As barcaças “Porto de São Pedro” e “BRANAVA VI” operadas pela Navegação Guarita e navegando em comboio atracaram às 13 horas da tarde de sábado (21/MAR) no Porto Novo de Rio Grande. Em seus porões elas estavam transportando soja em grão. Sendo que na “Porto de São Pedro” o volume transportado foi de 2.500 toneladas e infelizmente, no caso da “BRANAVE VI” este volume não foi informado. Mas fica aqui o registro de mais esta viagem. Que serve para escoar a nossa safra agrícola. Da qual toda a nossa economia esta relacionada. Pois quando a safra é boa, há mais dinheiro circulando em nosso estado. E isto impulsiona os negócios nos demais setores.
Foto: Carlos Oliveira
sábado, 28 de março de 2015
PARA PENSAR E REFLETIR
Navio mercante “KP Albatross” parte vazio de Porto Alegre.
O navio mercante “KP Albatross” partiu vazio do cais Navegantes, do porto de Porto Alegre, às 08:27 da manhã de sábado (21/MAR). E com sua partida duas das principais deficiências relacionadas a administração de nossos portos interiores foram muito bem evidenciadas.
A primeira diz respeito ao fato do navio ter saído vazio. Motivada basicamente pela falta de visão estratégica sobre a importância de se ter um porto plenamente capacitado para exercer sua atividade fim. Por esta incapacidade nosso porto esta basicamente realizando o recebimento de cargas a granel. E isto porque conta com o apoio dos guindastes de bordo dos navios graneleiros que aqui aportam. Pois se dependesse de seus equipamentos próprios nem isto conseguiria fazer.
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A segunda deficiência esta relacionada as limitações de nossos canais artificiais. Que são estreitos e sinuosos. Não estando mais em condições de atender a demanda dos navios de grande porte que por aqui ainda trafegam. Por este motivo os navios são obrigados a navegarem a baixa velocidade e programarem o local aonde vão realizar o seu cruzamento. Para não correrem o risco de causar um acidente de navegação.
No texto anterior, fiz referência a manobra que envolveu o cruzamento do navio mercante “KP Albatross” com o navio-tanque “Zeugman”. Pois saiba, que na sequencia o “KP Albatross” se cruzou com o navio mercante “CMB Eduard” que estava chegando a Porto Alegre. Esta manobra foi programada para ocorrer na área de canal natural existente entre os canais do Cristal e Pedras Brancas. Próximo ao antigo Estaleiro Só.
Diante desta realidade cabe levantar o seguinte questionamento:
Até quando nos vamos tapar o Sol com a peneira, na questão da administração de nossos portos interiores?
Temos de pensar esta questão, pois dela dependa boa parte da dinâmica de nossa economia. E enquanto ela for ignorada pelo meio político e pela população, nossa economia ficará refém desta deficiência logística. Pensem nisso.
Muito Obrigado!
Vanderlan vascoselos
Fotos: Carlos Oliveira
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A segunda deficiência esta relacionada as limitações de nossos canais artificiais. Que são estreitos e sinuosos. Não estando mais em condições de atender a demanda dos navios de grande porte que por aqui ainda trafegam. Por este motivo os navios são obrigados a navegarem a baixa velocidade e programarem o local aonde vão realizar o seu cruzamento. Para não correrem o risco de causar um acidente de navegação.
No texto anterior, fiz referência a manobra que envolveu o cruzamento do navio mercante “KP Albatross” com o navio-tanque “Zeugman”. Pois saiba, que na sequencia o “KP Albatross” se cruzou com o navio mercante “CMB Eduard” que estava chegando a Porto Alegre. Esta manobra foi programada para ocorrer na área de canal natural existente entre os canais do Cristal e Pedras Brancas. Próximo ao antigo Estaleiro Só.
Diante desta realidade cabe levantar o seguinte questionamento:
Até quando nos vamos tapar o Sol com a peneira, na questão da administração de nossos portos interiores?
Temos de pensar esta questão, pois dela dependa boa parte da dinâmica de nossa economia. E enquanto ela for ignorada pelo meio político e pela população, nossa economia ficará refém desta deficiência logística. Pensem nisso.
Muito Obrigado!
Vanderlan vascoselos
Fotos: Carlos Oliveira
Navio-tanque “Zeugman” chega na manhã de sábado.
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Vanderlan Vasconselos
Fotos: Carlos Oliveira
“Guapuruvu” transporta produção de Triunfo.
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Ter na navegação o seu meio principal de transporte também é algo muito importante. Pois ela representa não apenas uma forma mais econômica de se fazer este transporte. Mas, também a mais racional e menos poluidora de toras. Contribuindo para que nosso mundo seja um pouco melhor.
Foto: Carlos Oliveira
Navio mercante “CMB Eduard” chega a Porto Alegre,
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Fotos: Carlos Oliveira
Por que devemos devolver os portos interiores ao Governo Federal VII
Navio mercante “Sileb” parte vazio de Porto Alegre.
Após ter descarregado toda a sua carga de ureia, o navio mercante liberiano “Sileb” partiu vazio do cais navegantes do porto de Porto Alegre. Este fato ocorreu às 10:20 da manhã de sexta-feira (20/MAR). Seu destino era o porto argentino de Recalada. E o fato do navio ter partido vazio, foi mais uma vez muito lamentado entre os trabalhadores avulsos do nosso porto. Que sabem da precariedade da infraestrutura existente. Na qual até para se descarregar um navio graneleiro como este há de se contar com a existência de guindastes no navio para poder fazer a operação.
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Na verdade temos de lembrar que no ano de 2011 os três guindastes do porto foram interditados, pela fiscalização do Ministério do Trabalho. Sem condições seguras de operar, o principal problema deles era a falta de cultura de controle da manutenção dos mesmos. Desta forma eles operavam sem nenhum planejamento de manutenção. E quando aparecia algum problema se resolvia como podia.
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Constatado este problema, foi designado ao engenheiro mecânico do porto que o mesmo assumisse a responsabilidade desta função. Fato que com muito custo foi aceito pelo mesmo. Já que seus planos eram de atuar em outra área dentro da estrutura da autarquia. O que se fez foi licitar uma revisão e manutenção geral de um dos guindastes. Fato que acabou sendo licitado naquele mesmo ano. Para ser executado no ano seguinte. De lá para cá nada mais foi realizado no sentido de se recuperar o segundo guindaste do porto. E pelo que sei, a cultura do controle da manutenção também não foi implementada. Ou seja, tudo o que foi feito, ficou comprometido.
Esta é a principal dificuldade para que se possa um dia ter o fortalecimento das operações do porto de Porto Alegre. A falta de cultura no próprio meio funcional é muito forte. E dificilmente isto vai mudar, mantendo-se as mesmas pessoas que lá se encontram. Não é por nada que eu defendo a devolução dos portos interiores à União. Eu tive a oportunidade de conhecer a estrutura por dentro. E sei, com base em minha experiência de administrador público que com aquela estrutura. Mudar será muito difícil.
Muito Obrigado!
Vanderlan vasconselos
Fotos: Carlos Oliveira
Após ter descarregado toda a sua carga de ureia, o navio mercante liberiano “Sileb” partiu vazio do cais navegantes do porto de Porto Alegre. Este fato ocorreu às 10:20 da manhã de sexta-feira (20/MAR). Seu destino era o porto argentino de Recalada. E o fato do navio ter partido vazio, foi mais uma vez muito lamentado entre os trabalhadores avulsos do nosso porto. Que sabem da precariedade da infraestrutura existente. Na qual até para se descarregar um navio graneleiro como este há de se contar com a existência de guindastes no navio para poder fazer a operação.
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Na verdade temos de lembrar que no ano de 2011 os três guindastes do porto foram interditados, pela fiscalização do Ministério do Trabalho. Sem condições seguras de operar, o principal problema deles era a falta de cultura de controle da manutenção dos mesmos. Desta forma eles operavam sem nenhum planejamento de manutenção. E quando aparecia algum problema se resolvia como podia.
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Esta é a principal dificuldade para que se possa um dia ter o fortalecimento das operações do porto de Porto Alegre. A falta de cultura no próprio meio funcional é muito forte. E dificilmente isto vai mudar, mantendo-se as mesmas pessoas que lá se encontram. Não é por nada que eu defendo a devolução dos portos interiores à União. Eu tive a oportunidade de conhecer a estrutura por dentro. E sei, com base em minha experiência de administrador público que com aquela estrutura. Mudar será muito difícil.
Muito Obrigado!
Vanderlan vasconselos
Fotos: Carlos Oliveira
Navio-tanque “Celanova” vem para ser carregado em Triunfo.
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Até o presente momento, não foi divulgado o tipo de produto, nem a quantidade que esta operação vai envolver. Apenas foi referido que sua atracação junto ao píer II do referido terminal, deverá ocorrer no sábado (21/MAR).
Foto: Carlos E. P. Oliveira
“Germano Becker” transporta soja para Bunge Alimentos.
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Este é o período do ano em que a safra agrícola esta sendo colhida. E no qual o transporte da soja é mais intenso. Movimentando toda a nossa navegação interior especializada neste tipo de produto. Este fato é muito importante para a nossa economia. Pois quando parte de nossa safra é transportada por barcaças, a lucratividade do produtor aumenta. Já que nela a perda é nula, o custo de transporte é menor. E o dinheiro que se economiza fica aqui. Movimentando a roda da economia. Com consumo aquecido. Fator essencial para a geração de empregos e com distribuição de renda.
É desta forma que a navegação contribui para que o nosso estado possa crescer. Incentivá-la é lutar pelo fortalecimento de nossa economia. Pensem nisso e me ajudem a divulgar esta ideia.
Muito obrigado!
Vanderlan Vasconselos
Foto: Carlos Oliveira
“Trevo Norte” é carregada pela Yara Brasil.
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Foto: Carlos Oliveira
“Guaratan” transporta produção da REFAP.
A barcaça-tanque “Guaratan” realizou mais uma viaje entre Canoas e Rio Grande, transportando parte da produção da Refinaria Alberto Pasqualini – REFAP. Desta vez ela levou 3.500 toneladas de óleo combustível. Que foram embarcados pelo Terminal Niterói, localizado ás margens do rio Gravataí. E sua atracação no píer operado pela Petrobras em Rio Grande foi registrada às 11:15 da manhã de quinta-feira (19/MAR).
Foto: Carlos Oliveira
sexta-feira, 27 de março de 2015
ENCAMINHAMENTO DE EX-DEPUTADO NA Bancada Socialista RS
Reuni está manhã com o Coordenador da bancada Mario Sander Bruck para encaminhar respostas recebidas do IPE (RELACIONADAS AO PEDIDO CPI DAS PROTESES) e aos pedidos de informações feitos ao Poder Judiciário, Controladoria-Geral da União e a Procuradoria da República do RS.
Após descarregar GLP em Canoas “Gas Premiership” parte para Rio Grande.
Após ter concluído a operação de descarregamento de gás liquefeito de petróleo – GLP, realizadas junto ao Terminal de Gás do Sul – TERGASUL, o navio-tanque “Gas Premiership” partiu rumo ao porto de Rio Grande.
Lá, o navio de bandeira das Ilhas Marshall, deverá ser carregado no píer petrolífero operado pela Petrobras. Numa operação de transbordo de carga. Que envolverá o também navio-tanque “Alessandro Volta”, de bandeira italiana. Que possui em seus tanques cerca de 1.971 toneladas de propano, sobre a forma de GLP.
Esta operação visa abastecer o “Gas Premiership” para que ele possa retornar a Canoas. E, por outro lado, vai liberar o “Alessandro Volta” para viajar à Argentina. Onde o mesmo deverá ser abastecido com GLP no porto de Bahia Blanca.
Foto: Carlos Oliveira
Lá, o navio de bandeira das Ilhas Marshall, deverá ser carregado no píer petrolífero operado pela Petrobras. Numa operação de transbordo de carga. Que envolverá o também navio-tanque “Alessandro Volta”, de bandeira italiana. Que possui em seus tanques cerca de 1.971 toneladas de propano, sobre a forma de GLP.
Esta operação visa abastecer o “Gas Premiership” para que ele possa retornar a Canoas. E, por outro lado, vai liberar o “Alessandro Volta” para viajar à Argentina. Onde o mesmo deverá ser abastecido com GLP no porto de Bahia Blanca.
Foto: Carlos Oliveira
“Porto de Viamão” transporta soja em grão.
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A fotografia aqui vinculada a mostra navegando próximo a Usina do Gasômetros, as 09 horas da manhã. E o importante nesta matéria é destacar que a capacidade de carga da barcaça é superior a 83 veículos de carga. Que ao longo do trajeto perdem parte da soja transportada. E que neste caso a perda é nula. São fatores como estes que diferençam a navegação dos demais modais de transporte existentes. E que a fazem ser a preferida para quem quer transportar grandes columes de forma rápida e segura. Pensem nisso!
Foto: Carlos Oliveira
“Norgas Pan” chega para ser carregado em Triunfo.
O navio-tanque “Norgas Pan” chegou por volta das 08:55 de quinta-feira (19/MAR) a região metropolitana de Porto Alegre. Fotografado quando entrava no canal do cristal. O seu destino era o terminal Santa Clara, de propriedade do Polo Petroquímico de Triunfo. Onde ele deverá atracar no píer I, para ser carregado com 1.900 toneladas de benzeno e 1.200 toneladas de propeno; antes de retornar para o porto de Rio Grande. Numa operação que é tida como rápida. Possibilitando a partida do navio já para às 12 horas de sexta-feira (20/MAR).
Foto: Carlos Oliveira
Foto: Carlos Oliveira
Retomada da dragagem de areia no Guaíba esta próximo de ser aprovada.
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Tomei conhecimento do fato no dia 22/JAN quando na qualidade de Deputado Estadual, quando fiz uma visita a sede da SEMA e tive uma audiência com a titular da pasta, secretária Ana Pellini. Dentre os temas por mim abordados, estava a possibilidade de se integrar as necessidades das empresas de mineração as necessidades e aos interesses do próprio estado na dragagem e manutenção dos canais de navegação. Assunto neste sentido já havia sido apresentado ao Sr. Ivo Sartori, governador de nosso estado. E que parte de um princípio básico. Não há porque do Estado pagar para que uma empresa privada retire dos canais de navegação o excesso de areia ali depositados, pelo processo natural de assoreamento. Sendo que esta areia tenha de ser obrigatoriamente redepositada dentro do próprio curso d’água. Transferindo o assoreamento de um local para o outro. Enquanto isto as empresas que extraem e comercializam a areia, não podem fazê-lo em certas áreas visivelmente assoreadas pelo processo natural.
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A ideia apresentada é a de se adaptar o processo de dragagem executado por estas empresas de mineração, as necessidades do processo de dragagem de um canal de navegação. E com isto possibilitar que elas passem a realizar um serviço técnico do interesse do Estado, com custo zero para o Estado. Tendo como pagamento o material por ela extraído, que é a sua fonte de receita natural.
Segundo a própria Ana Pellini pontuou. Quem sempre esteve contra esta forma de pensar foi a própria Superintendência de Portos e Hidrovias – SPH. Realidade que eu conheci por dentro, quando exerci a função de diretor superintendente. E que a meu ver é uma autarquia muito problemática. Que se fosse extinta resolveria muitos dos problemas econômicos que o Estado enfrenta.
Voltando ao tema deste texto. Não sou contra a retomada da extração de areia das águas do Guaíba. Apenas gostaria de marcar posição, de que com relação ao tema há uma alternativa melhor para o Estado. E ela deveria ser estudada e trabalhada de forma a ser implantada em benefício da sociedade como um todo.
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Muito Obrigado!
Vanderlan Vasconselos
Fotos: Carlos Oliveira
“Trevo Branco” é carregada com clinquer em Pelotas.
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Foto: Carlos Oliveira
“Celanova” transfere carga de butadieno em Rio Grande.
O navio-tanque “Celanova” atracou às 14:50 da tarde de quarta-feira (18/MAR) no píer petrolífero operado pela empresa Braskem, no porto de Rio Grande. Seu objetivo era o de realizar a transferência de 2.000 toneladas de butadieno não saturado. Que o navio possuía em seus tanques e que fora produzido pelo Polo Petroquímico de Triunfo. Esta transferência envolveu o navio-tanque “Navigator Mars” de bandeira liberiana, e que mede 169,97 metros de comprimento e possui 24,2 metros de largura.
O “Navigator Mars” atracou neste mesmo terminal às 16:32 de terça-feira (17/MAR) para ser carregado com10.300 toneladas de butadieno e 3.200 toneladas de propeno. E uma operação deste porte só pode ocorrer em local devidamente apropriado e licenciado para lidar com carga inflamável. Que conte com todos os equipamentos de segurança e uma brigada de incêndio treinada para agir a qualquer hora.
Por sinal, este é um dos motivos pelo qual nenhum navio-tanque que atende o Polo Petroquímico de Triunfo atraca no porto de Porto Alegre. A falta de uma brigada de incêndio devidamente treinada e impede a atracação deste tipo de navio até para que o mesmo possa receber um tripulante comida ou peças e equipamentos para sua manutenção.
Neste caso, o navio é obrigado a fundear na área destinada para este fim. Para somente então poder receber uma embarcação aonde esteja o tripulante que irá embarcar, ou os suprimentos que ela ira receber.
Foto: Carlos Oliveira
O “Navigator Mars” atracou neste mesmo terminal às 16:32 de terça-feira (17/MAR) para ser carregado com10.300 toneladas de butadieno e 3.200 toneladas de propeno. E uma operação deste porte só pode ocorrer em local devidamente apropriado e licenciado para lidar com carga inflamável. Que conte com todos os equipamentos de segurança e uma brigada de incêndio treinada para agir a qualquer hora.
Por sinal, este é um dos motivos pelo qual nenhum navio-tanque que atende o Polo Petroquímico de Triunfo atraca no porto de Porto Alegre. A falta de uma brigada de incêndio devidamente treinada e impede a atracação deste tipo de navio até para que o mesmo possa receber um tripulante comida ou peças e equipamentos para sua manutenção.
Neste caso, o navio é obrigado a fundear na área destinada para este fim. Para somente então poder receber uma embarcação aonde esteja o tripulante que irá embarcar, ou os suprimentos que ela ira receber.
Foto: Carlos Oliveira
“Gas Premiership” chega a Canoas.
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Lá sua carga deverá ser descarregada. Para posteriormente ser engarrafada nos botijões de gás e distribuída aos consumidores. Mostrando o quanto a navegação é importante para a vida de cada um de nós. Mesmo que isto não seje fácil de ser percebido pela grande maioria das pessoas.
É por este motivo que faço questão de divulgar o fato. Pois somente assim é que esta consciência vai se formando.
Muito Obrigado!
Vanderlan Vasconselos
Foto: Carlos Oliveira
Navio mercante “KP Albatross” chega a Porto Alegre.
Chegou a Porto Alegre, por volta das 09:20 da manhã de quarta-feira 18/MAR), o navio mercante “KP Albatross”. O navio registrado junto ao porto da cidade de Majuro, ostenta a bandeira das ilhas Marshall. Possui 197 metros de comprimento e 32 metros de largura. E trouxe em seus porões um carregamento estimado em 7.620 toneladas de nitrato de amônio.
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Antes de Porto Alegre, o “KP Albatros” realizou uma escala no porto de Santos. Fato ocorrido entre os dias 12 e 15 de março. E o que eu quero chamar a atenção é de como o nosso porto pode se inserir na economia. Trazendo para a cidade e todos os municípios próximos muito desenvolvimento social e econômico. Pois todo e qualquer porto é sempre uma grande oportunidade para negócios. Mas para que isto ocorra é preciso que ele tenha condições de operar os navios que ele recebe. Promovendo seu descarregamento e carregamento. Garantindo a sua segurança operativa. E a agilidade que este tipo de operação exige nos dias de hoje. É por isto que nós temos de lutar. E é por isto que eu luto. Pensem nisso e me audem a difulgar esta causa.
Muito Obrigado!
Vanderlan Vasconselos
Fotos: Carlos Oliveira
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Antes de Porto Alegre, o “KP Albatros” realizou uma escala no porto de Santos. Fato ocorrido entre os dias 12 e 15 de março. E o que eu quero chamar a atenção é de como o nosso porto pode se inserir na economia. Trazendo para a cidade e todos os municípios próximos muito desenvolvimento social e econômico. Pois todo e qualquer porto é sempre uma grande oportunidade para negócios. Mas para que isto ocorra é preciso que ele tenha condições de operar os navios que ele recebe. Promovendo seu descarregamento e carregamento. Garantindo a sua segurança operativa. E a agilidade que este tipo de operação exige nos dias de hoje. É por isto que nós temos de lutar. E é por isto que eu luto. Pensem nisso e me audem a difulgar esta causa.
Muito Obrigado!
Vanderlan Vasconselos
Fotos: Carlos Oliveira
Yara Brasil carrega fertilizante na “Trevo Oeste”.
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A empresa Yara Brasil Fertilizantes de rio Grande recebeu ás 14:30 da tarde de terça-feira (17/MAR) a barcaça graneleira “Trevo Oeste”. Este fato ocorreu junto ao terminal de uso privado que a empresa possui, na área do Super Porto de Rio Grande. E tinha como objetivo providenciar o carregamento da mesma com cerca de 3.400 toneladas de fosfato monoamônico (MAP). Um composto de origem mineral utilizado na fabricação de fertilizante. E que tem como destino a região metropolitana de Porto Alegre. Aonde a Yara possui mais duas unidades industriais, ambas às margens do rio Gravataí.
Foto: Carlos Oliveira
“Trevo Sudeste” é carregada com trigo.
A barcaça graneleira “Trevo Sudeste” atracou às 23:40 da noite de terça-feira (23/MAR) no Porto Novo de rio Grande. Seu objetivo é ser carregada com cerca de 2.900 toneladas de trigo importado da Argentina. E que terá como destino final a região metropolitana de Porto Alegre.
O trigo é um dos alimentos básicos do nosso dia-a-dia. E como tal, ao ser transportado por via fluvial seu frete acaba sendo menor. Auxiliando na redução do seu custo. E beneficiando de forma direta aos seus consumidores. Visto por este prisma. A navegação se revela como uma grande aliada da população e de toda política econômica comprometida com a redução de custos. É por este motivo que a navegação tem de ser incentiva e divulgada. Pois somente assim poderemos ter um futuro melhor.
Pensem nisso!
Vanderlan Vasconselos
Foto: Carlos Oliveira
O trigo é um dos alimentos básicos do nosso dia-a-dia. E como tal, ao ser transportado por via fluvial seu frete acaba sendo menor. Auxiliando na redução do seu custo. E beneficiando de forma direta aos seus consumidores. Visto por este prisma. A navegação se revela como uma grande aliada da população e de toda política econômica comprometida com a redução de custos. É por este motivo que a navegação tem de ser incentiva e divulgada. Pois somente assim poderemos ter um futuro melhor.
Pensem nisso!
Vanderlan Vasconselos
Foto: Carlos Oliveira
quinta-feira, 26 de março de 2015
Navio-tanque “Zeugman” é carregado em Triunfo.
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Por não ter sido divulgado a relação da carga embarcada no navio, nem sua quantidade. Não podemos repassá-la ao leitor. No entanto é sabido que nos próximos dias mais de 14.000 toneladas de produtos petroquímicos deveram ser carregadas no navio-tanque “Camilla Maersk”. E ao que tudo indica, o que se esta fazendo é transportar e armazenar neste terminal parte dos produtos que serão embarcados nos próximos dias.
Fotos: Carlos Oliveira
Bunge Alimentos recebe soja.
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Nos porões da embarcação estavam depositados cerca de 3.000 toneladas de soja triturada. Que foram embarcados na região metropolitana de Porto Alegre. E que se destinam a exportação. Quando a BUNGE o embarcará em um navio mercante bem maior. Que em média transportam 60.000 toneladas de produto.
Foto: Carlos Oliveira
Navio mercante “Sileb” chega com sal marinho.
O navio mercante liberiano “Sileb” chegou no meio da manhã de domingo (15/MAR) a Porto Alegre. Medindo 182,8 metros de comprimento e possuindo 30,51 metros de largura, o “Sileb” trouxe para a capital de nosso estado um carregamento de sal marinho. Cujo volume é estimado em cerca de 9.000 toneladas.
Sua viagem começou pelo porto de Areia Branca, localizado no estado do Rio Grande do Norte. E contou com uma escala junto ao porto de Santos (SP), ocorrida entre os dias 04 e 10 de março para descarregar 26.500 toneladas de sal.
A atracação do “Sileb” junto ao cais Navegantes, do porto de Porto Alegre, se deu às 11:30. E ela marca a única carga alimentícia que o nosso porto recebe de origem nacional. Já que o trigo que nós aqui recebemos vem do mercado externo, normalmente argentino. E chega por meio de navios e barcaças. Sendo que no caso das barcaças, este produto foi carregado no porto de Rio Grande. Em uma operação de transbordo, que muitas vezes visa apenas aliviar o peso do navio para permitir que ele chegue a Porto Alegre. É diante desta situação de empobrecimento progressivo do papel e do valor estratégico e econômico do porto de Porto Alegre. Que eu convido o leitor a refletir sobre o seu futuro.
Muito Obrigado!
Vanderlan Vasconselos
Fotos: Carlos Oliveira
Sua viagem começou pelo porto de Areia Branca, localizado no estado do Rio Grande do Norte. E contou com uma escala junto ao porto de Santos (SP), ocorrida entre os dias 04 e 10 de março para descarregar 26.500 toneladas de sal.
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Muito Obrigado!
Vanderlan Vasconselos
Fotos: Carlos Oliveira
“Guaratan” transporta asfalto para Rio Grande.
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Muito Obrigado!
Vanderlan Vasconselos
Foto: Carlos Oliveira
Por que devemos devolver os portos interiores ao Governo Federal VI
Emilie Bulker parte vazio de Porto Alegre.
O navio mercante “Emilie Bulker” que aqui chegou com um carregamento de fertilizante, partiu vazio no meio da manhã de sábado (14/MAR). Repetindo desta forma a triste rotina dos navios graneleiros que aqui aportam, E que nada levam ao partiu. Pois o nosso porto não esta capacitado para realizar operações de embarque neles. Perdemos assim mais uma oportunidade de valorizar o porto de Porto Alegre. Que no passado foi muito ativo e importante para toda a economia do Rio Grande do sul. E que por falta de investimentos e de visão estratégica, foi abandonado em detrimento do porto de Rio grande. Anulando a sua viabilidade econômica. E encarecendo a nossa produção, seja ela agrícola ou industrial. Que deixou de ser embarcada aqui. E passou a exigir um custo maior de transporte até o porto, antes de ser embarcado definitivamente em um navio.
Este encarecimento do custo é de tal ordem. Que muitas empresas acabaram por optar pelo embarque via portos de Santa Catarina. Cuja distancia é menor se comparada com a do porto de Rio Grande. Por este motivo o Rio Grande do Sul perdeu receita e vagas de trabalho. Que foram criadas nos portos catarinenses.
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Vendo por este prisma. Defender a manutenção do porto de Porto Alegre sob a administração estadual em nada vai nos ajudar a mudar esta situação. Pois se o Estado não possui recursos para investir no porto. O mesmo não vai conseguir atrair cargas e navios para movimentar a nossa economia. Por outro lado, devolvendo-o para a União. A realização de um novo processo licitatório, em busca de investidores interessados na sua exploração comercial será algo mais fácil.
O que não podemos é ficarmos nos iludindo de que vamos conseguir mudar a atual situação. Pois sem recursos, política e mentalidade que valorizem o porto em sua atividade fim. Nada vamos conseguir fazer. Pensem nisso!
Vanderlan Vasconselos
Fotos: Carlos Oliveira
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Este encarecimento do custo é de tal ordem. Que muitas empresas acabaram por optar pelo embarque via portos de Santa Catarina. Cuja distancia é menor se comparada com a do porto de Rio Grande. Por este motivo o Rio Grande do Sul perdeu receita e vagas de trabalho. Que foram criadas nos portos catarinenses.
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Vendo por este prisma. Defender a manutenção do porto de Porto Alegre sob a administração estadual em nada vai nos ajudar a mudar esta situação. Pois se o Estado não possui recursos para investir no porto. O mesmo não vai conseguir atrair cargas e navios para movimentar a nossa economia. Por outro lado, devolvendo-o para a União. A realização de um novo processo licitatório, em busca de investidores interessados na sua exploração comercial será algo mais fácil.
O que não podemos é ficarmos nos iludindo de que vamos conseguir mudar a atual situação. Pois sem recursos, política e mentalidade que valorizem o porto em sua atividade fim. Nada vamos conseguir fazer. Pensem nisso!
Vanderlan Vasconselos
Fotos: Carlos Oliveira
“Trevo Branco” leva soja para BUNGE de Rio Grande.
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Ainda sobre a “Trevo Branco”, a expectativa é de que após concluída esta operação a barcaça siga para o porto de Pelotas. Onde deverá ser carrega possivelmente com clinquer.
Foto: Carlos Oliveira
Navio de bandeira chinesa “Port Botany” chega a Porto Alegre.
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Em seus porões, o navio trouxe para a capital de nosso estado um carregamento estimado em 6.850 toneladas de ureia. Cujo emprego pode ocorrer tanto no setor industrial como no agrícola. Sendo que antes de chegar aqui, ele realizou uma escala no porto de rio Grande. Mais especificamente no terminal de uso privado (TUP) da empresa Yara Brasil Fertilizantes. Local aonde atracou às 10:20 da manhã de terça-feira (10/MAR). Para descarregar outras 4.900 toneladas de ureia.
Fotos: Carlos Oliveira
“Trevo Oeste” chega com arroz em Rio Grande.
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Foto: Carlos Oliveira
“Trevo Vermelho” é carregada com fertilizante.
A barcaça graneleira “Trevo Vermelho” que havia realizado uma viagem entre Pelotas e Rio Grande, carregada com arroz. Já concluiu a operação de descarga deste produto e partiu para seu novo destino. Desta vez ela atracou junto ao terminal de uso privado (TUP) da empresa Yara Brasil Fertilizantes, localizado na área do Super porto de rio Grande. Para ser carreada com cerca de 4.000 toneladas de fertilizante de origem mineral. Sua atracação ocorreu ás 12:30 de quinta-feira (12/MAR) e seu próximo destino deverá se a região metropolitana de Porto Alegre. Aonde a Yara possui duas unidades industrias instaladas, sendo uma em Porto Alegre e a outra em Canoas,ambas as margens do rio Gravataí.
Foto: Carlos Oliveira
Foto: Carlos Oliveira
quarta-feira, 25 de março de 2015
Barcaça graneleira “João Mallmann” chega a porto Alegre com uréia.
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O transporte deste produto para Porto Alegre, por barcaça, permite a retirada de mais de 138 veículos de carga, carregados com 30 toneladas cada um, de nossas estradas. O que é um número significativo. E demonstra o quanto a navegação interior pode contribuir para a melhoria de nossas estradas. Preservando-as do trânsito excessivo, cujo desgaste é sempre nocivo a sua qualidade.
Foto: Carlos Oliveira
Estado recebe carregamento de GLP.
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Sua atracação ocorreu no Terminal de Gás do Sul – TERGASUL. Que fica instalado as margens do rio Gravataí, no município de Canoas. E é o único no estado que realiza o recebimento deste produto diretamente de navio. Daí a sua importância para o nosso bem-estar econômico e social.
Um ponto que chama a atenção, é que em comparação com o movimento realizado no ano passado. No qual durante o primeiro semestre nenhum navio veio nos abastecer de GLP. Este ano a operação se iniciou mais cedo. Indicando que o consumo pode estar mais elevado ou que a Refinaria Alberto Pasqualini – REFAP não esta conseguindo produzir o mesmo de forma satisfatória. O certo é que em tempos de energia elétrica mais cara. O GLP é uma boa oportunidade de se economizar dinheiro. Utilizando-o como fonte de energia. Lamentável é que esta tecnologia não atinge as camadas mais pobres de nossa população. Que ainda utilizam o velho chuveiro elétrico para aquecer a água do banho.
Foto: Carlos Oliveira
Navio mercante “Emilie Bulker” chega com carga proveniente dos Estado Unidos.
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A vinda deste navio serve para nos mostrar a potencialidade que um porto representa para a economia de uma região. E saber utilizar esta potencialidade é essencial para que mudemos a nossa realidade. É por este motivo que eu vivo a escrever sobre o tema. Mostrando o movimento de navios e cargas pela nossa hidrovia. Pois sei que isto é importante para que possamos ter um futuro melhor. Pensem nisso e me ajudem a divulgar e difundir a importância da mentalidade marítima.
Muito Obrigado!
Vanderlan Vasconselos
Fotos: Carlos Oliveira
Por que devemos devolver os portos interiores ao Governo Federal V – Navio mercante “Daria” parte vazio de Porto Alegre.
Partiu do cais Navegantes, do porto de Porto Alegre, às 08:15 da manhã de quinta-feira (12/MAR), o navio mercante “Daria”. Como todos os demais navios graneleiros ele partiu com seus porões totalmente vazios. Tendo em vista a falta de capacidade de nosso porto de carregar navios deste tipo. O que é uma verdadeira catástrofe para a nossa economia. Já que a cada navio que parte se desperdiça uma oportunidade de embarcarmos parte de nossa safra agrícola a um custo bem menor. Também perdemos a oportunidade de gerarmos emprego e renda. Pois sem demanda, não há como abrir novas vagas para os trabalhadores avulsos no porto. E com isto toda a nossa economia desacelera sua dinâmica. Criando um circulo vicioso danoso ao nosso bem-estar.
Tudo isto é causado pela falta de capacidade financeira e de planejamento de quem administra o porto de Porto Alegre. No caso, o Estado, por intermédio da Superintendência de Portos e Hidrovias – SPH. Que não consegue administrar de forma eficiente a concessão que conseguiu. Travando o nosso desenvolvimento econômico. Admitir este fato é muito importante para quem quer ver esta situação modificada. Pois o passo seguinte será o da devolução da concessão à União. Resultando concomitantemente numa economia de recursos para o estado e a segurança de que a União irá buscar um novo parceiro investidor para o porto. Investidor este comprometido com o investimento e a melhoria do mesmo. Pois disso dependerá o seu sucesso econômico e financeiro.
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Enquanto isto não ocorrer, o que teremos é isto. Navios partindo com seus porões vazios. Tendo de navegar por canais estreitos e sinuosos. Fato que o obriga a fazer manobras como a aqui documentada. No qual o navio é obrigado a sincronizar a sua velocidade de navegação. Para poder realizar o cruzamento com outros navios fora dos canais artificiais. E com isto obter um pouco mais de segurança e espaço.
Defender a devolução de nossos portos interiores à União é defender a possibilidade de retomada de nosso crescimento econômico e social. E é para isto que eu convido os leitores a refletirem.
Muito Obrigado!
Vanderlan Vasconselos
Fotos: Carlos Oliveira
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Enquanto isto não ocorrer, o que teremos é isto. Navios partindo com seus porões vazios. Tendo de navegar por canais estreitos e sinuosos. Fato que o obriga a fazer manobras como a aqui documentada. No qual o navio é obrigado a sincronizar a sua velocidade de navegação. Para poder realizar o cruzamento com outros navios fora dos canais artificiais. E com isto obter um pouco mais de segurança e espaço.
Defender a devolução de nossos portos interiores à União é defender a possibilidade de retomada de nosso crescimento econômico e social. E é para isto que eu convido os leitores a refletirem.
Muito Obrigado!
Vanderlan Vasconselos
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