
Por sinal a operação de carregamento neste terminal é crítica. Pois como não é permitido executar uma operação de retirada do excesso de sedimento no local. Todo navio que lá opera têm de atracar de frente e sair de ré. Exigindo desta forma a ação de rebocadores para o seu deslocamento. Com isto, conforme o navio vai sendo carregado, da popa para a proa (de traz para frente), o mesmo vai sendo manobrado para possibilitar que os porões mais da frente possam ser carregados. A operação no sentido oposto é inviável e acarretaria no encalhe do mesmo no local.
Este fato nos demonstra o quanto é crítico o caso de rio Gravataí. Altamente poluído e sem perspectivas realistas de ter sua dragagem efetivamente realizada. Todas as ações realizadas são por demais lentas, e o resultado é praticamente nulo. O empresariado local não aguenta mais esta enrolação. E dentro deste contexto esta incluída a Petrobras, Que possui dois terminais neste trecho do rio. E por onde ela escoa grande parte da produção da Refinaria Alberto Pasqualini – REFAP. Pensem nisso!
Foto: Carlos Oliveira
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