sexta-feira, 30 de novembro de 2012
“Gas Puffer” chega a Triunfo carrega e retorna para Rio Grande.
O navio-tanque “Gas Puffer” que presta serviço à empresa Braskem, retornou na manhã de quinta-feira (29) ao Polo Petroquímico de Triunfo. Indo direto para o seu local de atracação, no “píer I” do Terminal Santa Clara a fim de ser carregado com 2.000 toneladas de Butadieno. Processo previsto para durar um dia. Possibilitando desta forma sua partida já por volta dás 9 horas de sexta-feira (30), rumo ao terminal petroleiro da Braskem do porto de Rio Grande. Sua chegada em Rio Grande esta programada para ocorrer no dia 1° de dezembro. Sendo que sua carga deverá ser embarcada no navio-tanque “Golden Miller”. Que esta por chegar a Rio Grande, vindo de Cartagena (Colômbia) e com próximo destino declarado sendo o porto de Houston nos Estados Unidos.
Fotos: Carlos Oliveira
Navio gaseiro parte após descarregar em Canoas.
O navio-tanque “Guarujá”, da Petrobras, partiu na manhã desta sexta-feira (30) do terminal que a estatal possui no município de Canoas. Seu destino é o porto de Rio Grande, onde já se encontra fundeado o navio-tanque “Guaporé”. Lá os navios-tanques deverão ficar aguardando a chegada do próximo navio que vem com um carregamento de gás liquefeito de petróleo (GLP). E que deverá transferir sua carga para que os mesmos possam traze-la até a região metropolitana de Porto Alegre. Este fato se deve pelas características específicas do terminal de gás. Que possuem limitação não só no calado, que é a profundidade do rio; mas também no comprimento do navio e em sua altura. No que diz respeito a passagem por de baixo do vão móvel da ponte do Guaíba. Segundo pesquisa realizada, o navio-tanque “Gurupi” já partiu da região de Bahia Blanca (Argentina) na quarta-feira (28) rumo a rio Grande. Com isto em breve deverá estar chegando ao porto para concluir mais esta viagem de suprimento de GLP ao nosso Estado.
Foto: Carlos Oliveira
Uma questão para refletir: “AS Elenia” parte deixando o porto vazio novamente.
Com o final das operações de descarga do navio mercante “AS Elenia” e a limpeza de seus porões, o mesmo partiu no início da tarde desta quinta-feira (29). Com isto o Porto Organizado de Porto Alegre ficou novamente vazio, para tristeza de muitos trabalhadores portuários avulsos (TPA). Os mais velhos se lembram, do tempo em que o porto possuía uma variedade muito maior de operações de carga e descarga. Tempos bons em que se ganhava dinheiro, e não faltava trabalho. Tempos muito diferentes dos dias de hoje, em que no final do ano o movimento cai assustadoramente. Bem na época em que se comemora o Natal e o Ano Novo. E para sobreviver o trabalhador têm de fazer biscate fora para manter sua dignidade.
Na face dos mesmos, os efeitos do forte calor da tarde de quinta-feira eram mínimos se comparados as dúvidas com relação ao futuro da profissão. Isto pelo fato de não se ver uma mudança positiva, com relação a atual realidade dos fatos. Um porto em que apenas dois guindastes funcionam. Com suas respectivas limitações, já que são antigos. Onde o calado é o mesmo do projetado há 91 anos atrás. E que não acompanhou as mudanças sofridas nos navios durante todas estas nove décadas. Um porto que deixou de ter poder de embarcar a nossa rica produção agrícola e industrial. E cujas operações deste tipo durante um ano cabem na palma da mão. É um porto condenado ao fracasso. O enfraquecimento do porto representou o enfraquecimento da classe de trabalhadores portuários. Criando um círculo vicioso no qual o resultado é sempre pior do que o inicial. Já que sem poder, os trabalhadores não podem exigir novos investimentos. Seja por meio de assembleias de trabalhadores, ou pela pressão política propriamente dita. Assim ficam a mercê de uma realidade nova e ameaçadora. Que aos poucos vai fazendo com que o porto encolha e perca seu significado, de sua vida, e sua alma.
Tenho a perfeita convicção de que isto esta errado. Que estamos olhando para um falso “Norte”. E que se não corrigirmos esta situação vamos sofrer as consequências deste nosso erro. Seja pelo aumento do nosso custo de vida, que já é um dos mais caros do Brasil. Seja pela perda progressiva de, nossa já tão debilitada, competitividade. Sei que estas palavras encontram eco em quem conhece o assunto. Seja ele um grande empresário, ou um trabalhador portuário avulso. E que para muitos meu discurso é fruto de uma crítica sem fundamento. É por isto que vou prepara alguns textos. Apresentando de uma forma mais profunda, os pontos que justificam minha forma de pensar. Aguardem!
Fotos: Carlos Oliveira
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
ESTEIO NATO E LEI ORAL.
MEU, SEU, NOSSO FUTURO.
COMPARTILHE. VOCÊ VOTA, LOGO É RESPONSÁVEL.
SEJA ESTRATÉGICO ANTES DELES.
Prefeito de Esteio Gilmar Rinaldi (PT) fazendo uso da palavra.
Prefeito de Esteio Gilmar Rinaldi (PT) fazendo uso da palavra, ao lado o vice-prefeito Fladimir Costella (PMDB)
Público presente no evento.
“Em nosso primeiro mandato, adquirimos muita experiência e recursos para a cidade. Não queremos que nossa equipe se acomode, pois o Município quer e vai ser ainda melhor. Isso é o que precisamos buscar”
Os próximos quatro anos de gestão do prefeito Gilmar Rinaldi em Esteio foram assunto do seminário “Desafios do novo mandato”, realizado nesta quinta-feira (22), no Salão Nobre da Prefeitura de Esteio.“Em nosso primeiro mandato, adquirimos muita experiência e recursos para a cidade. Não queremos que nossa equipe se acomode, pois o Município quer e vai ser ainda melhor. Isso é o que precisamos buscar”, afirmou Gilmar.
O professor universitário e secretário-geral judiciário do Tribunal Regional do Trabalho 4ª Região, Onélio Luis Santos, propôs tópicos para reflexão para o novo governo. Entre os pontos, foram citados as lições e oportunidades que ficaram do resultado da última eleição, o papel do Município e do prefeito, as expectativas da sociedade, a relação com os partidos da base e a Câmara de Vereadores, o perfil dos gestores, entre outros.
“É preciso focar na qualidade do atendimento à população e na estética da cidade. A boa administração é a que atende às expectativas da comunidade. Discussões e reuniões são importantes, mas não podem estar a frente de ações primárias como limpeza, calçamento, pavimentação, retirar indigentes nas ruas, não deixar animais mortos, ter segurança”, comentou Onélio. “Precisamos de pessoas que tenham perfil técnico, de saber fazer, junto ao político, do porque fazer. É preciso ser proativo, não deixar as situações acontecerem para depois reagir”, complementou.
A mediadora do seminário, a secretária municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação de Canoas, Joceane Gasparetto, apresentou a experiência da cidade vizinha no monitoramento das ações da Prefeitura e da opinião da população através de pesquisas. “É preciso ter urgência para tratar as situações apresentadas pelas pessoas e ter coragem para, se necessário, comprar as brigas para atender isso”, explicou.
O seminário teve, ainda, a apresentação do contexto do atual governo e a ferramenta que servirá para controle das ações da Administração Municipal de Esteio. Fizeram a fala, a secretaria municipal de Planejamento e Gestão, Bernadete Konzen, e a chefe de gabinete, Elise Müller. No final, foi aberto um espaço para debate.
O evento teve a participação do vice-prefeito Fladimir Costella (Costelinha), secretários e gestores da Administração Municipal, vereadores atuais e eleitos da base de governo, dirigentes dos partidos que integram a coligação do próximo mandato, entidades e integrantes de conselhos municipais.
ESTEIO - Convite - Seminário Desafios do novo mandato
O prefeito de Esteio, Gilmar Rinaldi, convida os profissionais da imprensa para o seminário “Desafios do novo mandato”, que será realizado nesta quinta-feira (22), às 18h30min, no Salão Nobre da Prefeitura Municipal (Rua Eng. Hener de Souza Nunes, 150).
Estarão em pauta, o início do período de transição, o diagnóstico da Administração Municipal, o programa de governo proposto durante a eleição, os desafios para os próximos quatro anos e o perfil dos secretários, gestores e cargos em comissão no mandato que inicia-se em janeiro de 2013.
O seminário terá um painel com apresentação do professor universitário e secretário-geral judiciário do Tribunal Regional do Trabalho 4ª Região, Onélio Luis Santos, com mediação da secretária municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação de Canoas, Joceane Gasparetto.
Participarão do evento, secretários e diretores da Administração Municipal, vereadores atuais e eleitos da base de governo, dirigentes dos partidos que integram a coligação do próximo mandato, entidades e integrantes de conselhos municipais.
Att, Djalma Corrêa Pacheco - Assessor de Imprensa - Prefeitura de Esteio
Secretaria Municipal de Articulação Institucional e Comunicação.
Fonte: Assessoria de Imprensa - Fotos: Eduardo Baratto Leonardi - Prefeitura de Esteio. Secretaria Municipal de Articulação Institucional e Comunicação.
Desafios do “Novo Governo” de Esteio
Abaixo, documento Distribuído no Seminário Desafios do novo mandato:
“No encerramento das urnas, ao término do horário para votação, nas eleições municipais, já ambientados com as novas tecnologias, imediatamente tivemos acesso aos números, projeções e em poucas horas tínhamos o resultado com os eleitos e não eleitos. Essa velocidade é uma mostra dês novas exigências. É impensável se considerar o que há pouco se vivia: encerrada a eleição, as urnas eram recolhidas para se começar a contagem de votos, manualmente, e obter o resultado uma semana depois. Destaca-se isso como exemplo, para afirmar que os avanças sociais e tecnológicos imprimem no coletivo, novas expectativas, estabelecendo incompreensões quando não há resposta para suas demanda. A agilidade se apresenta como um imperativo para qualquer administração.
Chegamos ao final de mais uma eleição e os resultados que saem das urnas impõe atenção e necessidade de avaliação sobre o que a população da cidade espera da Administração municipal. É a oportunidade de pensar a cidade e sua próxima gestão, afastando-se de qualquer pauta distinta. A conjuntura eleitoral advinda do resultado das urnas, no âmbito regional e nacional, são tópicos importantes, contudo não se coadunam com o momento.
Qual é o papel de um prefeito? Ao que se propõe a sua frente de apoio ao disputar a administração da cidade? São questões que precisam ser respondidas, a fim de viabilizar um planejamento de atividades para os próximos quatro anos.
Numa disputa que se mostrou acirrada, a capacidade de organização e mobilização fez a diferença. Uma proposta representada num plano de governo, com obras realizadas e a realizar, se constituiu em elemento capaz de viabilizar a vitória nas urnas. Mas, pelo que se acompanhou na campanha eleitoral, não se pode esquecer ou relegar as dificuldades enfrentadas para a reeleição. Ao longo dos primeiros quatro anos de Administração, não se construiu uma hegemonia sólida, o que pode dificultar muito o período que se inicia e inviabilizar uma continuidade de projeto político.
São inegáveis as conquistas alcançadas ao longo da administração, com projetos elaborados e capazes de captar recursos nas diversas esferas de Governo, permitindo ter o que mostrar e projetar ações próximas. Mas é necessário perceber que a cidade não se apropriou das “suas” conquistas. Muitas coisas só foram conhecidas pela disputa eleitoral. Uma falta de percepção da população pelo o que estava e está sendo realizado, apontam para uma clandestinidade, para uma carente interlocução, para uma ineficiente comunicação. Mostrar o que se faz é uma forma de prestação e transparência, permitindo que a população acompanhe e possa opinar. Uma comunicação eficiente não se preocupa só com o que dizer, mas com o que é escutado, compreendido.
Desde o primeiro mandato a atual Administração possui acumulados diagnósticos e projetos. Também, identifica uma enorme dificuldade na implementação e realização das ações definidas. Isso denota que sabe o que precisa fazer, mas lhe falta capacidade de como fazer.
É imperiosa a leitura e compreensão do atual momento em que vive a sociedade, com outra realidade econômica. Mais inclusa, com maior capacidade de consumo, maior capacidade de informação, se encontra com novas carências a exigir da administração municipal outras respostas que não são só as tradicionais de mais saúde, mais educação, etc. A simplicidade de uma praça organizada, de ruas limpas e sinalizadas, de lâmpadas acessas, da constância nos horários do transporte coletivo, da manutenção visual da cidade, no protagonismo da segurança do enfrentamento da ocupação irregular dos espaços públicos por indigentes, pedintes e animais abandonados, podem parecer superficialidades, mas implantam na consciência coletiva, pois estas coisas são visíveis e facilmente perceptíveis. Então, organizar um governo para também enfrentar e responder com presteza e agilidade a essas “singelezas” é necessário.
A vitória nas urnas é uma conquista coletiva e, portanto, a formação do novo Governo deve se pautar pela pluralidade. Não só os partidos, mas todas as demais “forças” que trabalharam e auxiliaram na vitória devem ser consideradas. A toda evidência frente a critérios que possam definir os eventuais ocupantes dos cargos e como deverão exercer tal delegação. Aos indicados desde logo se aponta a necessidade de conjugar duas características: o conhecimento técnico (de como fazer), com a sensibilidade política (do porquê fazer). Como balizador da discussão o Plano de Governo. A partir das diretrizes e ações ali expressas, verificar quem possui perfil e condições de implementar o que se pretende e foi anunciado, com uma combinação de transparência e responsabilização pela ação, com explícitos mecanismos de acompanhamento e “cobrança”.
Administração de uma cidade exige ritmos e agendas sobre os quais, muitas vezes, não tem disponibilidade. O agente político, à frente de determinado órgão, responde pela atuação do Governo como um todo e, também, pelas coisas do cotidiano (orçamento, servidores, materiais, contratações, serviços), além da importante relação com a comunidade. Esse processo exige um comprometimento e uma forte presença na agenda política de governo.
Necessária uma estratégia no relacionamento com a Câmara de Vereadores. Os vereadores são expressões da representação popular e trazem, além das responsabilidades da visibilidade pessoal, a personificação da representação partidária. Não se pode permitir que os nossos vereadores sejam relegados à desinformação e exclusão das coisas da Administração. Estabelecer um canal de comunicação e troca de informações constantes com sua base legislativa, definindo interlocutor, são tarefas irrenunciáveis de um Governo.
Neste processo é preciso reconhecer que a cidade de Esteio encontra-se inserida num contexto metropolitano, onde parte de seus problemas e de suas soluções precisam ser construídas em conjunto com os demais municípios. A inserção metropolitana não é apenas uma escolha, mas uma necessidade objetiva. Neste sentido o “novo” governo deve assumir um papel protagonista no processo de integração nas políticas metropolitanas.
O “novo” governo, num curto período a ser estabelecido, sem descuidar das conquistas alcançadas ao longo do primeiro mandato, deverá se ocupar com o início da sua gestão, optando por apresentar ações que possam impactar a cidade e estabelecer um marco de renovação, simbolizando que se inicia um “novo tempo”, uma nova forma de governar, uma nova forma de se relacionar.
O mapa de votação identifica que regiões da cidade, de forma consistente, não votaram no Prefeito. Qual a razão? O que foi feito ou não foi feito? Qual o motivo da reprovação ou rejeição? Ter estas respostas é necessário, para quem pretende uma administração inclusiva. Para tanto, criar uma estrutura que acompanhe a pluralidade estratificada da cidade, que ouça e identifique suas insatisfações e “angustias”, auxiliará na definição dos movimentos e na construção de uma cidade que seja para todos.
É razoável adotar uma metodologia de administração integrada, com o estabelecimento de um núcleo de decisão que acompanhe e dê ritmo às ações definidas. A administração por projeto é uma alternativa moderna e integradora. A especificação das ações em uma matriz de planejamento possibilita a interlocução entre as estruturas administrativas, reduzindo custos e potencializando a prestação de serviços e, ainda, permitindo um acompanhamento transparente e atualizado das ações de Governo, seus andamentos, prazos e identificação de eventuais “gargalos”. A indução de trabalho conjunto, com abandono de posturas “feudais” é uma atividade inarredável que deverá ocupar as preocupações da “nova” administração.
Um governo que se proponha ao diálogo e estimule espaços para debates, qualificando as relações com os Conselhos Municipais, Organizações e Movimentos Sociais e ainda que contemple a sociedade “desorganizada”. Ampliando sua capacidade de ações e de reconhecimento, consolidando-se como uma opção de administração e constituindo-se protagonista das mudanças.
ORIENTAÇÕES ESTRATÉGICAS
1. Encarar o segundo mandato como um “novo” governo sinalizando estas mudanças com ações emblemáticas;
2. Se comprometer com a execução do Programa de Governo demonstrando que a sua execução irá atender as necessidades mais importantes da cidade;
3. Montar uma equipe de governo experiente com perfil técnico, político e democrático e com capacidade de trabalho planejado e coletivo;
4. Buscar constantemente a eficiência e eficácia na execução das ações;
5. Montar um único sistema de atendimento a comunidade organizando a entrada das demandas e a respostas as mesmas;
6. Montar um sistema de comunicação como centro da ação política do Governo;
7. Montar um sistema de monitoramento das metas por projetos e de avaliação dos indicadores socioeconômicos e ambientais;
8. Instituir o Centro Político de Governo, através, por exemplo, da Junta de Orçamento e Administração;
9. Instituir Conselho Político, com a representação dos partidos e vereadores que compões a base aliada do governo.
Barcaça-tanque “Guapuruvu” segue com petroquímicos para Rio Grande.

A barcaça-tanque “Guapuruvu” foi construída a pouco tempo. Numa parceria entre as empresas Intecniel, Cooperativa dos Trabalhadores Metalúrgicos de Canoas – CTMC, e Estaleiro Sorenav. Sendo que a edificação da embarcação ocorreu na área do Estaleiro Sorenav, no distrito de Barretos, localizado no município de Triunfo. Sua construção é a prova de que em nosso estado nós nunca perdemos a capacidade técnica para construir uma embarcação de qualidade. Apenas reduzimos de forma drástica e dramática a atividade no setor. Fruto muito mais da falta de incentivo e de política pública para o setor naval. Que perdeu muito espaço com a valorização progressiva do transporte rodoviário de carga. Mudar esta visão é um dos nossos desafios. E ele vai além de incentivar a construção para atender a demanda de um grande e único cliente. No nosso caso a Petrobras. É preciso vermos que a navegação vai além deste cliente. Somente assim teremos uma política realista para o setor. No qual ele possa progredir e sustentar-se por muitos e muitos anos.
Foto: Carlos Oliveira
“AS Elenia” atraca para felicidade dos trabalhadores portuários.


Como podemos constatar a falta de investimentos na área portuária esta dando seus sinais há algum tempo. Não só pela redução do tipo de carga movimentada, como também pela redução do número de navios e de carga recebidos e movimentados respectivamente. E isto é preocupante, pois nos torna vulneráveis e nos retira o poder de negociação. Pensem nisso!
Fotos: Carlos Oliveira
“Guarujá” chega a Porto Alegre na manhã de quinta-feira.


Já sua atracação junto as terminal de gás que a Petrobras mantém as margens do rio Gravataí, dependeu da partida do navio-tanque “Guaporé”. Cujo início da manobra estava marcado para às 9 horas da manhã, e ocorreu sem nenhum atraso.
Foto: Carlos Oliveira
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Navio-tanque “Forte de São Marcos” parte rumo ao Rio de Janeiro.

Interessante foi poder registrar seus tripulantes a observar a paisagem local. Pois nesta última viagem o navio-tanque passou a maior parte do tempo fundeado junto ao porto de Rio Grande. A espera da realização de um conserto em peça do navio. Agora em sua nova viagem, fica a esperança de poderem desembarcar do navio. E matar a saudade da terra firme.
Fotos: Carlos Oliveira
Navio-tanque “Guaporé” chega na manhã de quarta-feira.
O navio-tanque “Guaporé”, pertencente a Petrobras, chegou na manhã desta quarta-feira (28) a região de Porto Alegre. Proveniente de Rio Grande, onde havia sido reabastecido de gás liquefeito de petróleo - GLP. Em uma operação de transbordo de carga do navio-tanque “Grajaú”, na qual foram transferidos 2.000 toneladas de produto. Após chegar a capital do Estado, o navio seguiu para o terminal de gás localizado no município de Canoas, as margens do rio Gravataí. Onde deve proceder a descarga do gás e partir novamente para o porto de Rio Grande. Com isto mais uma viagem de abastecimento de GLP ocorre em nosso Estado. Propiciando que todo a nossa população tenha uma vida normal e tranquila. Embora nem perceba o quanto a navegação contribua para que isto seja uma realidade. É desta forma que a navegação garante nosso progresso, desenvolvimento e bem-estar social. E é por este motivo que nós devemos apoiar o seu fortalecimento constante. Pensem nisso!
Foto: Carlos Oliveira
TRANSPARÊNCIA FUNDAMENTAL
PARA UM PAIS CONSTRUIR SEU DESENVOLVIMENTO NÃO PODE FICAR DUVIDA NENHUMA NA CONDUÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PUBLICA FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIPAL.
ESTADÃO
Esquema levou número 2 da Secretaria de Portos a reunião para beneficiar obra
Acusado pela PF de chefiar venda de pareceres técnicos, Paulo Vieira intermediou encontro entre Mário Lima Jr. e o ex-senador Gilberto Miranda
28 de novembro de 2012 | 6h 00
Fábio Fabrini, de O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - O secretário executivo da Secretaria de Portos da Presidência (SEP), Mário Lima Júnior, negociou com a quadrilha acusada de vender pareceres técnicos a liberação de um projeto de interesse do grupo investigado na Operação Porto Seguro, da Polícia Federal.
Número 2 da pasta chefiada pelo ministro Leônidas Cristino (PSB-CE), ele se reuniu com o ex-diretor da Agência Nacional de Águas (ANA) Paulo Vieira, apontado pela PF como chefe da quadrilha, para tratar da construção de um porto privativo na Ilha de Bagres, em Santos, a ser explorado por empresa ligada ao ex-senador Gilberto Miranda. E marcou encontro com o ex-parlamentar, em São Paulo, em viagem bancada com dinheiro público. "Ele (Lima) vai no seu escritório. Aí, você faz um contato direto. A partir de agora, o céu é o limite", disse Vieira em conversa com Miranda, gravada pela PF.
As escutas mostram o roteiro traçado pelo ex-diretor da ANA para cooptar o secretário executivo. Segundo a PF, o porto seria explorado pela São Paulo Empreendimentos, ligada ao ex-senador, que tem como sócio o empresário Luís Awazu. O objetivo era que o governo o declarasse de utilidade ou interesse público, o que dependia do aval da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Secretaria de Patrimônio da União (SPU), além da SEP.
A PF flagrou as negociações com Lima em abril deste ano. No dia 20, ele se reuniu com Vieira e tratou dos interesses da empresa. Os dois ligam para o ex-senador e, com o telefone na função viva-voz, acertam encontro para seis dias depois, em São Paulo. "Será um prazer grande", diz Lima a Miranda.
Helicóptero. De acordo com as escutas, o secretário executivo almoçaria com Vieira em Santos. Depois, seguiria para o escritório do ex-parlamentar, que ofereceu uma carona de luxo para a dupla: "Você não quer que eu mande o helicóptero levar e pegar vocês?", pergunta ao ex-diretor da ANA. "Não, pelo amor de Deus! Você quer derrubar a gente?", reage Paulo Vieira, dando em seguida orientações para o encontro.
Uma das preocupações do grupo era com a reformulação do setor portuário, ordenada pela presidente Dilma Rousseff, que poderia suspender os processos para a liberação de portos. Questionado pelo ex-senador se o secretário daria a "utilidade pública", Vieira responde afirmativamente, segundo as transcrições da PF no inquérito: "Ele é tinhoso, mas vai dar. Vai querer que você peça... aquele negócio que todo político quer".
Miranda pergunta se o número 2 de Cristino tem interesse político, ao que o ex-diretor da ANA explica: "Ele, não. Mas o chefe tem". Os dois acertam, então, acionar uma pessoa identificada apenas por "W".
Segundo a PF, tratava-se do então advogado-geral da União adjunto, José Weber Holanda, supostamente cooptado para ajudar na liberação de parecer favorável ao negócio, em troca de propina. Naquele dia, mais tarde, Weber e Vieira teriam se encontrado.
No dia 22, ao instruir Miranda novamente, Vieira descreve Lima e tranquiliza Miranda. "Conheço o estilo do Mário, Gilberto. Ali nós não vamos ter problema, não. Ele vai fazer aquilo lá... É só saber conduzir direitinho. Ele deve te pedir... aquela firula de político, mas, moral da história", disse o ex-diretor da ANA.
As escutas da PF indicam que a reunião privada com o número 2 da SEP, de fato, ocorreu em 26 de abril, como combinado. "Nós vamos ter o encontro hoje?", questiona o ex-senador. "Eu não viajei, não, mas o Mário deve ter viajado. Estou indo para aí mais tarde e nós devemos encontrar... tá mantida (sic)", responde Vieira, horas antes do compromisso, agendado para o fim da tarde.
De acordo com o Portal da Transparência do governo, Lima recebeu 2,5 diárias, no valor de R$ 1,1 mil, para viajar a São Paulo entre 25 e 27 de abril, embarcando em seguida para o Ceará, seu Estado de origem.
ESTADÃO
Esquema levou número 2 da Secretaria de Portos a reunião para beneficiar obra
Acusado pela PF de chefiar venda de pareceres técnicos, Paulo Vieira intermediou encontro entre Mário Lima Jr. e o ex-senador Gilberto Miranda
28 de novembro de 2012 | 6h 00
Fábio Fabrini, de O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - O secretário executivo da Secretaria de Portos da Presidência (SEP), Mário Lima Júnior, negociou com a quadrilha acusada de vender pareceres técnicos a liberação de um projeto de interesse do grupo investigado na Operação Porto Seguro, da Polícia Federal.
Número 2 da pasta chefiada pelo ministro Leônidas Cristino (PSB-CE), ele se reuniu com o ex-diretor da Agência Nacional de Águas (ANA) Paulo Vieira, apontado pela PF como chefe da quadrilha, para tratar da construção de um porto privativo na Ilha de Bagres, em Santos, a ser explorado por empresa ligada ao ex-senador Gilberto Miranda. E marcou encontro com o ex-parlamentar, em São Paulo, em viagem bancada com dinheiro público. "Ele (Lima) vai no seu escritório. Aí, você faz um contato direto. A partir de agora, o céu é o limite", disse Vieira em conversa com Miranda, gravada pela PF.
As escutas mostram o roteiro traçado pelo ex-diretor da ANA para cooptar o secretário executivo. Segundo a PF, o porto seria explorado pela São Paulo Empreendimentos, ligada ao ex-senador, que tem como sócio o empresário Luís Awazu. O objetivo era que o governo o declarasse de utilidade ou interesse público, o que dependia do aval da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Secretaria de Patrimônio da União (SPU), além da SEP.
A PF flagrou as negociações com Lima em abril deste ano. No dia 20, ele se reuniu com Vieira e tratou dos interesses da empresa. Os dois ligam para o ex-senador e, com o telefone na função viva-voz, acertam encontro para seis dias depois, em São Paulo. "Será um prazer grande", diz Lima a Miranda.
Helicóptero. De acordo com as escutas, o secretário executivo almoçaria com Vieira em Santos. Depois, seguiria para o escritório do ex-parlamentar, que ofereceu uma carona de luxo para a dupla: "Você não quer que eu mande o helicóptero levar e pegar vocês?", pergunta ao ex-diretor da ANA. "Não, pelo amor de Deus! Você quer derrubar a gente?", reage Paulo Vieira, dando em seguida orientações para o encontro.
Uma das preocupações do grupo era com a reformulação do setor portuário, ordenada pela presidente Dilma Rousseff, que poderia suspender os processos para a liberação de portos. Questionado pelo ex-senador se o secretário daria a "utilidade pública", Vieira responde afirmativamente, segundo as transcrições da PF no inquérito: "Ele é tinhoso, mas vai dar. Vai querer que você peça... aquele negócio que todo político quer".
Miranda pergunta se o número 2 de Cristino tem interesse político, ao que o ex-diretor da ANA explica: "Ele, não. Mas o chefe tem". Os dois acertam, então, acionar uma pessoa identificada apenas por "W".
Segundo a PF, tratava-se do então advogado-geral da União adjunto, José Weber Holanda, supostamente cooptado para ajudar na liberação de parecer favorável ao negócio, em troca de propina. Naquele dia, mais tarde, Weber e Vieira teriam se encontrado.
No dia 22, ao instruir Miranda novamente, Vieira descreve Lima e tranquiliza Miranda. "Conheço o estilo do Mário, Gilberto. Ali nós não vamos ter problema, não. Ele vai fazer aquilo lá... É só saber conduzir direitinho. Ele deve te pedir... aquela firula de político, mas, moral da história", disse o ex-diretor da ANA.
As escutas da PF indicam que a reunião privada com o número 2 da SEP, de fato, ocorreu em 26 de abril, como combinado. "Nós vamos ter o encontro hoje?", questiona o ex-senador. "Eu não viajei, não, mas o Mário deve ter viajado. Estou indo para aí mais tarde e nós devemos encontrar... tá mantida (sic)", responde Vieira, horas antes do compromisso, agendado para o fim da tarde.
De acordo com o Portal da Transparência do governo, Lima recebeu 2,5 diárias, no valor de R$ 1,1 mil, para viajar a São Paulo entre 25 e 27 de abril, embarcando em seguida para o Ceará, seu Estado de origem.
“Guaratan” escoa produção da REFAP.

Seu transporte por via fluvial é muito importante, pois garante rapidez e segurança na sua realização. Já que transportá-lo por via férrea equivale a percorrer um caminho muito mais longo e demorado. No entanto a chegada do verão é sempre um momento de preocupação. Pois a redução do nível da água no rio Gravataí acaba por dificultar a navegação. Este fato têm sido tema de muitas discussões, principalmente devido a dificuldade da realização de dragagem no mesmo. E sua solução exige muito mais do que discussões e ações paliativas. Ela passa necessariamente por uma decisão política realista para o problema.
Foto: Carlos Oliveira
Trevo verde segue para Rio Grande.
A barcaça graneleira “Trevo Verde” seguiu na manhã desta quarta-feira (28) para o porto de Rio Grande. Após ter sido carregada com 1.800 toneladas de cavacos de madeira, no terminal de uso privado (TUP) da empresa MITA, localizado às margens do rio Taquari. A barcaça “Trevo Verde” atracou no cais Mauá do porto de Porto Alegre, ali passando todo o dia de terça-feira (27).


Foto: Carlos Oliveira
“Taurogas” recebe carga de Butadieno do “Gas Puffer”.


O “Taurogas” veio do porto do Rio de Janeiro e tem como próximo destino o porto de San Lorenzo, na Argentina. Já o “Gas Puffer” que havia partido do terminal Santa Clara, e tinha como próximo destino o porto de Montevidéu, teve seu viagem alterada. Devendo retornar para o município de Triunfo, onde se localiza o Polo Petroquímico. Mudanças deste tipo são comuns na navegação. E refletem perfeitamente a dinâmica das relações comerciais e a busca pela conciliação dos vários interesses envolvidos tanto na produção como no transporte de produtos petroquímicos.
Fotos: Carlos Oliveira
“Prof Lelis Espartel” atraca em Rio Grande com farelo de soja.
A barcaça graneleira “Prof. Lelis Espartel” atracou às 6 horas da manhã desta terça-feira (27) no terminal da empresa Bianchini de Rio Grande. Ela vinha do terminal da Bianchini instalado as margens do rio dos Sinos no município de Canoas. Com um carregamento de 2.779 toneladas de farelo de soja, tipo Lowpro. E deve depois de concluída esta operação de descarga, receber um carregamento de 3.000 toneladas de trigo para sua viagem de retorno a região metropolitana de Porto Alegre.
Foto: Carlos Oliveira
Barcaça graneleira "Germano Becker" transporta peças de guindaste.

A respeito da barcaça “Germano Becker” podemos complementar mais algumas informações. Já que sua viagem de ida até o porto de Rio Grande teve como motivo, transportar 2.000 toneladas de cavacos de madeira. Carga oriunda da empresa MITA. E com destino final o Terminal Marítimo Luiz Fogliatto S/A. Sua atracação neste terminal ocorreu no domingo, dia 25 de novembro, por volta das 8 horas da manhã. E a desatracação realizou-se às 20:10 de segunda-feira (26).
Foto: Carlos Oliveira
terça-feira, 27 de novembro de 2012
"Trevo Branco" segue do rio Taquari para Rio Grande.

Nas fotos é possível de se ver a barcaça “Trevo Branco” em dois momentos distintos de sua recente viagem. Na foto de melhor qualidade, ela é vista quando retornava de Rio Grande, domingo (25), vazia. Já na segunda fotografia, a barcaça flagrada navegando rumo a Rio Grande, no início do anoitecer.
Fotos: Carlos Oliveira
Navio-tanque “Zeugman” segue para portos de Rio Grande e Buenos Aires.

Foto: Carlos Oliveira
Partiu de Triunfo o navio-tanque “Gas Puffer”.

Foto: Carlos Oliveira
“Germano Becker” transporta cavacos de madeira para Rio Grande.

Foto: Carlos Oliveira
“Prof. Luiz L de Faria” retorna de Rio Grande com carregamento de trigo.

Sobre o “Orchard Bulker”, podemos informar que o navio mede 179,90 metros de comprimento e possui 28,40 metros de largura. O navio veio do porto argentino de Bahia Blanca e seu próximo porto será o de Santos no estado de São Paulo. Atracou no Terminal Marítimo Luiz Fogliatto S/A às 21:35 de terça-feira (20), e partiu às 16:15 da segunda-feira (26). Durante sua estadia no porto de Rio Grande, desembarcou em nossa terra 25 mil toneladas de trigo. Contribuindo desta forma para que nossa alimentação seja mais rica e saudável. E garantindo a geração e manutenção de empregos na longa cadeia de processamento do trigo.
Foto: Carlos Oliveira
Barcaça “Prof. David Cunha” transporta farelo de soja para exportação.

Posteriormente a barcaça foi carregada com 3.000 toneladas de trigo provenientes do navio mercante “Orchard Bulker”. Para ser enviada à unidade da empresa Bianchini, no município de Canoas.
A barcaça “Prof. David Cunha” contribui desta forma para o nosso desenvolvimento econômico. Enviando a um custo mais baixo parte da nossa produção. E trazendo, também a um custo menor, o trigo tão necessário a alimentação de todos nós.
Foto: Carlos Oliveira
“Trevo Leste” leva cavacos de madeira e traz fertilizantes.
A barcaça graneleira “Trevo Leste” de propriedade da Navegação Aliança realizou o transporte de 1.650 toneladas de cavacos de madeira entre Canoas e Rio Grande. Sua chegada em Rio Grande ocorreu às 14:19 de quarta-feira (21), quando a mesma atracou no Terminal Luiz Fogliatto S/A, vinda do terminal da empresa Bianchini de Canoas. Na sequência a barcaça partiu para o terminal da empresa Yara Brasil fertilizantes S/A com o intuito de ser carregada com 3.000 tonelada de fertilizantes. Fato que ocorreu precisamente às 09:05 da sexta-feira (23). Desta forma a barcaça graneleira pode ser carregada e seguir viagem para a região metropolitana de Porto Alegre. Local de descarga deste novo carregamento que a mesma foi contratada para transportar. Desta forma fica visível a importância da navegação para nossa economia. Auxiliando de maneira ímpar na redução de custos de transporte. De forma a influenciar em toda a cadeia produtiva de nosso estado.
Foto: Carlos Oliveira
“Trevo Vermelho” leva cavacos de madeira e traz trigo.

Foto: Carlos Oliveira
Bobinas de papel jornal são descarregadas em Rio Grande.
Encontra-se atracado no porto Novo de Rio Grande, o navio mercante “Harefield”, que mede 187,50 metros de comprimento e possui 28 metros de largura. A embarcação que possui bandeira de Bahamas veio para descarregar 5.737 toneladas de bobinas de papel jornal. Produto que até bem pouco tempo era descarregado totalmente no porto de Porto Alegre, principal centro consumidor do Estado. A perda deste tipo de operação representou um empobrecimento muito grande para o porto de Porto Alegre. Não só pelo fato de deixar de operar com um produto, mas principalmente por ter influenciado na redução da receita proveniente desta operação. No qual tanto o porto quanto os trabalhadores envolvidos na operação eram beneficiados. Em contrapartida, estas bobinas agora são transportadas por via rodoviária, de Rio Grande até Porto Alegre. Onde o seu maior consumidor é a empresa RBS, proprietária de vários jornais impressos, do qual a “Zero Hora” é o principal.
Se para os trabalhadores portuários avulsos (TPA) não há explicação para o fato de nosso porto ter perdido a operação. Que era classificada como a melhor de todo o Brasil. Levando-se em conta não só a rapidez da descarga, mas o mais baixo índice de avaria da mesma. Para quem tem bom senso isto também não se explica. Principalmente na “era do politicamente correto”. Onde se busca racionalizar os custos econômicos, financeiros e sociais. Nesta lógica, trazer por estradas uma carga deste tamanho é não só antieconômico como gera um índice de poluição enorme. Monóxido de carbono que contribui para o efeito estufa, e para o aumento da poluição do ar que nós respiramos. Sem falar no consumo de combustível fóssil, que nos é tão caro conseguir. E principalmente pelo aumento do risco de acidentes em nossas estradas.
Se queremos um mundo melhor. Com uso racional de nossos recursos naturais. Temos de rever algumas atitudes.
Se queremos nossas estradas mais seguras, com menos acidentes e menos mortes. Temos de rever nossos procedimentos.
Se queremos que o porto de Porto Alegre cumpra seu papel econômico e social. Temos de capacitá-lo para assim poder servir.
Pensem nisso!
Fotos: Carlos Oliveira
O porto dos fertilizantes! Até quando podemos aceitar esta realidade?


Se quando chega um navio, devemos comemorar o fato. A ausência dos mesmos deve ser motivo de reflexão. Isto revela que há problemas para serem identificados e resolvidos. Do meu ponto de vista, nossa realidade é fruto dos erros cometidos no passado. Do qual a falta de visão sobre a importância de se investir no porto é apenas um dos pontos importantes. Por isto, tenho repetido seguidamente que nosso governo pode tratar do caso. Pois a realidade que vivemos não é fruto de um único governo, mas sim dos diversos que administram nosso Estado nas últimas décadas.
Possivelmente nesta terça-feira (27) o porto de Porto Alegre receberá a visita de um novo navio mercante, o “AS Elenia”. Que traz em seus porões 5.000 toneladas de fertilizantes. Um volume pequeno, mas que será muito bem vindo, já que dará oportunidade de trabalho aos nossos trabalhadores avulsos. É neste contexto que levanto aqui a questão: Será que a vocação de nosso porto é ser apenas um porto recebedor de fertilizantes? É isto o que queremos para nossa economia? Ou podemos fazer algo para mudar esta situação? Por que motivo, tantos portos progridem dando dinamismo a economia de suas regiões de influência; e o nosso porto não consegue fazer isto com a nossa região? Até quando vamos aceitar esta realidade?
Pensem nisso! Pois esta pode ser uma grande solução!
Fotos: Carlos Oliveira
Barcaça “Trevo Roxo” transporta farelo de soja.
A barcaça graneleira “Trevo Roxo”, de propriedade da Navegação Aliança transportou 3.000 toneladas de farelo de soja, do tipo Lowpro. O produto foi embarcado no terminal de uso privado (TUP) da empresa Bianchini, instalado no município de Canoas. E teve como destino final o terminal que a Bianchini mantém na área do Super Porto de Rio Grande. A atracação ocorreu às 19:35 da quinta-feira (22). E o início da operação de descarga começou às 3 horas da madrugada de sexta-feira (23).
Esta é a força da nossa navegação interior. Que transportando a nossa produção contribui para o nosso crescimento econômico e social.
Foto: Carlos Oliveira
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Barcaça “Guaratan” inicia nova viagem para Rio Grande.

Foto: Carlos Oliveira
Barcaça-tanque “Guarita” inicia nova viagem rumo a Rio Grande.


Fotos: Carlos Oliveira
Navio tanque Guará parte na manhã de quinta-feira.

Fotos: Carlos Oliveira
Navio-tanque “Forte de São Marcos” chega ao Polo Petroquímico de Triunfo.


Fotos: Carlos Oliveira
Navio-tanque “Zeugman” retorna de viagem a Rio Grande.

Fotos: Carlos Oliveira
Mais qualidade para o leitor do blog.


Assim como no ano passado ele havia adquirido uma nova máquina fotográfica. E pela primeira vez o site oficial da SPH pode vincular boas imagens dos navios que atracaram no porto de Porto Alegre. Desta vez o benefício esta sendo repassado para o blog VCVESTEIO. Sendo que, a cada aquisição, o objetivo é melhorar os recursos e a qualidade dos equipamentos utilizados. E esta melhora deverá ser observada no futuro com mais intensidade. Pois novas fotografias vão ser feitas de alguns navios que por aqui passam. Gerando novas fotos com uma qualidade maior. Também será possível ver detalhes antes escondidos pela limitação do equipamento. Como é o caso das fotografias aqui apresentadas. Onde em primeiro plano se vê o navio-tanque “Taurogas”, mas ao fundo é possível de se ver entre as árvores o navio-tanque “Gas Puffer” fundeado no rio Jacuí. Nas proximidades do acesso ao Canal “Santa Clara”, do Polo Petroquímico de Triunfo. Ou o próprio polo petroquímico como a outra fotografia também mostra. É claro que, para que isto ocorra, é preciso ter a conjugação de outros fatores externos importantes. A boa posição do fotógrafo, um dia com céu limpo, sem poluição e com baixa umidade do ar; além da iluminação ideal.
Com isto fico feliz de compartilhar esta melhora do material aqui disponibilizado. Pois se para muitos o assunto é de difícil compreensão. Sei que com um texto de vocabulário mais simples e melhor trabalhado, bem acompanhado por belas imagens, atinjo o meu objetivo. De formar opinião pública, dando subsídio para que o leitor possa refletir sobre o que lhe é apresentado pelos meios de comunicação privados ou estatais. Formando seu próprio julgamento sobre os fatos do mundo que o cerca.
Obrigado!
Fotos: Carlos Oliveira
19 de Novembro – Dia da Bandeira.


Um registro especial foi feito quando do primeiro dia em que isto ocorreu. Quando os guardas portuários Fábio e Sandro, lembrando-se do seu tempo de quartel, felizes hastearam as bandeiras no terraço do prédio da administração. A bandeira da SPH, talvez pela primeira vez em sua história também estava lá. Mostrando para a cidade sua existência. Buscava assim resgatar o espírito patriota e de pertencimento que o porto deveria ter para os seus funcionários e para a cidade. Este foi apenas um gesto simples, Mas que no conjunto de outros gestos, principalmente no campo administrativo mudaram a dinâmica da autarquia. Em dados comprovados pela Secretaria da Fazenda, que acusou um aumento de 100% na arrecadação; pela Marinha do Brasil, que me concedeu uma medalha de “Amigo da Marinha”; pela própria comunidade portuária, que viu uma melhora nas condições de trabalho por parte dos operadores portuários propriamente dito.
No entanto, a maior parte deste ano eu não estive mais a frente da SPH. E um dos fatos que me chamou muito a atenção, foi exatamente a ausência das bandeiras junto ao terraço prédio da administração. Nas várias vezes em que vim a Porto Alegre, isto sempre me marcou. Esperei em silêncio que as datas, antes relacionadas como de hasteamento habitual, chegassem. E para decepção tanto na semana da pátria quando na semana farroupilha, as bandeiras não tremularam no topo dos mastros. Apenas no dia da bandeira, que também não é feriado, isto ocorreu. Ao escrever este texto, não estou criticando ninguém. Apenas expresso meus sentimentos e a esperança sempre renovada de que um dia nosso Brasil seja um país melhor de se viver e trabalhar. Pois sei que para que isto não é preciso de muita coisa. Apenas de pequenos e singelos bons atos. Feitos e repetidos dia após dia.
Pensem nisso!
Baixo segue link para a letra do hino à bandeira. Simples e fácil de gravar. E que revelam a sabedoria de nosso grande poeta Olavo Bilac.
http://www2.planalto.gov.br/presidencia/simbolos-nacionais/hinos/hino-a-bandeira-nacional-letra-pdf-17.5-kb
Fotos: Carlos Oliveira
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