sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Navio mercante “Dona Maria” chega a Porto Alegre.

Chegou às 10:59 da manhã de sexta-feira (10/JUL) a Porto Alegre o navio mercante “Dona Maria”. O graneleiro que mede 197,42 metros de comprimento e possui 23,12 metros de largura esta registrado junto ao porto da cidade de Monróvia, ostentando desta forma a bandeira da Libéria. Seu objetivo aqui na capital do estado é descarregar cerca de 8.100 toneladas de cevada. Produto de origem argentina, e que já foi descarregado em outros portos brasileiros como o de Recife, Vitória e Rio Grande. No porto de Recife o navio partiu no dia 24/MAI. Já no porto de Vitória, ele chegou e fundeou no dia 31/MAI. E lá ficou esperando a hora de poder atracar para descarregar. Sua passagem por este porto só foi concluída em 28/JUN, quando finalmente ele partiu rumo ao porto de Rio Grande. Aonde atracou às 15 horas da tarde de terça-feira (07/JUL) para descarregar cerca de 4.550 toneladas de cevada. Em operação que foi concluída com sucesso às 14 horas de quinta-feira (09/JUL) quando finalmente ele partiu para o seu último porto de descarga no solo brasileiro.

No entanto a atracação do navio mercante “Dona Maria” não veio a ocorrer junto com sua chegada. Isto se deve ao fato do porto já estar com todos os seus locais de atracação ocupados. Por este motivo o navio teve de fundear às 11:30 na área Bravo do porto de Porto Alegre. Que fica em frente ao cais Mauá, entre o pórtico do portão central e a usina do Gasômetro.

Foto: Carlos Oliveira

Barcaça-tanque “Eco Energia I” transporta gasolina.

A barcaça-tanque “Eco Energia I” de propriedade da navegação Guarita atracou às 12:20 da tarde de sexta-feira (10/JUL) em Rio Grande. O local foi o píer petrolífero operado pela Petrobras, que fica na área do Super Porto. E nos tanques da embarcação havia um carregamento de 3.500 toneladas de gasolina comum. Esta gasolina foi produzida pela Refinaria Alberto Pasqualini – REFAP. Que fica em Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre. E foi embarcado pelo Terminal Niterói, instalado as margens do rio Gravataí.

A utilização da navegação para o transporte da produção, faz parte da política adotada pela Petrobras. Que se vale de todos os meios logísticos existentes para garantir o abastecimento em todo o país. Principalmente aqueles que são reconhecidamente mais econômicos, como é o caso da navegação.

Foto: Carlos Oliveira

Navio mercante “Santa Angelina” chega a Porto Alegre.

O navio mercante liberiano “Santa Angelina” chegou ás 10:33 da manhã de quinta-feira (09/JUL) a Porto Alegre. O navio é novíssimo, pois foi construído e entregue no ano de 2015, pelo estaleiro Shin Kurushima Onishi Shipyard, da cidade de Imibari – Japão. E esta é uma de suas primeiras viagens comercial. Que neste caso teve início no porto alemão de Hamburgo. E contou com escalas nos portos de Santos (SP) e Rio Grande (RS) antes de aqui chegar.


Em Rio Grande o navio atracou às 20:55 da segunda-feira (06/JUN), para descarregar cerca de 4.000 toneladas de cloreto de potássio. Já em Porto Alegre o planejado é que o navio descarregue o final de sua carga. Que é estimada em cerca de 11.000 toneladas de cloreto de potássio. Para depois finalmente poder ser novamente carregado. Dando início a uma nova viagem comercial.

Foto: Carlos Oliveira

“Trevo Roxo” chega a Rio Grande.

Chegou às 08:30 da manhã de quinta-feira (09/JUL) ao cais do Porto Novo de Rio Grande, a barcaça graneleira “Trevo Roxo”. Em seus porões a embarcação estava transportando cerca de 2.500 toneladas de celulose. Que deverá ser descarregada e armazenada nesta local. Para posterior reembarque em um navio de maior porte.

A intensidade com que as embarcações da Navegação Aliança tem realizados viagens deste tipo aumentou muito nos últimos tempos. Isto se deve não só ao aumento da produção de celulose. Como também ao fato da Navegação aliança ter ganhado a concorrência realizada pela CMPC celulose Riograndense para contratar a empresa que faria o transporte de sua produção. E que vai exigir a construção de novas embarcações para atender a demanda crescente por este tipo de serviço. Para a navegação isto é uma boa notícia. Pois representa um estímulo ao seu fortalecimento, e a renovação de sua frota.

Foto: Carlos Oliveira

Após descarregar “Gas Cathar” parte de Canoas.

O navio-tanque “Gas Cathar” partiu do Terminal de Gás do Sul – TERGASUL, localizado no município de Canoas às 13:15 da tarde de quinta-feira (09/JUL). Isto ocorreu após ele ter terminal a operação de descarga de gás liquefeito de petróleo – GLP, que trouxe para o nosso estado. E que veio do estado do espírito Santo, aonde a Petrobras concentra grande parte das operações de carregamento e distribuição deste produto para todo o Brasil.

Com isto o abastecimento deste precioso produto esta garantido. E com ele o nosso bem-estar social. Já que o GLP é uma das fontes de energia mais utilizadas no preparo do alimento em nossa sociedade. E sem ela cozinhar seria muito mais complicado. É por este motivo que eu sempre divulgo a vinda dos navios que nos abastecem com GLP. Para que o leitor possa ter consciência de que o mesmo nos chega por via marítima. Trazido por um navio. Para abastecer inclusive os locais mais distantes, onde nenhum navio passa ou sequer foi visto pelos seus habitantes. E que, por este motivo, estas pessoas nunca pensaram na importância da navegação para as suas vidas. Este é apenas um exemplo que faço questão de mostrar. E aguçar o interesse do leitor pelo tema. Por este motivo convido a todos os leitores a divulgar o assunto.

Muito Obrigado!

Vanderlan Vasconselos

Foto: Carlos Oliveira

Navio-tanque “Coral Palmata” parte carregado de Triunfo.

O navio-tanque “Coral Palmata” de bandeira liberiana partiu no meio da manhã de quinta-feira (09/JUL) de Triunfo rumo a Rio Grande. O navio que chegou na manhã de segunda-feira (06/JUL) se encontrava fundeado na área Charlie do porto de Porto Alegre, que fica no rio Jacuí, em frente ao canal de acesso do Terminal Santa Clara, desde às 15 horas de quarta-feira (15/JUL). Posição para onde se dirigiu logo após ter sido concluído o seu carregamento no píer I, deste terminal. No entanto, devido ao adiantado da hora, sua partida para o porto de Rio Grande não pode ocorrer. Motivo pelo qual ele ficou fundeado, só vindo a partir na manhã de hoje.

Infelizmente tanto o volume quanto o tipo de carga envolvido nesta primeira viagem do navio não foram divulgados. O que se sabe é que seu destino será o terminal da Braskem em Rio Grande e que o navio continuará a operar na região. Transportando parte da carga líquida aqui produzida.

Foto: Carlos Oliveira

“Trevo Branco” chega carregado com clinquer.

A barcaça graneleira “trevo branco” de propriedade da navegação Aliança, chegou às 09:23 da manhã de quinta-feira (09/JUL) a região de Porto Alegre. Vinda da cidade de Pelotas, aonde esteve operando no terminal de uso privado (TUP) da empresa Cimbagé entre terça-feira (07/JUL) e quarta-feira (08/JUL). Ela trouxe um carregamento estimado em 3.270 toneladas de clinquer.

O clinquer é um dos produtos utilizados na fabricação do cimento. E por tanto a utilização da navegação para o seu transporte se mostra muito eficiente na redução do seu custo. Beneficiando o setor da construção civil de forma direta. Já que o cimento é um dos produtos básicos utilizados neste segmento econômico. É desta forma que a navegação contribui para a nossa economia. Reduzindo custos e beneficiando o consumidor final.

Foto: Carlos Oliveira

PARA PENSAR E REFLETIR

“Germano Becker” transporta celulose.

A fotografia aqui vinculada é um fragrante do momento em que a barcaça graneleira “Germano Becker” chegava a Porto Alegre vinda de viagem realizada a Rio Grande. Eram 11:09 da manhã de terça-feira (07/JUL) e o destino da barcaça era o cais Navegantes, do porto de Porto Alegre. Lá era iria ser abastecida com combustível, comida e trocar parte de sua tripulação. Numa manobra realizada de forma rápida. Pois logo em seguida ela teria de navegar até o terminal de uso privado (TUP) da Celulose Riograndense. Que fica na cidade de Guaíba.

E assim foi feito. A barcaça abasteceu, partiu para o terminal e foi carregada com cerca de 3.617 toneladas de celulose. Concluída esta fase, ela partiu novamente para o porto de Rio Grande. Onde veio a atracar às 18:05 da noite de quinta-feira (09/JUL) junto ao cais do Porto Novo.

Como podemos ver, a nossa navegação interior trabalha de forma muito intensa para poder atender a demanda do setor produtivo. Por um lado isto é bom; mas por outro é preocupante. Já que a navegação por muitos anos não teve nenhum incentivo. E isto a limitou não só em número de embarcações como de tripulantes devidamente habilitados para exercer as atividades do setor. E é neste momento que eu repito a ideia de que temos de ter uma política séria para o setor portuário e da navegação. Pois somente assim elas vão poder se desenvolver de forma equilibrada. Garantindo aquilo que o estado mais necessita que é uma opção logística capaz de satisfazer as suas necessidades.

Muito obrigado!

Vanderlan Vasconselos

Foto: Carlos Oliveira

“BBC Switzerland” chega com peças para guindaste.

O navio mercante “BBC Switzerland” de propriedade da empresa alemã BBC Charteling chegou a Porto Alegre na manhã de quinta-feira (09/JUL). Eram 10 horas da manhã quando ele foi visto navegando nas águas do Guaíba, já no canal do Cristal. Sendo que sua atracação junto ao cais navegantes do porto de Porto Alegre foi concluída ás 11:20, em área do antigo terminal de contêineres. Que fica ao lado dos silos da Companhia estadual de Silos e Armazéns – CESA. E que não é coberta pelo sistema de segurança internacional ISPS-Code.


A carga que o “BBC Switzerland” trouxe é composta de 10 contêineres do tipo HC40. Que juntos pesam 136,432 toneladas além de peças para a construção de guindastes e que juntas pesam 459,173 toneladas. Este material é destinado à empresa Kock-Palfinger, uma joint venture formada entre a brasileira Kock e a austríaca Palfinger. Que visa construir guindastes para serem empregados nas plataformas que estão sendo construídas para a Petrobras. E que ocupam área de pátio e parte do armazém D4 do porto de Porto Alegre, para realizar a sua montagem.

O “BBC Switzerland” faz parte de uma classe de 10 navios iguais construídos para a BBC Charteling. Dos quais alguns já estiveram operando aqui em Porto Alegre. Este é o caso do “BBC Asia”, do “BBC Germany”, do “BBC Europa” e do “BBC Scandinavia”. Seu comprimento é de 119,75 metros e a largura máxima é de 20,20 metros. Possui dois porões de carga. Sendo que o maior mede 52 metros de comprimento por 16,11 metros de largura. E seus dois guindastes podem erguer até 250 toneladas cada um. Sendo que quando operam em conjunto sua capacidade de içamento total chega a 500 toneladas. A propulsão esta a cargo de um motor Cartepillar-MAK de sete cilindros, modelo 7M43C. Cuja potência chega a 8.565 HP e pode levar o navio à velocidade de 16 nós. Ele foi construído no ano de 2008, pelo estaleiro chinês Xingang Shipbuilding Heavy Industry, da cidade de Tianjin.

Fotos: Carlos Oliveira

“Guapuruvu” transporta combustível produzido em Triunfo.

A barcaça-tanque “Guapuruvu”, de propriedade da Navegação Guarita, transportou um carregamento de combustível para o porto de Rio Grande. A carga composta de 2.100 toneladas de gasolina comum e 2.000 toneladas de MTBE, um aditivo utilizado no combustível, foram produzidas pelo Polo Petroquímico de Triunfo. E chegou ao seu destino, o terminal de uso privado (TUP) operado pela empresa Braskem, às 22:50 da noite de quarta-feira (08/JUL).


Na fotografia aqui apresentada, é possível de se ver a barcaça navegando rumo ao seu destino.  Fato ocorrido ainda na manhã de segunda-feira (06/JUL).



Foto: Carlos Oliveira

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

EXCLUSIVO – Navio mercante “Pebble Beach” encalha no lago Guaíba.


O navio mercante “Pebble Beach” de bandeira maltesa encalhou por volta das 06:43 da manhã de quarta-feira (26/AGO) nas águas do lago Guaíba. Logo após o mesmo ter passado pelo farol de Itapuã. O local onde isto ocorre fica a aproximadamente 370 metros do farol. Que esta dentro das terras do Parque Estadual de Itapuã, uma reserva ecológica administrada pelo Estado.

OS FATOS

Segundo foi levantado, o navio navegava a cerca de 10,6 nós quando bruscamente mudou de rumo, girando para a sua direita em direção a terra. Em questão de três minutos o “Pebble Beach” já se encontrava parado. O rumo originalmente traçado pelo navio era de 4 graus, e no momento do giro ele apontou para o rumo de 40 graus.

AS DUAS HIPÓTESES DO ENCALHE

Em virtude deste fato já se pode pensar que a causa do fato foi uma pane no navio. Que pode ter sido causada pelo apagar do motor do mesmo. Fato que poderia travar o leme. Ou, numa segunda hipótese, o navio pode ter tocado com o casco em um banco de areia. Provocando a frenagem do navio, que empurrado pela força do motor que continuava a trabalhar o fez girar sobre o ponto de contato com o banco de areia.

HIPÓTESE DESCARTADA

Neste conjunto de fatos podemos descartar, antecipadamente, a hipótese de falha por parte do serviço de praticagem. Já que o local, mesmo quando mal sinalizado, possui no paredão natural dos morros de pedra, uma linha de orientação para a navegação. Além do mais, este é um dos pontos mais marcantes da navegação pelas águas do Guaíba. Não só pela beleza, como pelo perigo que a região apresenta. E todos os práticos da Lagoa dos Patos são muito experientes.

MARINHA INVESTIGARÁ

A certeza com relação a mais este encalhe é que o mesmo já gerou a abertura de um inquérito para investigar as suas causas. E a Marinha do Brasil, por meio da Capitania Fluvial de Porto Alegre – CFPA, irá colher os depoimentos e as informações para identificar as suas reais causas. Que posteriormente serão enviadas para o Tribunal Marítimo, com sede no Rio de Janeiro.

A LIÇÃO QUE FICA

Sobre o fato deste novo encalhe de um navio mercante em nossas águas ficam vários motivos para reflexão. O principal deles diz respeito a segurança e as características de nossos canais. Que são muito estreitos para os navios que aqui tem navegado. Navios com comprimento na casa dos 200 metros, e largura de até 32 metros. Que ficam literalmente apertados em canais cuja largura oficial é de 80 metros. E que possuem curvas demasiadamente fechadas em alguns pontos. Expondo ao risco os navios que por ali trafegam.

Há anos temos escutado o pedido de que a navegação noturna seja liberada nas águas dos canais artificiais. E há anos o Estado tem dito que para que isto ocorre é necessário apenas melhorar o balizamento dos ditos canais artificiais. Pois isto é apenas meia verdade. Os canais também tem de serem melhorados. Com o seu alargamento e a correção de seu traçado. Pois do contrário não haverá a sua liberação para a navegação noturna. No governo passado, a Marinha do Brasil solicitou cópia do projeto de todos os canais. Pelo que eu sei nada foi fornecido. Mostrando a irresponsabilidade e a incapacidade dos antigos gestores de administrar e de compreender a importância econômica da nossa hidrovia. E o que me assusta é que, mesmo após a troca do governo. Muitos cargos importantes estão sendo ocupados pelas mesmas pessoas do governo anterior. Que já mostraram as suas limitações. E que por isto, dificilmente vão agregar algo de novo no esforço de melhorar este modal tão importante para o desenvolvimento de nosso estado.

Finalizo anexando a imagem do local do encalhe ocorrido com o navio “Pebble Beach”. Que é uma arte produzida sobre imagem fornecida pelo site da empresa Marine Traffic.

Muito Obrigado!

Vanderlan Vasconselos

Arte: Carlos Oliveira

Estado é abastecido com GLP.

O estado foi mais uma vez abastecido com gás liquefeito de petróleo – GLP. Desta vez o navio responsável pelo abastecimento foi o “Gas Cathar” que aqui chegou às 09 horas da manhã de quarta-feira (08/JUL).

 Como sempre, o navio não pode chegar com carga máxima. Em virtude de ter de respeitar a profundidade máxima de nossas águas interiores. Que estão limitadas a 5,18 metros de profundidade. Que é um padrão adotado ainda no início do século passado. Quando o nosso porto foi construído. Para aquela época esta era uma boa profundidade. No entanto, para os padrões atuais, ela é muito limitada. E acaba por obrigar aos navios que aqui vem, a operar com sua capacidade reduzida. O que acaba por elevar seu custo operacional. O importante para o leitor, quando eu digo isto, é perceber a necessidade de termos uma atualização no nosso pensamento para o setor portuário e da navegação. Que nos aproxime dos padrões atuais.
Para que a nossa navegação continue a ser uma atividade atrativa e lucrativa. Do contrário ela estará condenada a desempenhar um papel cada vez menor. Em prejuízo do nosso próprio desenvolvimento econômico e social.

Muito Obrigado!

Vanderlan Vasconselos

Foto: Carlos Oliveira

“Trevo Sudeste” transporta fertilizante para Yara Brasil.

A barcaça graneleira “Trevo Sudeste” realizou mais uma viagem para a empresa Yara Brasil. Desta vez a barcaça atracou ás 11:20 as manhã de quarta-feira (08/JUL) junto ao terminal de uso privado (TUP) da Yara em rio Grande. Para que fosse carregada com cerca de 2.900 toneladas de fertilizante de origem mineral. O destino do produto é a região de Porto Alegre. Aonde a Yara possui duas unidades processadoras. E que consegue realizar a distribuição de seus produtos para grande parte de nosso estado com um preço mais competitivo. Já que o frete daqui é 30% mais barato. O que garante uma boa vantagem financeira para quem compra os seus produtos. E auxilia na obtenção da tão desejada competitividade por parte do produtor rural.

Foto: Carlos Oliveira

“Trevo Azul” descarrega celulose.

A barcaça graneleira “Trevo azul” realizou uma nova viagem com carga de celulose. Desta vez ela chegou ao seu destino, o Porto Novo de Rio Grande, ás 18:55 da noite de quarta-feira (08/JUL). E em seus porões havia um volume estimado em 2.500 toneladas do produto. Já preparado para ser exportado. Com isto a economia de nosso estado se fortalece. Pois a renda proveniente desta exportação fica distribuída entre todos os entes envolvidos no seu processo produtivo. Que teve origem no campo e chegou ao setor industrial. E que atinge também, de forma indireta os demais seguimentos de nossa economia. Mostrando o valor da perfeita integração de nossa economia. Mesmo que isto não seja perceptível de forma tão clara por todos nós.

Foto: Carlos Oliveira

“Piratini” descarrega farelo de soja.

A barcaça graneleira “Piratini”, de propriedade da Frota de Petroleiros do sul – PETROSUL, atracou às 13:20 da tarde de quarta-feira (08/JUL) no terminal de USP privado (TUP) da empresa Bianchini, localizado em Rio Grande. Em seus porões a embarcação estava transportando 3.700,12 toneladas de farelo de soja. Que foi produzido pela unidade da Bianchini de Canoas. E que será armazenada neste terminal, até o momento em que será embarcada rumo ao exterior.

Foto: Carlos Oliveira