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Desta vez a operação de descarga do navio foi bem mais rápida. Isto se deve ao fato do pessoal do terminal já conhecer as características do navio e da sua tripulação, com relação ao trabalho, e vice-versa. O que possibilita uma interação melhor entre as duas equipes. Focando sempre no quesito segurança. Pois sem isto não há como operar uma carga tão valiosa e ao mesmo tempo tão perigosa. Como é o caso do gás liquefeito de petróleo – GLP. Do qual o nosso estado é deficitário. Necessitando aportes periódicos do mesmo. Que são enviados pela Petrobras, do seu terminal existente no estado do Espírito Santo.
A partida do “gás Nirvana” é ao mesmo tempo a confirmação de que uma nova operação ocorreu com pleno sucesso. E a de que o nosso bem-estar esta assegurado. Pois não irá faltar GLP para que possamos cozinhar ou aquecer a água de nossos banhos.
Foto: Carlos Oliveira
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