O “Anthia” trouxe a sua carga do porto de Muuga, na Estônia. E antes de chegar a Porto Alegre realizou uma escala no porto de Santos e outra no Porto Novo de Rio Grande. Nesta última ele atracou às 01:05 da madrugada de terça-feira (11/MAR) para descarregar 4.450 toneladas de nitrato de amônio.
Receber navios de locais tão distantes, como o mar Báltico demonstra o quanto um porto aproxima comercialmente as nações. E aproveitar este fato para enviar parte de nossa produção é o mínimo que deveríamos fazer. Já que o comércio é uma via de mão dupla. Que infelizmente deixou de ser a realidade de Porto Alegre. Que nos últimos anos raramente tem conseguido embarcar a nossa produção nos navios que aqui aportam. E olha que é constante e têm aumentado. Sem ter, em contrapartida uma postura mais pragmática de nosso governo estadual. O verdadeiro detentor do direito de explorar o Porto Organizado de Porto Alegre via Superintendência de Portos e Hidrovias – SPH.

Saber o porquê deste fato ser assim, representa tomar conhecimento das nossas deficiências. Que têm de ser corrigidas, para que possamos reverter a situação decadente em que o meso esta. E que nada mais é do que um reflexo de nossa administração pública. Pensem nisso!
Fotos: Carlos Oliveira
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