
Chovia às 13:20 da tarde de quarta-feira (08/JUL) quando o navio mercante de bandeira panamenha “CMB Chikako” desatracou do cais Navegantes, do porto de Porto Alegre. O navio que aqui chegou carregando cerca de 12.906 toneladas de fertilizante já havia concluído sua operação de descarga. No entanto, ao partir, nada levou em seus porões. Demonstrando o quanto o nosso porto é deficiente na missão de atrair negócios para as suas operações. Esta realidade de só receber carga é a sua principal fraqueza. Pois reduz a capacidade operacional do porto. Eu deveria ser um agente de fomento da nossa economia. Sendo dinâmico no recebimento e no embarque de cargas. É sobre esta realidade que insistentemente venho escrevendo e criticando aqui. Pois não pode ser admissível continuarmos aceitando esta situação, sem nada fazer para revertê-la. E, com isto, retornar a antiga capacidade operacional que fez do porto de Porto Alegre um agente de desenvolvimento social e econômico num passado não muito distante.
Não podemos ser conformistas com a atual realidade. Nem devemos ser sonhadores descomprometidos com a realidade. Recuperar a capacidade do porto de Porto Alegre deveria ser o objetivo de todo o povo gaúcho. Pois somente assim a nossa economia terá condições de voltar a crescer gerando bem-estar econômico e social. Pensem nisso!
Vanderlan Vasconselos
Foto: Carlos Oliveira
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