
O governador tem feito a sua parte. Mas isto ainda é pouco. Já que a crise não é só nossa. Ela é do Brasil que foi literalmente saqueado nos últimos anos. Para onde se olha há indícios de corrupção, de superfaturamento, de ineficiência e amadorismo na gestão da coisa pública.
O dinheiro que esta faltando no dia de hoje. É o mesmo dinheiro que a União nos cobra de juros da negociação das dívidas dos estados. Uma dívida que não pode ser recalculada. Porque isto afetaria as contas do governo federal. E o governo federal é o ente mais forte do contexto político. Ele se esquece que é sustentado pelos estados e municípios. E ao só pensar nos seus problemas acaba condenando quem o sustenta a uma situação de penúria. Paralisando quem realmente produz a riqueza neste país.
Não sei se os nossos governantes de Brasília se dão conta disso. O que sei é que da forma como eles agem o nosso sacrifício fica ainda maior. O que o Brasil precisa é de menos demagogia, menos ufanismo. E mais, muito mais, seriedade e profissionalismo no trato da coisa pública.
É bom colocarmos os pés no freio. Ninguém quer ser sócio de uma sociedade que não dê retorno. Os poderes constituídos tem que dar sua cota de sacrifício e reduzirem os direitos adquiridos até o ponto de atendimento do básico a população. Tirar benefícios, cortar extravagâncias, reduzir super salários é o mínimo. A hora é agora. Estamos todos aprendendo pela dor.
Há necessidade de adequar a máquina governamental ou afundaremos todos na desobediência civil onde ninguém é respeitado.
Pensem nisso!
Vanderlan Vasconselos
Foto: Carlos Oliveira
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