terça-feira, 29 de março de 2011
Superintendente recebe visita de comitiva esteiense
SPH participa de assembléia Geral da ABEPH
O Superintendente de Portos e Hidrovias do Estado, Vanderlan Vasconselos participa durante toda a tarde desta sexta-feira, 25 de março da Assembleia Geral Ordinária da Associação Brasileira de Entidades Portuárias (ABEPH), que tem sede no Rio de Janeiro. O encontro acontece na própria associação. A participação do superintendente no evento faz parte do trabalho de aproximação com entidades portuárias do país, para fim de trocas de experiências e busca de apoio para fomentar as atividades portuárias do Porto de Porto Alegre.
A ultima reunião da ABEPH aconteceu na Paraíba, quando foram assuntos pertinentes á atividade dos portos, especialmente no que se refere às dificuldades burocráticas que engessam o setor. Na ocasião ficou acertado que novos encontros devem acontecer mensalmente. A próxima reunião acontece em maio, em Itajaí, depois em agosto, no Recife, em agosto; em Porto Alegre deve acontecer no mês de outubro, seguido de São Luis Gonzaga, no mês de dezembro.
Embora a atividade portuária viva ainda os reflexos da falta de uma política forte e determinada. A expectativa é de que esta realidade não será a mesma no futuro. Para que isto ocorra será necessário muito trabalho, o que segundo Wilbur Jácome, diretor-presidente da Companhia Docas da Paraíba, "é preciso apontar os erros e superar os desafios, que estão além da infraestrutura do porto". Que mesmo trabalhando de forma precária possui a capacidade de gerar receitas. Logo, perfeitamente estruturado, pode garantir um incremento significativo na arrecadação de ICM.
Um fato que chamou a atenção do diretor-superintendente da SPH, Vanderlan Vasconselos, se refere semelhança de situações e problemas vivenciados pelas demais instituições. O enfraquecimento da atividade portuária foi segmentado. “Alguns poucos portos mantiveram-se atualizados e em franco processo, enquanto os demais entraram em processo de estagnação. Isso criou um círculo vicioso, nocivo, com o passar do tempo até aos portos priorizados nas políticas públicas”, disse. Ele destacou ainda que a falta de dragagem, a necessidade de readequação da cais, e demais equipamentos, ficou aquém do desejado e do necessário.
O presidente da Cia Docas da Paraíba, Wilbur Jácome, afirmou que o mais grave foi a perda de poder político dos setores ligados a atividade marítimo/portuária. Segundo ele, isto restringiu, por muito tempo, inclusive a sua capacidade de formular políticas públicas para o setor. "A Paraíba nunca se posicionou junto à Brasília com projeto de desenvolvimento para o porto de Cabedelo. Temos de aprender que não existe Estado forte sem economia fortalecida. Assim como não há possibilidade de fortalecer a economia sem que haja viabilidade para o comércio, seja através de bons portos, estradas e aeroportos", disse.
Para Vanderlan Vasconselos, esta realidade se reflete e se cristaliza também no RS. Onde a hidrovia é subutilizada, e os portos interiores carecem de equipamentos e condições de bom funcionamento. “Isso compromete todo o investimento feito no passado e que criou o mais difícil e mais caro, a estrutura básica. Veja o caso do porto de porto Alegre, onde ao longo de toda a extensão de seu cais passa a linha férrea. No entanto os trens não circulam mais por aqui. Isto representa que a remoção de toda e qualquer carga fica concentrada no sistema rodoviário. Comprometendo, ainda mais, o já complicado trânsito local.
Representantes da EPTC se reúnem com superintendência da SPH
Representantes da EPTC se reúnem com superintendência da SPH
25/03/2011 11:03:45
O Superintendente de Portos e Hidrovias do Estado, Vanderlan Vasconselos recebeu na tarde desta quinta-feira, 24 de março, o presidente substituto da EPTC – Empresa Pública de Transportes e Circulação – Carlos Alexandre Ávila. O objetivo da visita foi a busca por uma alternativa de manutenção para o estacionamento evitando uma sobrecarga no Centro Histórico da Capital, com a injeção de mais 630 veículos.
Vanderlan informou da impossibilidade de reverter a decisão tomada, a insegurança jurídica e a urgência de medidas saneadoras para a adequação legal da situação da área. Ele citou ainda a necessidade de licitação e a buscas licenças ambiental, EVTE (Estudo de Viabilidade Técnica) e o PDZ (Plano de Desenvolvimento e Zoneamento) do Porto. “Além disso, explicamos que seriam necessários cerca de R$ 500 mil para a abertura de uma licitação e demandaria de muito tempo. Além disso, precisamos das autorizações do Conselho de Autoridade Portuária (CAP) e Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e Receita Federal, por ser área portuária regida por lei federal, para então abrir uma licitação”, informou. O diretor informou ainda que está em vigor o resultado da licitação para a revitalização do Cais Mauá. “Se abríssemos um novo processo estaríamos licitando uma área já licitada, o que contraria a lógica Jurídica”, informou. Vanderlan ficou de oficiar a EPTC a fim de solicitar apoio logístico para manter a fluência do trânsito na Avenida Mauá, em razão da ordem de serviço 004 de 15 de março de 2011, que suspende o estacionamento gratuito na área do cais apartir do dia 01 de abril. |
Vereador de Porto Alegre faz visita à SPH
Vereador de Porto Alegre faz visita à SPH
25/03/2011 10:59:51
O presidente da Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, o vereador Thiago Duarte fez uma visita de cortesia ao superintendente de Portos e Hidrovias do Estado, Vanderlan Vasconselos, para entregar o convite oficial para a reunião extraordinária junto ao Armazém B3. A pauta do encontro será a viagem experimental do de Catamarã, entre o Cais Mauá e a Zona Sul da capital.
De acordo com o vereador, a viagem faz parte do projeto que prevê o transporte de passageiros pela hidrovia, ligando o Centro ao extremo sul da capital. A proposta de iniciativa do vereador, tem por objetivo desafogar o transito nas ruas da capital e ainda valorizar a hidrovias que está em totais condições de uso na orla do Guaíba. Para Vanderlan, a vontade do vereador vem ao encontradas metas da atual gestão da Superintendência. “As hidrovias são alternativas econômicas e totalmente viáveis para a atual realidade. Precisamos fomentar este setor que atualmente recebe pelo menos um terço da economia gaúcha", disse. "Vamos participar da reunião e também da viagem experimental. É com satisfação que agradecemos o convite do vereador Thiago." |
SPH deve aproximar-se dos armadores para incrementar o uso da hidrovia
SPH deve aproximar-se dos armadores para incrementar o uso da hidrovia
25/03/2011 08:56:58
O superintendente de Portos e Hidrovias do Estado, Vanderlan Vasconselos na tarde de terça-feira recebeu o gerente da CRSVA do RS, Marco André Shmitz. A empresa é considerada o maior Armador (utilizador de transporte navios) da América Latina e sexta maior do mundo em transporte marítimo de conteiners.
De Acordo com Scmitz, a empresa tem acompanhado as informações de que a nova direção da SPH tem se esforçado em fazer com que aumente a movimentação portuária, ampliando os serviços prestados, assim com o maior aproveitamento das hidrovias gaúchas. A empresa, segundo o gerente está no mercado há 132 anos e tem grande experiência no que se refere a importação e exportação. Schmitz confirmou que levará à gerencia de operações da empresa o que ficou tratado na reunião. “O encontro foi muito positivo e levaremos à representante nacional tudo o que foi tratado no encontro”, afirmou. Para Vanderlan este foi um encontro animador, pois mostra o interesse dos grandes empresários em investir em uma alternativa de transporte realmente econômica. “Estamos muito contentes com a visita. O RS é privilegiado com rios e recursos hídricos capazes de garantir uma hidrovia de qualidade. “A iniciativa que tivemos da CRSVA para nós é incentivadora, pois não há como revitalizar as operações portuárias sem a participação dos armadores e a criação de novas oportunidades do empresariado, com redução de custos no transporte da produção gaúcha através da hidrovia”, afirmou. |
Pagamentos garantem mais dragagem e melhoria das hidrovias
Pagamentos garantem mais dragagem e melhoria das hidrovias
23/03/2011 15:20:05
A Superintendência de Portos e Hidrovias do Estado (SPH) efetuou o pagamento da dragagem efetuada em um dos principais canais de navegação do Lago Guaíba. A empresa Enterpa Engenharia, recebeu da Divisão Financeira da SPH os valores referentes ao serviço prestado junto ao Canal Pedras Brancas. O valor repassado, conforme o Superintendente, Vanderlan Vasconselos, é de R$ 829.934,92 (já descontados os tributos).
O trabalho realizado pela Enterpa, garantiu a retirada de 122.104,92 metros cúbicos de resíduos. "A SPH vai em busca de novos recursos para manter a dragagem completa do Canal do Junco e Feitoria. Hoje pagamos a empresa referente ao canal Pedras Brancas, o que assegura navegação segura nos nossos canais hidroviários", afirmou. Vanderlan salientou que os recursos orçamentários da SPH destinados à dragagem devem ser suficientes até o final de abril. |
SPH dá mais um passo para a realização da travessia Porto Alegre/Guaíba
SPH dá mais um passo para a realização da travessia Porto Alegre/Guaíba
23/03/2011 15:17:06
Batimetria do fundo Guaíba permite saber a quantidade de resíduos que precisa ser dragado para colocar a hidrovia em segurança para navegação
A Superintendência de Portos e Hidrovias do Estado concluiu mais uma importante etapa para a realização da travessia Porto Alegre – Guaíba. Na segunda-feira, 21 de março, foi entregue o resultado da batimetria – levantamento de quantidade de resíduo que deve ser dragado do canal de hidrovia - realizada em todo o trecho que vai compor o canal que o Catamarã da empresa Cat-Sul utilizará para conduzir passageiros entre Porto Alegre e Guaíba. De acordo com o titular da SPH, Vanderlan Vasconselos, foram avaliados 1,7 mil metros de cumprimento, por 40 de largura. “Trata-se de um projeto que vai possibilitar a travessia dos trabalhadores e moradores dos dois municípios em um tempo mais rápido, sem a tranqueira hoje existente nas estradas. Mas para isso a hidrovia precisa estar em totais condições, especialmente pela segurança dos usuários”, afirmou. O projeto de travessia PoA/Guaíba foi lançado em dezembro do ano passado, sem que parte do canal estivesse pronto para a navegação. A retirada dos resíduos deve começar nos próximos dias. Nesta quarta-feira, 23 de março, a batimetria se inicia no Canal Miguel da Cunha, para definir o volume de dragagem necessário para a travessia rio Grande São José do Norte. |
sexta-feira, 25 de março de 2011
Jornal do Comércio
https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=0B6QVHXFqM5PuMDkzMGFmY2ItN2MyMi00Nzg4LWFmYjUtMjcyMmE3ZWRkNDkx&hl=en
Registro da área do Cais Mauá gera impasse:
http://www.conexaomaritima.
TRIBUNAL DE CONTAS PROIBE ESTACIONAMENTO NO CAIS MAUÁ
Cerca de 630 carros que atualmente ficam estacionados em área portuária deverão ter outro local para serem deixados. Determinação é do Tribunal de Contas e precisa ser acatada pela SPH
O apontamento do Tribunal de Contas do Estado à Superintendência de Portos e Hidrovias do Estado (SPH) determina que a área do Cais Mauá não poderá ser mais utilizada como estacionamento. A notificação já havia acontecido no ano passado, mas a antiga diretoria não cumpriu a determinação, esgotando os prazos agora. Com o novo apontamento, esta semana a diretoria executiva da SPH divulgou ordem de serviço, informando a todos os órgãos públicos em que seus servidores utilizam a área como estacionamento, de que ate o dia 1 de abril, o local devera estar liberado da presença dos veículos.
De acordo com o titular da SPH, Vanderlan Vasconselos, a orientação do Tribunal de Contas é definitiva e, se não cumprida, implicará em ação judicial contra o dirigente responsável pela área portuária. "Temos atualmente 630 carros registrados junto à Superintendência, que estacionam gratuitamente dentro do Cais Mauá. Estamos tratando de um espaço publico. A área Portuária não pode ser utilizada desta forma e por isso estamos sofrendo com este apontamento. Precisamos cumprir, caso contrário, vamos responder judicialmente", disse Vanderlan.
PRAZO -
Segundo Vanderlan, o prazo que foi dado à superintendência, na ocasião, venceu. "Agora o ex-diretor está se defendendo para explicar porque não cumpriu", disse Lembrou também que a área é livre e que pode ser acessada por qualquer cidadão, desde que a pé. "Por enquanto a SPH, corre riscos de processos civeis e criminais pela guarda de veículos em sua área. Há insegurança jurídica para um processo legal de arrendamento, através de uma competente licitação e também demanda muito dinheiro e tempo, para licenças ambiental, PDZ (Plano de Desenvolvimento e Zoneamento) , EVTE (Estudo de Viabilidade Tecnica)", explica. "A presença do estacionamento desvirtua da finalidade de portos e hidrovias, além de autorizações préevias do CONSUP (Conselho Superior Portuário), CAP (Conselho de Autoridade Portuária) e a própria ANTAQ (Associação Nacional de Transportes Aquaviários)".SEGURANÇA -
Vanderlan salientou ainda que é necessário cumprir as regras Internacionais da Segurança Portuária (ISPS Code). "Cumpre salientar que o processo de revitalização do Cais Mauá, é uma realidade, e que cabe também ao estado preparar entrega da área livre aos licitantes vencedores. Estamos agindo de acordo com as exigências do TCE", afirmou.
Entre os órgãos que usam a área portuária como estacionamento estão, Prefeitura de Porto Alegre, Tribunal de Contas do Estado, Superintendência Regional do Trabalho, Secretarias da Fazenda, Banrisul e outras.
*FOTO: CARLOS OLIVEIRA
Vanderlañ Vasconsèllos
www.vanderlan.com
SPH acata decisão que estabelece 48 horas para disponibilização de outra balsa - htt
http://www.conexaomaritima.
Publicada em 23/03/2011, às 08h10min.
terça-feira, 22 de março de 2011
Estacionamento junto ao Cais Mauá será proibido
21/03/2011 17:44:22 Cerca de 630 carros que atualmente ficam estacionados em área portuária deverão ter outro local para serem deixados. Determinação é do Tribunal de Contas e precisa ser acatada pela SPH O apontamento do Tribunal de Contas do Estado à Superintendência de Portos e Hidrovias do Estado (SPH) determina que a área do Cais Mauá não poderá ser mais utilizada como estacionamento. A notificação já havia acontecido no ano passado, mas a antiga diretoria não cumpriu a determinação, esgotando os prazos agora. Com o novo apontamento, esta semana a diretoria executiva da SPH divulgou ordem de serviço, informando a todos os órgãos públicos em que seus servidores utilizam a área como estacionamento, de que ate o dia 1 de abril, o local devera estar liberado da presença dos veículos. |
Conselho de Autoridade Portuária mostra situação do Cais Mauá
21/03/2011 09:57:45 A Superintendência de Portos e Hidrovias do Estado (SPH) foi sede para mais um encontro dos integrantes do Conselho de Autoridade Portuária (CAP). Pela primeira vez um titular da autarquia participou da reunião. O superintendente, Vanderlan Vasconselos, acompanhados dos diretores de Hidrovias, Pedro Obelar, de Portos, Silvio Pinheiro David, e Administrativo e Financeiro, Paulo Argeu Fernandes, bem como servidores púbicos. DENUNCIAS - Já o presidente do CAP, Ricardo Maia, surpreendeu o grupo de conselheiros e integrantes da SPH com as informações que obteve sobre a situação do projeto de revitalização do Cais Mauá. Segundo ele, quando a proposta foi apresentada ao conselho, algumas orientações foram dadas, entre as quais estava a consulta à superintendência para o desenvolvimento do projeto e do edital de licitação que permitiria o uso da área. No entanto, a SPH não teve qualquer participação no processo. Tudo foi feito através da Secretaria de Desenvolvimento econômico do Estado e Casa Civil. Não bastasse isso, Maia denunciou ainda que chegou às suas mãos, cópias de duas certidões de imóveis, que mostra que o governo passado teria registrado as terras portuárias, que fazem parte do patrimônio da União, como propriedade do Estado. O QUE É O CAP |
Deputado Catarina visita SPH.
18/03/2011 18:01:34 Na tarde de quinta-feira, a Superintendência de Portos e Hidrovias recebeu a visita do deputado estadual Catarina (PSB). Muito mais do que uma visita de cortesia, ela serviu para que o deputado buscasse informações da importância que a SPH e os portos a ela subordinados para a economia do RS.
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Polícia Civil devolve parte do Armazém B3 à SPH
18/03/2011 17:50:15 A entrega faz parte das providencias tomadas para a realização da travessia entre Porto Alegre-Guaíba pelo sistema hidroviário. A Polícia Civil entregou à Superintendência de Portos e Hidrovias do Estado (SPH) parte do Armazém B3 que era ocupado pela instituição para o depósito de máquinas caça-níqueis. O material - 163 equipamentos - foi levado para o armazém C2. A entrega faz parte do projeto de travessia via sistema hidroviário, entre Porto Alegre e Guaíba. Além dos materiais do MP e PC, deverá ser removido do mesmo armazém, os serviço prestado pelo Orgão Gestor de Mão de Obra (Ogmo) do Porto da Capital. De acordo com o superintendente de Portos e Hidrovias, Vanderlan Vasconselos, o espaço que era ocupado para o armazenamento dos materiais apreendidos pela Força Tarefa dos Bingos, comandada pelo Ministério Público e PC, foi transferido no começo desta semana e a oficialização da entrega ocorreu na quarta-feira, 16 de março. Na tarde de quinta-feira, 17 de março o Vanderlan recebeu os delegados Aníbal Germany, da Polícia Civil e Cleber Ferreira, e o representante do Ministério Público, José Francisco Seabra Mendes Júnior. O grupo tratou do armazenamento de cerca de 9 mil máquinas que hoje estão depositadas em dois prédios pertencentes à SPH, sem nenhum custo, sendo que um dos prédios, a cedência não tem qualquer documentação que formalize o uso. "Foi uma cedência verbal, feita em administrações anteriores e que deverá ser corrigida", informou o superintendente. Os representantes da força tarefa do MP e PC, informaram que há interesse em levar o material para o armazém C2, concentrando as apreensões no mesmo espaço. Vanderlan propôs aos representantes da Polícia Civil e Ministério Público, que seja feita uma cessão de uso do armazém C2, mas de forma onerosa. As entidades devem se manifestar novamente, através de ofício, se aceitam ou não a proposta da SPH. |
Vanderlan recebe visita de fundador do PSB gaúcho
18/03/2011 15:50:59 Um dos fundadores do Partido Socialista Brasileiro (PSB), Jacob Godman Burd, de 86 anos, fez uma visita de cortesia ao superintendente de Portos e Hidrovias do Estado, Vanderlan Vasconselos, que também integra o grupo que reiniciou o trabalho socialista no RS. |
Investimentos na hidrovia fomentam economia e aumentam segurança nas estradas
17/03/2011 14:08:25 A falta de acesso rodoviário ao Porto de Rio Grande em razão do bloqueio de pontes na BR 116, após enxurrada na região sul, assim como desastres nas estradas provocados com caminhões contendo cargas perigosas levanta a discussão sobre a falta de investimentos nas hidrovias O acidente que provocou a morte de 27 gaúchos e a enxurrada que derrubou pontes e provocou o bloqueio temporário da BR 116 depois da enxirrada que alagou o município de São Lourenço, trouxeram de volta uma das mais importantes discussões tratadas nos últimos meses: a falta de investimentos na recuperação e manutenção das hidrovias. A ponte do km 471 da rodovia Porto Alegre-Pelotas ficou parcialmente interditada no início da manhã de 11 de março, no sentido Capital-Interior. O local ficou bloqueado por mais de 10 horas por causa do avanço das águas de um arroio, que transbordou. No km 468, a interdição total permaneceu por alguns dias nos dois sentidos. ECONOMIA - O transporte pela hidrovia, segundo Vanderlan, custa seis vezes menos que o convencional e, além de ser mais barato, não tem pedágios. “Há ainda as questões ambientais, que são extremamente positivas, pois há uma preservação com a redução na emissão de poluentes, e especialmente, tornaria nossas estradas ainda mais segura”, afirmou. As principais rodovias, de acordo com o chefe da SPH, estão superlotadas com caminhões de cargas, os índices de acidentes envolvendo veículos pesados, que transportam cargas perigosas são altos. “Com o uso da hidrovia, índices como estes seriam reduzidos significativamente e situações como esta que aconteceu em São Lourenço, certamente não afetariam a nossa economia. Mas é preciso conscientizar-se da importância e do transporte hidroviário”, disse. Vanderlan destaca ainda que pelas hidrovias gaúchas, circulam pelo menos um terço da economia gerada dentro do Estado. “Tudo que se refere a combustíveis, gás e outros derivados do petróleo, vem através dos canais hidroviários. Não é possível que não se faça uma discussão aberta sobre a situação deste setor”, questinou. |
SPH busca apoio do MP para realização de dragagem em hidrovias
17/03/2011 13:48:56 Promotor responsável pelo Meio Ambiente no Ministério Público apoia proposta de parceria entre SPH e mineradores para dragagem de canais e aproveitamento de material A solução para uma das maiores dificuldades que a Superintendência de Portos e Hidrovias do Estado (SPH) enfrenta, a dragagem dos canais hidroviários, pode ser solucionado com uma parceria a firmada entre SPH, Ministério Público e iniciativa privada. A proposta do Superintendente, Vanderlan Vasconselos, de que a manutenção dos canais seja efetuadas por mineradores foi apresentada ao coordenador do MP de Meio Ambiente, promotor Júlio Almeida, e foi acatada. OBRIGAÇÃO - Vanderlan lembrou que a dragagem de canais é uma obrigação do Estado, mas faltam recursos. Um dos principais canais a ser beneficiado seria o do Rio Jacuí. "Acredito que tudo pode ser viabilizado a partir de uma conversa franca e aberta entre as partes interessadas", avaliou. "A SPH não tem recursos para realizar a dragagem nos pontos que são fundamentais para o bom andamento da hidrovia. Nossa previsão orçamentária para manutenção das dragas em 2011 é de apenas R$ 50 mil, e estão todas fora de funcionamento", disse. "O interesse público deve ser a principal ligação. Precisamos de unidade entre os Poderes constituídos para executar o trabalho e segurança jurídica para construção da melhor alternativa de manter nossas hidrovias. Já contatamos a SEMA, FEPAM, MP e vamos em busca do DNPM e de outros Parceiros que querem o bem público funcionando em favor do próximo”, finalizou Vanderlan. |
SPH recebe secretário municipal de Viamão
16/03/2011 14:20:58 O município de Viamão está interessado na construção de um terminal portuário para atividades turísticas. O assunto foi tratado na tarde desta terça-feira, 15 de março, quando o secretário da Fazenda daquele município, Diomar Neumann, fez uma visita de cortesia ao superintendente de Portos e Hidrovias do Estado, Vanderlan Vasconselos. Para Vanderlan, o investimento em terminais portuários, sejam eles turísticos ou comerciais, são de extrema importância, pois vem ao encontro da proposta da atual gestão da SPH, que busca a total valorização da hidrovia. “Temos que ter municípios interessados em investir em projetos turísticos que valorizem nossos rios e nossas hidrovias de uma forma geral. Viamão é uma cidade com um potencial turístico forte e, a SPH será apoiadora neste projeto no que se refere a dar informações técnicas sobre o que realmente é necessário para esta construção”, afirmou o superintendente. |
Porto de Porto Alegre recebe 5,5 mil toneladas de fertilizantes.
15/03/2011 09:58:59 Na manhã desta segunda-feira, 14 de março, o porto de Porto Alegre recebeu o navio mercante “Santa Elena”, carregado com 5,5 mil toneladas de fertilizantes. A carga é composta de 3 mil toneladas de cloreto de potássio, proveniente do porto de Hamburgo – Alemanha; e de 2,5 mil toneladas de Sulfato de Amônio granulado, oriunda do porto de Antuérpia – Bélgica. Possui como clientes finais a Unifertil e a Piratini, tradicionais empresas de fertilizantes. A entrada desta carga pelo porto da Capital é fator de destaque. Se a mesma tivesse sido descarregada no porto de Rio Grande, seriam necessários 183 caminhões, de 30 toneladas para transportá-la. Em condições normais, cada viagem de caminhão dura 4 horas e meia, enquanto a viagem de navio dura cerca de 18 horas entre Rio Grande e Porto Alegre. No entanto esta aparente rapidez do transporte rodoviário revela uma falsa verdade, já que, totalizando o tempo gasto em cada caminhão, atingiria-se mais de 823 horas para transportar o mesmo volume. Isto sem considerar o tempo necessário para o carregamento dos caminhões, e principalmente a percentagem de perda associada ao transporte. Este valor, em torno de 2% do peso total da carga por caminhão, podendo ser maior, conforme a distância a ser percorrida, equivale a quase 4 caminhões ou 110 toneladas. É neste contexto que devemos considerar a importância desta operação portuária e do próprio porto de Porto Alegre. Que com um simples ato pode influenciar de forma significativa na vida econômica do Estado. Gerando economia de recursos, aumento da competitividade e maior eficiência do setor produtivo. Valorizar o porto em sua atividade fim e garantir um futuro melhor à sociedade do Rio Grande do Sul. O navio mercante “Santa Elena”, de bandeira panamenha e que mede 189,90 metros, após descarregar sua carga segue em direção a Argentina. Infelizmente partirá vazio, Quem sabe no futuro, oportunidades como esta, possam ser aproveitadas pelas nossas empresas. Possibilitando não só obter um transporte mais barato, como evitar os entraves aduaneiros que a via terrestre têm revelado. Foto: Carlos Oliveira |
SPH quer regularização de empresas situadas em áreas portuárias
14/03/2011 18:03:10 Cerca de 20 representantes de empresas ocupantes de áreas do Cais Marcílio Dias e Vila Deprc foram recebidos na tarde desta segunda-feira, 14 de março, pelo superintendente de Portos e Hidrovias do Estado, Vanderlan Vasconselos. O encontro tratou sobre a possibilidade de firmar parceria entre empresários e SPH, a fim de buscar alternativas para que as empresas permaneçam operando onde estão. A medida é em razão das notificações extrajudiciais e posterior encaminhamento à Procuradoria Geral do Estado – PGE com vistas ao ajuizamento das ações de reintegração de posse feitas pela SPH. No encontro que teve duração de mais de duas horas, o superintendente disse que é parceiro dos empresários, desde que haja concordância da Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) e do Ministério Público, para a prorrogação dos prazos de reintegração e por cessão de uso oneroso às empresas. Esta cedência, segundo Vanderlan, seria a título precário, até que o Estado tenha condição de buscar a licitação competente para a entrega da área pelo prazo mínimo de 25 anos. O Superintendente acredita não ser bom para a sociedade a extinção do trabalho dos atuais ocupantes e o risco de um descontrole de fornecimento de matéria prima para a construção civil, num momento em que o país está em franco desenvolvimento. “Estamos com a construção civil em plena atividade, com o desenvolvimento de plantas nacionais como o programa Minha Casa Minha Vida e obras relevantes, como a da copa de 2014, não podemos correr riscos de ficarmos sem materiais de primeira necessidade para este setor”, avalia. Vanderlan informou ainda que os ocupantes das áreas pertencentes ao Porto da Capital, ficaram de buscar apoio em outras estruturas de governo para que o interesse público se imponha diante da criação de novas regras e cláusulas para esta situação. |
sexta-feira, 18 de março de 2011
Parceria pode garantir dragagem em hidrovias
- publicada em 18/03/2011 às 07h56
A solução para uma das maiores dificuldades que a Superintendência de Portos e Hidrovias do Estado (SPH) enfrenta, a dragagem dos canais hidroviários, pode ser solucionada com uma parceria firmada entre SPH, Ministério Público e iniciativa privada. A proposta do superintendente, Vanderlan Vasconselos, de que a manutenção dos canais seja efetuada por mineradores foi apresentada ao coordenador do MP de Meio Ambiente, promotor Júlio Almeida, e foi acatada. O promotor frisou que, há pelo menos 18 meses, está trabalhando nesse projeto, mas sempre tivera informações de que a dificuldade maior seria enfrentada junto à Superintendência.
Vanderlan destacou que, com o uso do maquinário e a mão-de-obra dos mineradores, que se valem da dragagem de areia para garantir matéria-prima para a construção civil, os canais serão mantidos sem qualquer custo para os cofres públicos. "Não há como a SPH ser contra um projeto como este. Temos pessoal preparado tecnicamente para informar os pontos exatos e a quantidade de material a ser retirado. A fiscalização dessa retirada também poderá ser feita por nós", disse Vanderlan.
Para Almeida, a proposta é de grande valia e soma-se aos interesses do MP, que busca soluções viáveis para manter a economia sem prejuízos ao Meio Ambiente. "Somos parceiros nesta proposta. Se a Superintendência tem este interesse, nós vamos trabalhar juntos para que isso aconteça", disse.
Ele falou ainda que há necessidade de chamar para a discussão outros setores importantes, como o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). "Este é o órgão regulador que cuida da extração de material do leito dos rios. Quando a audiência acontecer, quero estar presente. Essa discussão é necessária e, se a parceria for firmada, ganha o Estado como um todo, pela economia de recursos públicos e com a manutenção da hidrovia, de uma forma correta", avaliou.
Obrigação
Vanderlan lembrou que a dragagem de canais é uma obrigação do Estado, mas faltam recursos. Um dos principais canais a serem beneficiados seria o do Rio Jacuí. "Acredito que tudo pode ser viabilizado a partir de uma conversa franca e aberta entre as partes interessadas", avaliou.
"A SPH não tem recursos para realizar a dragagem nos pontos que são fundamentais para o bom andamento da hidrovia. Nossa previsão orçamentária para manutenção das dragas em 2011 é de apenas R$ 50 mil, e estão todas fora de funcionamento", disse.
Segundo o titular da SPH, o interesse público deve ser a principal ligação. "Precisamos de unidade entre os poderes constituídos para executar o trabalho e a segurança jurídica para construção da melhor alternativa de manter nossas hidrovias. Já contatamos a Secretaria Estadual de Meio Ambiente, (Sema), a Fepam, o MP e vamos em busca do DNPM e de outros parceiros que queiram o bem público funcionando em favor do próximo", finalizou.- Por Jornal Agora
Transporte hidroviário- Clic RBS
http://mediacenter.clicrbs.
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quinta-feira, 17 de março de 2011
Burocracia ameaça início da travessia Guaíba-Capital por hidrovia
Burocracia ameaça início da travessia Guaíba-Capital por hidrovia
Prevista para começar em abril, travessia pela águas do Guaíba sofre com entraves

Empresa que venceu licitação deve entregar terminal de passageiros em Guaíba em 20 dias
Foto:Mauro Vieira / Agencia RBS
Gustavo Azevedo | gustavo.azevedo@zerohora.com.br
Prevista para começar a operar em abril, a hidrovia Guaíba-Porto Alegre está encalhada antes mesmo de ver realizada sua primeira viagem. A esperada travessia fluvial, anunciada com festa pela ex-governadora Yeda Crusius no final de dezembro, está à deriva em consequência de imbróglios políticos e burocráticos.
>>>Entenda como será o transporte hidroviário entre Guaíba e a Capital
Os atuais superintendentes dos dois órgãos responsáveis para que o transporte fluvial deslanchasse miram na administração anterior para culpar o provável adiamento. Vanderlãn Vasconsèllos, da Superintendência de Portos e Hidrovias (SPH), e Elir Girardi, da Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan), apontam que o governo passado executou apenas a licitação da empresa que fará o trajeto, mas não avançou nas obras e nos equipamentos necessários para operação.
Cenário não desanima a vencedora da licitação:
Para evitar o encalhe das embarcações que vão fazer o trajeto de 15 quilômetros, será preciso executar uma dragagem de quase dois quilômetros, em Guaíba. O terminal da Capital, que será instalado num dos armazéns, ainda nem foi liberado. Além disso, falta a instalação da sinalização e de dispositivos de segurança.
— O governo anterior começou a casa pelo telhado. Os barcos existem, mas ainda não tem a estrada. Não foi feita a dragagem em Guaíba, não tem sinalização com boias. Falta também liberar o terminal de Porto Alegre. Não tem segurança para operar. Como iremos liberar a travessia de 120 pessoas por viagem assim? — questionou Vasconsèllos, no cargo desde 25 de janeiro.
>>>Leia reportagem completa na edição de Zero Hora desta quinta-feira
ZERO HORA
Burocracia ameaça início da travessia Guaíba-Capital por hidrovia
Prevista para começar em abril, travessia pela águas do Guaíba sofre com entraves

Empresa que venceu licitação deve entregar terminal de passageiros em Guaíba em 20 dias
Os atuais superintendentes dos dois órgãos responsáveis para que o transporte fluvial deslanchasse miram na administração anterior para culpar o provável adiamento. Vanderlãn Vasconsèllos, da Superintendência de Portos e Hidrovias (SPH), e Elir Girardi, da Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan), apontam que o governo passado executou apenas a licitação da empresa que fará o trajeto, mas não avançou nas obras e nos equipamentos necessários para operação.
Cenário não desanima a vencedora da licitação:
Para evitar o encalhe das embarcações que vão fazer o trajeto de 15 quilômetros, será preciso executar uma dragagem de quase dois quilômetros, em Guaíba. O terminal da Capital, que será instalado num dos armazéns, ainda nem foi liberado. Além disso, falta a instalação da sinalização e de dispositivos de segurança.
— O governo anterior começou a casa pelo telhado. Os barcos existem, mas ainda não tem a estrada. Não foi feita a dragagem em Guaíba, não tem sinalização com boias. Falta também liberar o terminal de Porto Alegre. Não tem segurança para operar. Como iremos liberar a travessia de 120 pessoas por viagem assim? — questionou Vasconsèllos, no cargo desde 25 de janeiro.
>>>Leia reportagem completa na edição de Zero Hora desta quinta-feira
segunda-feira, 14 de março de 2011
Impasse na travessia do Guaíba

Impasse na travessia do Guaíba

sexta-feira, 11 de março de 2011
Matéria no Correio do Povo 07/MAR/2011 - Carlos César
SPH quer recuperar função do Porto
Recuperar a funcionalidade do Porto da Capital é a principal meta para a atual gestão da Superintendência de Portos e Hidrovias (SPH). Segundo o diretor-superintendente Vanderlan Vasconcelos, que assumiu o posto no dia 24 de janeiro, a instituição passa por um balanço das condições estruturais. "O quadro não é animador. O Porto passou por um longo período de sucateamento", explica Vanderlan, que acredita que o serviço portuário bem arranjado poderá constituir uma excelente alternativa para o transporte de cargas. "É mais seguro, menos poluente, reduz o custo de manutenção das estradas e não tem pedágios", diz ele. |
quinta-feira, 10 de março de 2011
SPH agiliza processos de liberação de área para travessia do Guaíba
10/03/2011 17:55:26 Projeto que prevê uso de catamarãs para a ligação entre Porto Alegre e Guaíba foi agilizado e deixa empresários otimistas. SPH tem interesse na prestação do serviço, pois mostra o potencial da hidrovia gaúcha A agilidade ao processo de implementação do Catamarã que fará a travessia entre Guaíba e Porto Alegre pelo Lago Guaíba está em ritmo acelerado. A notícia dada pelo superintendente de Portos e Hidrovias do Estado, Vanderlan Vasconselos, foi vista com otimismo pelos diretores da concessionária que prestará o serviço. De acordo com Vanderlan a visita dos diretores foi justamente para tomar ciência sobre o andamento das tratativas e liberações das áreas que integram o projeto. Entre os pontos que serão usados está o armazém B3, que vai servir de atracadouro e estação de chegada e saída do os catamarãs que farão a ligação entre o município de Guaíba e a Capital. “Com o projeto, 120 passageiros, por embarcação, poderão fazer a travessia em cerca de 20 minutos, reduzindo em mais da metade do tempo que os passageiros enfrentam atualmente em linhas convencionais, mas segurança é fundamental. Hidrovia tem que ser sinalizada para qualquer intempérie”, disse; O Superintendente informou ao diretor administrativo da empresa, Roberto Ellwanger e diretor operacional, Carlos Augusto Bernaud, que já foram solicitadas as liberações da Doca, que atualmente é utilizada pelo Grêmio Náutico União, a liberação da área do Orgão Gestor de Mão de Obra (Ogmo) do Porto de Porto Alegre. A Polícia Civil e Ministério Público também foram informados sobre a necessidade de liberação da área que atualmente é utilizada para o armazenamento de materiais apreendidos judicialmente, entre os quais estão máquinas caça-níqueis. PENDÊNCIAS Foto: Carlos Oliveira |