quarta-feira, 27 de junho de 2012
CAFÉ COM PETRACCO
Foi nesta manhã, que participei de um café, com um dos principais fundadores e reorganizadores do PSB no Rio Grande do Sul o Eng. Fulvio Petracco.
Foi também meu Padrinho e abonador da minha filiação em 1987.
2 de julho, marca data da reorganizacao em 1985, do PSB nacional.
Um abraço e uma linda manhã de quarta-feira
QUEM GANHA É ESTEIO
Oi amigos!
Hoje, na Escola Municipal Osvaldo Aranha, às 19 horas, o Gov. Tarso Genro, vai fazer o Lançamento do PAC Mobilidade de Esteio.
Serão anunciados investimentos de R$ 9,5 milhões para a pavimentação de 12 km em rodovias municipais.
ANÚNCIOS
– Obra na Av. Presidente Vargas com extensão de 4,1 km – R$ 3,73 milhões.
– Obra na Rua Fernando Ferrari com extensão de 1,6 km – R$ 844,8 mil.
– Obra na Rua Senador Salgado Filho com extensão de 2,34 km – R$ 1,30 milhão.
– Obra na Avenida Padre Claret com extensão de 2,61 km – R$ 1,75 milhão.
– Obra na Avenida Dom Pedro com extensão de 1,34 km – R$ 996,96 mil.
– Subtotal: obras com extensão de 11,99 km orçada em R$ 8,64 milhões
– Projetos – R$ 430 mil
– Fiscalização de Obras – R$ 440 mil
– Subtotal: R$ 870 mil
– TOTAL: R$ 9,51 MILHÕES
– Estado (90%): R$ 8,56 milhões
– Prefeitura (10%): R$ 951,16 mil
VALE LEMBRAR:
PSB, PDT, PPL E PRB FAZEM PARTE DA BASE ALIADA DO GOVERNO DO ESTADO, PORTANTO COLABORAMOS PARA QUE ESTES RECURSOS SEJAM DIRECIONADOS PARA
ESTEIO.
Professor Sergio Barros ministra curso gratuito sobre risco ambiental.
Iniciou-se na segunda-feira (25) o curso gratuito sobre “Risco Ambiental”, promovido com recursos públicos oriundos da Diretoria de Portos e Costas - DPC, da Marinha do Brasil. A elaboração do curso ficou a cargo da Fundação Para os Estudos do Mar – FEMAR, com sede no Rio de Janeiro. E o mesmo ocorre em parceria com o Órgão Gestor de Mão-de-Obra – OGMO, do porto de Porto Alegre.


Para ministrar o curso, foi indicado o experiente professor Sergio Barros, da Universidade Federal Fluminense – UFF. O professor Sergio Barros já ministrou no ano passado o curso sobre “Gestão em Meio Ambiente”, em Porto Alegre.
Veja o link: http://www.sph.rs.gov.br/sph_2006/content/noticias/noticias_detalhe.php?noticiaid=604.
E recentemente teve uma de suas alunas orientandas, Denise dos Santos Leite ministrando, nos mesmos moldes, o curso sobre “Direito Ambiental”. Veja o link: http://www.vcvesteio.blogspot.com.br/2012/05/portos-e-meio-ambiente-todo-cuidado-e.html

Embora os cursos sejam de pequena duração, o maior valor dos mesmos é o de alargar os conhecimentos de quem trabalha no porto e com navegação. Possibilitando que o mesmo seja não apenas um trabalhador passivo, mas que possa interagir positivamente no processo. Contribuindo para evitar que problemas ambientais surjam ou se agravem. Devemos lembrar também, que o Estado, via Superintendência de Portos e Hidrovias – SPH é cobrado pelos órgãos federais, entre eles a Agência Nacional de Transporte Aquaviário – ANTAQ por não possuir um corpo técnico qualificado para o assunto. E que no ano passado, o esforço para suprir esta deficiência envolveu inclusive o deslocamento de um funcionário do Porto de Pelotas, para assistir ao curso. E com isto buscar minimizar as deficiências existentes. Na época também foi incentivado aos guardas portuários que o cursassem. Pois este é o único setor da autarquia que realmente trabalha 365 dias por ano, 24 horas por dia. Logo sua qualificação era vista como essencial para a identificação de possíveis ameaças. Podendo com isto, de pronto, acionar os mecanismos de resposta a qualquer incidente.
Fica aqui os parabéns ao professor Sergio Barros, que de forma singela, mas prática, tem contribuído efetivamente para a qualificação daqueles que se interessam pelo estudo e acreditam ser possível termos um mundo melhor.
Foto: Carlos Oliveira
Chega a Porto Alegre dois navios da Petrobras com carregamento de gás.

Após ter sofrido a inspeção rotineira dos órgãos de fiscalização portuária, o navio-tanque “Guaporé” navegou até o terminal Tergasa, ocasião onde foi escoltado pelos rebocadores que o auxiliam na manobra de atracação. Já o navio-tanque “Guajará” ficou na área de fundeio aguardando sua vez de ir descarregar no terminal.

Fotos: Carlos Oliveira
Atraca na capital o navio mercante “Delia” de bandeira cipriota.
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Atracou no final da manhã desta quarta-feira (27), no porto de Porto Alegre o navio mercante “Delia”. Em seus porões há um carregamento de 10.051 toneladas de insumos para a indústria de fertilizantes.
A embarcação que pertence ao armador polonês Polsteam Polish Steamship Co, esta registrada no porto de Limassol, da ilha de Chipre. Medindo 186,29 metros de comprimento e possuindo 30,01 metros de largura, o navio foi construído pelo estaleiro búlgaro da cidade de Varna, Bulyard Shipbuilding Industry, no ano de 1998. E antes de chegar a capital do Estado, o navio fez uma escala no porto de Paranaguá.
Foto: Carlos Oliveira
D&F Logística traz a Porto Alegre navio mercante “Lubie”.
A operadora portuária D&F Logística trouxe na manhã desta terça-feira (26) o navio mercante “Lubie” com um carregamento de 4.428 toneladas de fosfato monoamonico (MAP).
Com 189,59 metros de comprimento e medindo 23,61 metros de largura, o “Lubie” é uma embarcação nova. Construído no ano de 2011, pelo estaleiro chinês Mingde Heavy Industry, da cidade de Nantong. Seu proprietário é o armador polonês Polsteam Polish Steamship Co, da cidade de Szczecin.
Sua viagem ao Brasil iniciou-se no porto marroquino de Jorf. Sendo que antes de chegar a Porto Alegre ele fez escala no porto de Paranaguá, aonde chegou e fundeou no dia 28 de maio. Sua saída ocorreu no dia 09 de junho com destino ao porto de Rio Grande chegando e fundeando, fora da barra, no dia 11. Após esperar por 13 dias, finalmente pode entrar na madrugada do dia 24 e atracar no Terminal de Uso Privado (TUP) da empresa Yara. Neste descarregou 2.040 toneladas de NP e 2.460 toneladas de fosfato monoaminico (MAP).

Como se pode observar dois são os fatos que nos chamam a atenção. O primeiro diz respeito à construção naval em si. Onde se observa que no mundo há um grande esforço na construção de navios. Este fato representa a geração de empregos. Que no nosso caso esta focado única e exclusivamente no atendimento a demanda da Petrobras e do Pré-Sal. Nós não vemos discursos falando em se construir navios para a navegação mercante comercial, seja ela nacional ou estrangeira. Isto revela o quanto nosso atual programa é dependente de um único projeto, de uma única empresa. Fato que pode ser extremamente perigoso para o seu sucesso futuro.
O segundo fato também revela um dos nossos pontos fracos, e que compromete nosso desenvolvimento econômico. A espera de uma embarcação por 13 dias para poder operar em um terminal, demonstra o quanto há falta de política para a modernização de nossos portos e dos seus terminais. Criar linhas de financiamento barato para a modernização dos mesmos é garantir maior agilidade aos nossos portos. Cobrar que as empresas invistam é necessário, pois quem se beneficia com este investimento é não só o terminal, o porto, mas toda a cadeia produtiva. Barateando os custos e atraindo mais e mais cargas para nossos portos e terminais. Ter uma política clara para o setor é termos garantia de que dias melhores virão. Pois se há fila de navios esperando para carregar ou descarregar, certamente haverá filas de caminhões com o mesmo objetivo. E isto resulta em uma elevação dos nossos custos operativos, que em nada nos beneficiam. Como podemos ver, é preciso dar condições para que o nosso desenvolvimento ocorra. E isto compete tanto ao setor político, quanto o empresarial. E o primeiro passo, passa necessariamente por mostrar que o sistema atual têm problemas e exige soluções.
Foto: Carlos Oliveira
terça-feira, 26 de junho de 2012
Transformadores partem em balsa para o Espírito Santo.


Antes da partida da balsa, ocorreu uma vistoria técnica obrigatória por parte da Marinha do Brasil, a fim de liberar sua viagem. Já os transformadores se destinam à Subestação de Viana, no Estado do Espírito Santo. E o tempo de viagem até o porto de Vitória é estimado em torno de 4 dias.
Fotos: Carlos Oliveira
Polo Naval – Uma realidade muito mais ampla do que apenas grandes estaleiros.

Na falta de planejamento, a cidade viu-se diante de uma série enorme de desafios. Cujo esforço vai exigir além de recursos financeiros, planejamento, dedicação e mão de obra qualificada. Tanto para o setor de construção dos navios em si, quanto para o da administração pública, da saúde, da educação, e assim por diante.

Neste ponto, no RS, apenas algumas empresas sobreviveram e sobrevivem a duras penas. E é graças a elas que a nossa navegação interior continua a executar sua missão de garantir o nosso desenvolvimento socioeconômico, transportando produtos e mercadorias pelas águas de nossos rios, lagoas e lagos.
Um exemplo vivo desta realidade é o estaleiro localizado na ilha da Pintada, em Porto Alegre. Aquele espaço estratégico, já foi ocupado por uma série de empresas. Sua vocação sempre foi a de dar suporte à manutenção das embarcações. Hoje o mesmo é administrado pela empresa Navegação Green Card Ltda, com sede na capital do Estado. Graças a sua existência, é que ele pode atender a uma emergência ocorrida com o rebocador “TS Atirado”, da empresa carioca Tranship. Pois o rebocador, em seu percurso até Porto Alegre, colidiu contra um objeto submerso, danificando seu sistema de propulsão. Fato que tornou obrigatório seu reparo de forma emergencial, para que ele possa seguir sua viagem de volta.
No qual ira rebocar uma balsa carregada com quatro transformadores. Para este tipo de reparo exige-se que a embarcação seja retirada da água. Operação rotineira, mas não por isto menos complexa e delicada. O que devemos ver e aprender com este fato é de que quando se fala em Polo Naval, não devemos apenas pensar em grandes projetos. Devemos alargar nosso horizonte e ver a questão sob o prisma das pequenas e médias empresas que vão prestar serviço à navegação de apoio e interior também. No setor da construção naval, uma embarcação de pequeno ou médio porto dificilmente será atendida por um estaleiro de grande porte. Isto porque este estaleiro não foi feito para isto. Sua concepção é totalmente diferente. E se nós queremos realmente ter uma navegação forte e um Polo Naval consolidado, isto vai exigir que nós também pensemos nos pequenos e médios estaleiros. Pois seu trabalho é fundamental para que isto ocorra.
Dar condições para que os mesmos consigam financiamento, visando sua melhoria técnica é um passo importante. Mas não é o único. Não podemos nos esquecer de que são as pequenas e médias empresas as que mais geram trabalho. Fortalecê-las é ter a certeza de que nossos jovens terão uma vaga de trabalho no futuro. E que nossa economia terá o dinamismo que desejamos que tenha.
Fotos: Carlos Oliveira
domingo, 24 de junho de 2012
Navio chinês embarca farelo de soja com destino à Espanha.
O “Trevo Branco” possui 90,61 metros de comprimento e 15,50 metros de largura. Quando vazio possui peso total de 1.572 toneladas. Já o “Yuan Hui Hai” é um gigante ao seu lado. Seu comprimento total é de 225 metros e sua largura é de 32,26 metros. Já seu peso vazio é de 26.208 toneladas, e sua capacidade máxima de carga chega a 40.473 toneladas.
A comparação serve para que possamos ter uma noção das grandezas que o setor da navegação possui. Ela não deve nos assustar, pois cada tipo de embarcação cumpre uma missão exclusiva. Enquanto o “Trevo Branco” é apropriado para navegar nos nossos rios interiores. Com restrição de profundidade. O “Yuan Hui Hai” foi projetado para navegar em alto-mar. E transportar o maior volume possível de produtos. Assim como o “Trevo Branco” teria dificuldades no transporte de longo curso (internacional), ao “Huan Hui Hai” seria impossível atuar na navegação interior. Isto nos ensina que saber projetar um navio é o primeiro passo para que o mesmo seja um sucesso. E nós não devemos nos iludir com o tamanho, pois o que importa é a harmônio entre seu objetivo, seu projeto, e a realidade onde o mesmo será empregado.
Em tempo, o navio mercante “Yuan Hui Hai” partiu no final da tarde de sexta-feira (22), com destino ao porto espanhol de Huelva. Localizado na costa atlântica da Espanha, entre o Sul de Portugal e o estreito de Gibraltar. O sucesso de sua rápida passagem pelo nosso porto de Rio Grande é a certeza do empenho das empresas privadas. Que trabalha duro para conquistar a eficiência no bom atendimento de seus clientes.
Foto: Carlos Oliveira
Retiradas primeiras peças do ex-navio paraguaio “Mariscal José Felix Estigarribia”.
Enquanto prosseguem os trabalhos e desmontagem do ex-navio paraguaio “General Bernardino Caballero”, atracado na última doca do cais Mauá, do Porto de Portos Alegre. Esta semana ocorreu a retirada das primeiras peças de bordo do também ex-navio paraguaio “Mariscal José Felix Estigarribia”, que se encontra atracado no cais Navegantes.
A operação envolveu a remoção das tampas dos porões, do mastro da proa, e do pau de carga do navio e sua colocação em terra. Aos poucos a embarcação esta sendo limpa e preparada para a remoção de partes maiores e de maior visibilidade. Agora vamos esperar para ver quais serão os próximos passos do desmanche das embarcações.
Navio “Mariscal José Felix Estigarribia completo no dia 19/06/2012
Navio “Mariscal José Felix Estigarribia já sem as tampas dos porões, pau de carga e mastro da proa. Que se encontram depositados em terra ao lado da embarcação, no dia 21/06/2012.
Fotos: Carlos Oliveira
Navio mercante “Kickapoo Belle” descarrega sal e parte vazio.



Fotos: Carlos Oliveira
Navio mercante panamenho “Triton Stork” chega na manhã de sábado.
No final da manhã deste sábado (23) chegou ao porto de Porto Alegre o navio mercante panamenho “Triton Stork”. A embarcação que esta sob responsabilidade da Agência Marítima Orion, carrega em seus porões 7.250 toneladas de cloreto de potássio (KCl), originalmente embarcado no porto belga de Antuérpia.
Em sua viagem pelo Brasil, o navio fez escala no porto de Aratú, na Bahía, onde descarregou 8.001 toneladas para a empresa Bunge, 5.000 toneladas para a empresa Fertnor e 6.000 toneladas para a empresa Fertinor. Sua segunda escala foi no porto de Santo – SP. Onde fundeou no dia 31 de maio às 14 horas e ficou aguardando liberação para atracar. Isto só ocorreu no dia 16 de junho, às 14:30. Toda esta espera se deveu não só ao elevado movimento do porto paulista, mas também a paralisação dos cerca de 7.000 Trabalhadores Portuários Avulsos (TAP), devido a divergências com relação a decisão do Ministério do Trabalho e Emprego, que buscou regularizar a jornada de trabalho. Esta espera tanto para atracar quanto para descarregar, por sua vez, representa grande perda para o país, pois encarece o custo final do produto adquirido pela nossa indústria de fertilizantes. E terá de ser repassado aos seus clientes, resultando na elevação de todo o custo da cadeia produtiva.

Foto: Carlos Oliveira
Exposição que busca valorizar hidrovia no espaço do CREA-RS.
A exposição composta de 12 banners idealizada na minha gestão a frente da Superintendência de Portos e Hidrovias – SPH, e que visa divulgar a importância da navegação, dos portos interiores e da hidrovia, ganha novo endereço. Desta vez ela foi montada na sala de atendimento da sede do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Sul – CREA-RS, localizado na rua São Luis, esquina com a avenida Ipiranga, em Porto Alegre.
Nas belas fotografias que revelam não só a sensibilidade do fotógrafo, mas que registram parte do passado ressente e do presente da navegação em nosso Estado. A exposição busca provocar a reflexão de quem a vê. Nela é possível de se ver um navio navegando cheio de contêineres. Fato que ocorreu por um breve período de tempo, e que foi abandonado. Como resultado, temos mais caminhões trafegando pelas nossas rodovias. Em outra fotografia é possível de se ver o porto da Capital com três navios atracados e descarregando simultaneamente. Ao mesmo tempo que isto é estimulante, também possibilita o questionamento do porque esta visão é tão rara no nosso dia-a-dia. E o quanto a hidrovia ou os nossos portos interiores são subutilizados.
Com relação ao atual espaço em que ela se encontra, nas dependências do CREA, abre-se uma nova oportunidade para reflexão. Já que não existe navegação sem que haja interação com a sociedade de engenharia. Sem engenheiros não se projetam nem se constroem navios, guindastes, instalações e todos os equipamentos necessários ao bom funcionamento das embarcações e dos portos. Os engenheiros também estão presentes na construção da hidrovia. Projetando seu traçado de forma a garantir maior segurança aos navios que a utilizam. Por este motivo, fico feliz em vê-la neste local tão nobre de nossa sociedade organizada. E desejo que a mesma consiga cumprir seu propósito maior de, por meio da reflexão plantar a semente de um futuro melhor.

Exposição: “Sistema Hidroportuário como sustentabilidade econômica, social e ambiental para o desenvolvimento do RS”.
Fotos de Carlos César Reis de Oliveira
Local: Sede do CREA-RS, Rua São Luis esquina Av. Ipiranga – Porto Alegre
Período: De 18 de junho há 06 de julho de 2012.
Horário Comercial
Fotos: Carlos Oliveira
Políbio Braga - Reeleição em Esteio
ESTE MATERIAL FOI RETIRADO DA COLUNA DO POLÍBIO BRAGA - EDIÇÃO DO DIA 23 e 24 DE JUNHO DE 2012.
Prefeito do PT de Esteio disputará a reeleição contra forte candidato socialista, Vanderlan Vasconcelos
O prefeito de Esteio, Gilmar Rinaldi, do PT, enfrentará um osso duro de roer na sua tentativa de reeleição. Ele será ungido neste sábado e contará com o apoio do PTB, PV e PMDB. O PMDB entrará com o vice.
. Desta vez, o PT terá pela frente um candidato altamente competitivo, Vanderlan Vasconcelos, do PSB, que construiu forte aliança com PDT, PP, PPS, PSDB e DEM. Seu vice é Francisco Alves, do PDT.
- Esteio fica a 10 minutos do centro de Porto Alegre e tem 66 mil eleitores.
Vanderlan Vasconcelos
PRA SER FELIZ SEMPRE
Estados que sustentam o Brasil. Pasmem!
Tínhamos esse sentimento. Entretanto não sabíamos da veracidade desses números, cujas diferenças são astronômicas . Dá para fazer uma boa reflexão acerca da situação econômica e social das regiões, bem como o uso pelo poder político da situação.E ainda querem criar mais estados no Brasil.
Na federação norte-americana, a regra básica foi que para entrar na União, o Estado produzisse riquezas e fosse auto-suficiente... E aqui, existe regra?
Veja abaixo quanto cada Estado recebe e repassa ao Governo Federal (via arrecadação de Impostos ). Depois faça as contas e veja quem sustenta quem? É assustador...
O Brasil que trabalha...
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Maranhão - O que recebe mais esmola, seguido da Bahia e do Pará.
E a conta só não está mais feia porque não listamos Brasília, a CAPITAL DOS "ALI-BABÁS"...
Agora você entende porque a popularidade "deles", lá em cima, é muito alta?
Dos estados da federação:
a) 18 = Dão prejuízo, recebem, mordem...
b) 08 = Dão Lucro (Pagam pra Viver).
Divulgue a seus amigos.
Eles também devem conhecer.
"O único lugar onde sucesso vem antes do trabalho é no dicionário." (Einstein)
E A TERRA DO SARNEY OCUPA O PRIMEIRO LUGAR..
QUEM SABE!!!
23/06/2012 - 5:42
Josias de Souza

Sob a presidência de Eduardo Campos, o PSB sempre foi um parceiro conflituoso. Nos dois mandatos de Lula, questionava a “hegemonia conservadora” atribuída ao PT e ao PMDB na coligação. Na gestão de Dilma, adornada com a presença de Michel Temer na vice, o incômodo aumentou. A perspectiva de repetição da chapa Dilma-Temer em 2014 transformou a pregação num cavalo de batalha.
Até aqui, o PT trabalhava com a hipótese de que Eduardo estivesse jogando um jogo de dois tempos. No primeiro, tentaria virar o vice de Dilma em 2014. No segundo, iria a campo como presidenciável em 2018. Agora, o petismo rumina a suspeita de que o governador pernambucano tenta queimar a primeira etapa. O sonho da Presidência lhe teria subido à cabeça.
O que mais inquieta os operadores do PT são as informações que lhes chegam sobre as análises que Eduardo sussurra em suas conversas privadas. O governador estima que a crise econômica será maior do que a capacidade de Dilma de gerenciá-la. Prevê que, em seis meses, os efeitos da ruína europeia começarão a ser sentidos no mercado de trabalho brasileiro.
A política é feita de apostas. Mas dissemina-se no PT a impressão de que Eduardo contraria a fama de articulador tarimbado e mete-se numa aposta perdida ao escorar seu projeto pessoal no infortúnio de Dilma. Erra ao supor que, confirmando-se o seu vaticínio, Lula não terá saúde para uma nova candidatura. Erra de novo ao desconsiderar que Dilma pode prevalecer sobre a crise, deixando-o na posição do jogador que levanta da mesa sem dinheiro para o táxi.
Ao empurrar o PSB para dentro da coligação petista de Fernando Haddad em São Paulo, Eduardo rolou sua dívida de gratidão com Lula, um amigo que, enquanto esteve no Planalto, privilegiou Pernambuco no rateio das verbas federais. Ao refugar a candidatura petista de Humberto Costa em Recife, o governador como que reiterou que não nutre pelo PT o apreço que devota ao líder supremo da legenda.
De resto, ficou entendido que, na hora de escolher um sucessor para o governo de Pernambuco, Eduardo não deve buscar o nome nos quadros do PT. A exemplo do que fez agora ao fabricar um candidato de última hora à prefeitura de Recife –Geraldo Júlio (PSB)— o governador tende a acionar seu laboratório em 2014.
Nesta temporada de 2012, as provetas de Eduardo deixaram o PT indignado e a oposição perplexa. Na noite passada, reuniram-se os quatro candidatos da oposição à prefeitura de Recife: Mendonça Filho (DEM), Raul Henry (PMDB), Daniel Coelho (PSDB) e Raul Jungmann (PPS). Participou da conversa o deputado Sérgio Guerra, presidente do PSDB federal.
O encontro teve o propósito de reabrir o debate sobre a conveniência de a oposição unificar-se em torno de um candidato único. Alguém capaz de evitar que o segundo turno seja travado entre o PT e o PSB. Após mais de duas horas de reunião, não se chegou a nenhum acordo. A negociação será retomada neste sábado (23), dessa vez sem a presença dos candidatos.
Simultaneamente, Eduardo flerta com a ideia de atrair para o palanque do seu candidato, Eduardo Júlio, o postulante do PMDB, Raul Henriy –um deputado submetido à liderança do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE). Oposicionista ácido em Brasília, Jarbas reaproximou-se de Eduardo na cena pernambucana.
Numa das conversas reservadas que manteve com Eduardo, Jarbas disse ao interlocutor que ele teria de se romper com o PT se quisesse alçar voos mais altos no plano federal. Para desassossego do petismo, os tambores do rompimento começam a soar antes do imaginado.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Atraca em Porto Alegre o navio mercante “Pomorze”.
Atracou
na manhã desta quinta-feira (21) o navio mercante “Pomorze”, de bandeira de
Bahamas. A embarcação que mede 189,97 metros de comprimento e possui 28,50
metros de largura trouxe a Porto Alegre, um carregamento de 9.600 toneladas de
Fosfato Diamônio – DAP, originalmente embarcadas no porto de Tampa, Estados
Unidos. Em sua viagem o navio fez sua última escala no porto de Rio Grande. Lá
ele descarregou 21.040 toneladas de DAP.

Esta realidade também
permite que as empresas menores, consigam fazer concorrência com as grandes
multinacionais que atuam no setor. Sem este recurso, sua sobrevivência no
mercado competitivo da indústria de fertilizantes seria muito mais difícil. Já
que as multinacionais podem trabalhar praticando preços menores sem
necessariamente terem prejuízo. Pois o mesmo é absorvido pelo mercado de outros
países. E para a indústria nacional, este processo não é possível de ocorrer
sem comprometer a saúde financeira das mesmas.
Fotos: Carlos Oliveira
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Vanderlañ Vasconsèllos
PRA SER FELIZ SEMPRE
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