao receber este questionamento, percebi o quanto para alguns leitores é importante a informação por mim omitida. Por este motivo peço desculpas, e repasso os dados referentes ao fato.

Na verdade no sábado, 08 de dezembro, aqui chegaram os navios-tanques “Guarujá” e “Guaporé” respectivamente. Ambos haviam sido abastecidos a partir do navio-tanque “Gurupi”, que veio da Argentina com 4.000 toneladas de gás liquefeito de petróleo – GLP. E que pelas características específicas de seu projeto, é um pouco maior do que os dois outros navios que aqui aportam. Como é de costume, devido às limitações de espaço na área do terminal de descarga, apenas um navio entra de cada vez. Assim sendo, o navio-tanque “Guarujá”, embora tenha sido o primeiro a chegar, fundeou dando passagem ao navio-tanque “Guaporé”.

No entanto, um fato chamou a atenção de quem observava a chegada e passagem dos navios a Porto Alegre. Este fato ocorreu durante a chegada da barcaça-tanque “Guaratan”. Que vindo de Rio Grande, logo após os dois navios tanques, acelerou para passar a frente do “Guaporé”. Ultrapassando-o justamente na curva do canal, localizado defronte a Usina do Gasômetro. E que é sinalizado com uma boia de perigo isolado. Esta manobra poderia ser evitada, principalmente neste local, levando-se em conta que os navios envolvidos são especializados no transporte de carga perigosa. E que naquele local também passa o catamaran, que realiza a travessia de passageiros entre os municípios de Porto Alegre e Guaíba. A ultrapassagem poderia ocorrer em frente ao cais Mauá, que é mais largo e seguro. Permitindo desta forma que o “Guaratan” passasse tranquilamente na frente, sob o vão móvel da ponte do Guaíba. E com isto entrasse também primeiro no estreito rio Gravataí. Atracando no seu terminal, sem ter de esperar que o navio-tanque “Guaporé” realiza-se a complicada manobra de giro e atracação no terminal de gás.

Como vemos a prudência é a alma do negócio. E a cultura da prevenção de acidentes nem sempre esta consolidada da forma como deveria estar. Dar destaque a este fato é importante, pois serve para chamar a atenção das autoridades, das partes envolvidas, e dos nossos leitores. Pois quando divulgamos os benefícios que a navegação traz para nossa economia, o fazemos também sobre o prisma da segurança. Pensem nisso!


Fotos: Carlos Oliveira

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

QUESTÃO DE TEMPO E JUSTIÇA.


quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

“Trevo Verde” atraca com cavacos de madeira.


A barcaça graneleira “Trevo Verde” atracou às 11 horas de sábado (22), no Terminal Marítimo Luiz Fogliatto, localizado no Super Porto de Rio Grande com mais um carregamento de cavacos de madeira.  O produto foi embarcado originalmente no terminal de uso privado (TUP) da empresa MITA, localizado no rio Taquari.  Ao todo são 1.600 toneladas, que devem ser armazenadas neste terminal, para embarque imediato. Já que esta prevista, para os próximos dias, a chegada de um navio que vem buscar este tipo de produto. Com isto a nossa navegação interior contribui de forma efetiva no escoamento de nossa produção. Garantindo menor custo ao setor produtivo gaúcho, e melhorando nossa vida. Já que ao efetuar o transporte de maneira eficiente, retira de nossas estradas veículos de carga pesada. Aliviando o fluxo principalmente nesta época de fim de ano e de festas. Onde grande parte de nossa população faz uso das estradas para aproveitar o Natal, o Ano Novo e as férias.

Foto: Carlos Oliveira

Navio-tanque “Guaporé” parte após descarregar.


O navio-tanque “Guaporé”, que havia chegado na manhã ensolarada de quinta-feira (20), partiu após ter completado sua operação de descarga junto ao terminal de gás localizado as margens do rio Gravataí, no município de Canoas.  Sua partida ocorreu ainda na manhã chuvosa de sexta-feira (21). Tendo o navio como destino o porto de Rio grande, onde ficará fundeado a espera do novo navio que o abastecerá com gás liquefeito de petróleo – GLP. O gás eu ele trouxe nesta viagem foi embarcado originalmente no porto argentino de Bahia Blanca. E transportado pelo navio-tanque “Grajaú” de propriedade da Petrobras. Para a próxima operação de carregamento o navio responsável deverá ser novamente o “Gurupi”, que se encontra em viagem de retorno da Argentina.

Foto: Carlos Oliveira

Após descarregar “Sound Future” parte vazio de Porto Alegre.


Partiu vazio no final da manhã de quinta-feira (20) o navio mercante liberiano “Sound Future”. A operação de descarga das cerca de 8.500 toneladas de ureia que o navio trouxe, foi realizada sob-responsabilidade da empresa D&F Logística, de Porto Alegre. Que coordenou tanto a ação dos trabalhadores portuários avulsos, como o escoamento do produto descarregado. Com isto encerrou-se mais uma operação junto ao porto de Porto Alegre. Que infelizmente esta fortemente condicionado a ser apenas um porto recebedor de produtos. Tendo em vista sua capacidade muito restrita de poder embarcar mercadorias nos navios que aqui aportam. É uma pena ver esta realidade, principalmente considerando-se o rico passado que o porto de Porto Alegre teve. Onde o mesmo embarcava um volume tão grande e variado de produtos quanto o que recebia. A falta de visão estratégica para o setor é sem dúvida a principal causa desta realidade. Aliado a isto temos o desinteresse do setor pública, que por anos e anos reduziu as verbas destinada a atividade portuária. Economizando recursos que não eram erroneamente classificados como “gastos”, mas que na verdade deveriam ser tidos como “investimentos” necessários para a manutenção de nosso porto. O resultado que temos hoje reflete na nossa deficiência logística. Que encarece nossa produção, tornando nossa economia menos competitiva. Mudar esta situação é fundamental para que possamos crescer. Do contrário vamos continuar andando para traz, e ficando cada vez mais pobres se comparados aos demais estados brasileiros. Pensem nisso!


Fotos: Carlos Oliveira

Polo Petroquímico de Triunfo recebe dois navios na quinta-feira.


O Polo Petroquímico de Triunfo recebeu na manhã desta quinta-feira (20) o retorno de dois navios petroquímicos. Inicialmente chegou o navio-tanque “Gas Puffer” e logo após foi a vez de chegar o navio-tanque “Taurogas”. Com isto ambas as embarcações se dirigiram ao terminal de uso privado (TUP) Santa Clara e ficaram a disposição para receber novo carregamento.


Fotos: Carlos Oliveira

Transpetro envia dois navios com gás a Canoas.


A Transpetro, empresa pertencente a Petrobras enviou na manhã de quinta-feira (20) dois navios com carregamento de gás liquefeito de petróleo – GLP à Canoas. Foram os navios-tanque “Guaporé” e “Guarujá” cada qual com cerca de 2.000 toneladas de GLP. O primeiro que chegou ao porto de Porto Alegre foi o “Guaporé” que segui diretamente para o terminal de gás da Petrobras no município de Canoas. Em seguida foi a vez de chegar o navio-tanque “Guarujá” que fundeou na área “Bravo” do porto organizado de Porto Alegre, e que se situa em frente ao Cais Mauá.

Com relação a chegada destes dois navios, podemos refletir um pouco sobre o custo desta operação. Já que cada qual possui capacidade para transportar até 4.000 toneladas de GLP. E aqui vieram com apenas 2.000 toneladas cada um. Este custo de trazer dois navios para fazer o que apenas um poderia fazer é repassado aos consumidores. Encarecendo o preço do botijão de gás vendido à população. Principalmente os mais pobres, pois são estes os que consomem botijões de gás. Já que para a parcela da população mais rica, o abastecimento se dá cada vez mais por meio de venda a granel. Onde um caminhão carrega grandes recipientes diretamente nos seus condomínios, quando não o faz por meio da rede de gás encanado. Nestes casos o custo do gás fornecido é inferior ao do engarrafado nos botijões de 13 Kg. Mas esta situação ocorre por falta de investimento ou de comprometimento com a navegação e tudo o que diz respeito à atividade portuária. Que não buscou ampliar o calado, que é a profundidade do canal de navegação. E com isto restringe a passagem de navios maiores e com maior volume de carga. Que não valoriza o meio de transporte naval e hidroviário. Trazendo por rodovia produtos e bens de consumo que poderiam muito bem serem transportados por navios. E que por isto acabam custando mais caro ao consumidor. Já que o custo do transporte rodoviário é muito mais caro. Mas voltando para a questão do custo do gás, haverá quem diga que o gás é subsidiado. Que o governo federal o vende a um preço menor, não repassando todos os custos ao consumidor. Neste caso eu posso afirma, com a mais absoluta certeza, que quando isto ocorre o povo também é prejudicado. Pois o dinheiro que paga estes custos desnecessários, é o mesmo que vai faltar para a saúde, para a segurança pública, ou a educação. Apenas para citar três exemplos que a população conhece muito bem sua realidade e suas deficiências. Pensem nisso!


Fotos: Carlos Oliveira

Barcaça Itaúba embarca carregamento de celulose.


A barcaça graneleira “Itaúba” dirigiu-se na quinta-feira (20) de Porto Alegre para o terminal de uso privativo (TUP) da empresa Celulose Rio-grandense. Lá seu objetivo era o de receber um carregamento de 2.300 toneladas de celulose. Que devem ser transportadas para o porto de Pelotas e desembarcadas no terminal de uso privado da empresa CIMBAGÉ. Nesta operação a “Itaúba” deve navegar em comboio com a barcaça sem propulsão “Branave V”. Que em sues porões deve levar mais 1.800 toneladas de celulose.

Foto: Carlos Oliveira

"Porto de São Pedro" envia celulose para exportação.


As barcaças graneleiras “Porto de São Pedro” e “Hernave VII” partiram do terminal de uso privado (TUP) da empresa Celulose Rio-grandense, localizado às margens do Lago Guaíba, rumo ao porto de Pelotas. Nos porões da “Porto de São Pedro” estavam 2.300 toneladas de celulose enquanto a “Hernave VII” possuía outras 1.800 toneladas . A atracação em Pelotas foi programada para ocorrer na quinta-feira (20), por volta das 6 horas da manhã. Na área do terminal de uso privado (TUP) da empresa CIMBAGÉ. Após descarregado o produto será armazenado pela empresa até o momento exato de ser enviado para Rio Grande. E de lá ser embarcado rumo ao exterior. A poupa de celulose produzida pela unidade fabril da cidade de Guaíba é toda ela voltada à exportação. E seu transporte até o porto de Rio Grande é realizado exclusivamente por meio de barcaças. Há anos esta operação também era realizada junto ao porto de Porto Alegre. Aproveitando a oportunidade em que os navios traziam bobinas de papel jornal para a capital do Estado. No entanto com o fim da operação de descarga no porto de Porto Alegre, este embarque também deixou de ocorrer. Fato que significou um empobrecimento muito grande de nossa capacidade operativa. E que nunca mais foi recuperado por outro tipo de produto a ser movimentado.

Foto: Carlos Oliveira

“Germano Becker” escoa produção via rio Taquari.



A barcaça graneleira “germano Becker” escoou parte da produção de cavacos de madeira produzida pela empresa MITA, cujo terminal de uso privado (TUP) se encontra as margens do rio Taquari. O aproveitamento do nosso potencial hídrico pelas empresas de navegação, para o escoamento de nossa produção, é algo louvável. Pois garante uma economia de recursos naturais e financeiros e garante um maior bem-estar social a população de nosso Estado.

A viagem da barcaça “Germano Becker” teve como destino o Terminal Marítimo Luiz Fogliatto, localizado no Super Porto de Rio Grande. Lá ela atracou às 07 horas da manhã de quarta-feira (19). Para descarregar as 2.000 toneladas de cavacos de madeira. Desde já desejamos ver em breve a barcaça navegando em nossas águas interiores. Carregada de produtos e dando vida a nossa economia.

Foto: Carlos Oliveira

“Guaratan” descarrega combustível em Rio Grande.


A barcaça-tanque “Guaratan” atracou no terminal petroleiro de Rio Grande, junto ao píer da Petrobras às 12:05 de quinta-feira (19). Seu objetivo é descarregar cerca de 2.535 toneladas de Maritime Fuiel – MF380, combustível utilizado pelos navios mercantes. O produto foi produzido pela Refinaria Alberto Pasqualini – REFAP e embarcado no terminal instalado às margens do rio Gravataí, próximo à ponte que liga este município a Capital do estado.

Seu transporte até Rio Grande visa garantir o abastecimento das dezenas de navios que por ali aportam. Alguns exclusivamente para serem abastecidos. E garante uma receita muito grande de divisas para o país. Considerando que estes navios são em sua maioria estrangeiros. E pagam pelo combustível e pelo serviço de abastecimento em dólar. Com isto o nosso Estado também garante a entrada de divisas estrangeiras influenciando de forma positiva nossas contas. Este fato dificilmente é visualizado pelo público em geral, mas ocorre e reforça a contribuição que a navegação e a atividade econômica possuem para nosso bem-estar socioeconômico.

Foto: Carlos Oliveira

“Trevo Vermelho” atraca para receber carregamento de fertilizantes.


A barcaça graneleira “Trevo Vermelho”, que havia ido à Rio Grande com um carregamento de cavacos de madeira, atracou às 08:05 da manhã de terça-feira (18) no terminal de uso privado (TUP) da empresa Yara. Lá a barcaça deve receber um carregamento de 3.700 toneladas de fertilizantes cujo destino final é o porto de Porto Alegre. Desta forma a embarcação garante a realização de duas viagens com plena carga, Reduzindo custos e obtendo um aproveitamento melhor de seu potencial. Contribui para a redução do custo Brasil. Propiciando que a indústria a e agricultura tenham um produto mais barato. E que vai gerar na mesa do consumidor uma redução nos custos do alimento por ele consumido.  Esta é a forma como a navegação contribui para o nosso desenvolvimento e bem-estar. Fortalecê-la é fortalecer o Brasil. Pensem nisso!

Foto: Carlos Oliveira

“Trevo Branco” parte para Rio Grande.


A barcaça graneleira “Trevo Branco”, de propriedade da Navegação Aliança, partiu no final da tarde de quarta-feira (19) rumo ao porto de Rio Grande. Carregada com 1.700 toneladas de cavacos de madeira, originalmente embarcados no terminal de uso privado (TUP) da empresa MITA. Que fica localizado as margens do rio Taquari. A “Trevo Branco” tem como destino final o Terminal Marítimo Luiz Fogliatto S/A, localizado na área do Super Porto de Rio Grande. Sua atuação no transporte de nossa produção revela o esforço de um setor de nossa economia que sabe ar valor à navegação. E que se beneficia de seu custo menor no transporte. No entanto, esta realidade não é aproveitada ao máximo. Fato extremamente lastimável, pois nos revela uma das nossas mazelas em termos de pensamento econômico. Já que mesmo tendo um passado de utilização intensa da navegação, e dispondo de uma malha hidroviária enorme. Nós a abandonamos para privilegiar o transporte rodoviário. Muito mais caro e mais poluidor se comparada ao hidroviário.

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Navio-tanque “Bow Heron” embarca produção do Polo Petroquímico de Triunfo.



O navio-tanque “Bow Heron” embarcou no terminal petroleiro da Rio Grande, mais especificamente no terminal da empresa Braskem, um carregamento de 6.000 toneladas de Etil Tércio Butil Eter – ETBE, que é um aditivo utilizado na gasolina. Parte deste produto foi transportada pelas barcaças-tanque “Guapuruvu” e “Guarita”, que fizeram o transbordo diretamente para o “Bow Heron”. E cujo próximo destino é o porto paulista de Santos.

Na ocasião a barcaça-tanque “Guapuruvu” transportou para o terminal da Braskem de Rio Grande além das 2.000 toneladas de ETBE, 1.320 toneladas de gasolina de Pirólise e 800 toneladas de Tolueno. E sua atracação neste terminal ocorreu às 11:20 da segunda-feira (17).

Por sua vez, na barcaça-tanque “Guarita” foram transportadas 1.140 toneladas de ETBE, 1.250 toneladas de Etanol e 760 toneladas de Tolueno. E sua atracação ocorreu à 01:20 da madrugada de quarta-feira (19).

Foto: Carlos Oliveira

Atraca em Porto Alegre o navio mercante “Sound Future”.



O navio mercante de bandeira liberiana “Sound Future”, que mede 186,60 metros de comprimento e possui 25,06 metros de largura, atracou na manhã de segunda-feira (17) no porto de Porto Alegre. Em seus porões o navio transportava um carregamento de 8.500 toneladas de ureia.

O produto foi embarcado originalmente no porto argentino de Bahia Blanca. E em sua viagem pelo Brasil o navio realizou uma escala junto ao porto de Rio Grande, antes de vir para Porto Alegre. Em Rio Grande o “Sound Future” atracou inicialmente no Porto Novo e posteriormente no terminal de uso privado (TUP) da empresa Yara. Entre as empresas beneficiadas pelo transporte realizado pelo “Sound Future” estão a CHS do Brasil, com 1.000 toneladas do produto; a Coxilia Indústria de Fertilizantes e corretivos Ltda, com 1.000 toneladas; a Fertilizantes Multifertil Ind. E Com. Ltda, com 1.000 toneladas; a Fertilizantes Piratini Ltda, com 1.000 toneladas; a Josapar Joaquim oliveira S/A Participações, com 1.000 toneladas; a Ouro Fértil Fertilizantes Ltda, com 1.000 toneladas além da Yara Brasil Fertilizantes com 11.750 toneladas de ureia.

Fotos: Carlos Oliveira