domingo, 2 de novembro de 2014

“Frederico Madörin” é carregada com fertilizante em Rio Grande.

 Barcaça graneleira “Frederico Madörin” atracou às 11:55 da manhã de domingo (28/SET) a contrabordo do navio mercante “Sea Honest”. Este fato ocorreu na área do Porto Novo de Rio Grande. E visa permitir que a barcaça de propriedade da Navegação Aliança, recebe em seu porões um carregamento estimado em 5.000 toneladas de super fosfato triplo. Um produto utilizado na composição dos fertilizantes produzidos aqui no estado. e que conforme o emprego tem a sua formula alterada. Para atender as necessidades específicas de cada cultura aqui produzida.

Como podemos ver. A navegação interior é muito útil aos nossos interesses econômicos. Transportando tanto os insumos que o setor agrícola necessita, como a sua produção.

Foto: Carlos Oliveira

Navio mercante “Eva” retorna a Porto Alegre.

O navio mercante “Eva” de bandeira maltesa retornou a Porto Alegre na manhã de céu nublado de sábado (27/SET). Eram 09 horas quando o navio foi visto entrando no canal do Cristal. A chegada do navio estava programada para ocorrer na sexta-feira (26/SET). Tendo em vista que ele partiu do Porto Novo de Rio Grande às 09:30 de quinta-feira (25/SET). Após uma longa permanência na área do porto de Rio Grande. Já que sua chegada ocorreu às 12:45 da terça-feira (09/SET) quando o navio fundeou fora da barra.

Sua entrada, para descarga, só veio a se efetivar no domingo (21/SET) quando o navio atracou a 01:01 da madrugada no terminal de uso privado (TUP) da empresa Bianchini. Nesta ocasião, o calado do navio era de 10,80 metros.  Deste TUP ele partiu para atracar no Porto Novo de Rio Grande às 10:50 da manhã de terça-feira (23/SET). Seu novo calado era de 9,40 metros abaixo do nível da água.

Pelo o que pudemos levantar, o volume descarregado nestes dois locais foi de: 10.900 toneladas de TOP-PHOS P CA; 10.000 toneladas de cloreto de potássio e 4.955 toneladas de super fosfato. Já para Porto Alegre o volume de carga previsto para descarga é de 5.724 tonelada de super fosfato simples e de 4.300 toneladas de super fosfato triplo.

Um fato importante que faço questão de destacar. É que a vinda de navios de longo curso de forma sistemática indicam que há uma rota implementada. Infelizmente ela é apenas para descarga dos navios. E esta sujeita a uma demanda que varia para mais ou para menos, ano após ano, mas que existe. Identificar isto é o primeiro passo para que possamos tirar proveito desta situação. Na qual o maior objetivo é aproveitar a vinda dos navios para neles realizar uma operação de carregamento. Invertendo a lógica atual. E ampliando os benefícios que disto resulta para a nossa economia. É sobre isto o que devemos pensar. E é para isto que eu convido o leitor a refletir.

Muito Obrigado!

Vanderlan Vasconselos

Fotos: Carlos Oliveira

“Trevo Verde” é carregado com clinquer em Pelotas.

Mal a barcaça graneleira “Trevo Azul” partiu do terminal de uso privado (TUP) da empresa CIMBAGÉ, localizado as margens do canal São Gonçalo, em Pelota. E foi a vez da barcaça graneleira “Trevo verde” atracar neste TUP.

Nesta nova operação, foram carregadas 4.056,7 toneladas de clinquer. Produto utilizado na fabricação de cimento. E que possui mercado garantido o ano todo. Motivo pelo qual não esta sujeito a sazonalidade, como ocorre com outros tipos de cargas.

O destino desta carga, também será o TUP que a CIMBAGÉ  possui no município de Nova Santa Rita. E que fica localizado no distrito de Morretes, as margens do rio Caí;

Foto: Carlos Oliveira

“Trevo Vermelho” é carregada com clinquer em Pelotas.

A barcaça graneleira “Trevo Vermelho” foi a terceira embarcação da navegação Aliança a operar no porto de Pelotas nesta semana. Sua atracação se deu na quinta-feira (25/SET) junto ao terminal de uso privado (TUP) da empresa CIMBAGÉ. Que fica localizado as margens do canal São Gonçalo.

Nesta operação que envolveu a “Trevo Vermelho” foram carregadas 3.753 toneladas de clinquer. Liberando a sua partida já na sexta-feira (26/SET) quando a embarcação pode rumar para a região metropolitana de Porto Alegre. Destino final da carga. Tão essencial para o setor da construção civil. Pois sem ela nada se faz. Neste contexto, a utilização de uma barcaça para o transporte de produto tão nobre. Auxilia na redução do seu custo final. Já que o o valor do frete praticado pelo setor marítimo/fluvial é o mais barato de todos os disponíveis. O que certamente é uma vantagem para quem o utiliza.

Foto: Carlos Oliveira

“Trevo Azul” é carregada com clinquer em Pelotas.

A barcaça graneleira “Trevo Azul”, de propriedade da Navegação Aliança esteve na cidade de Pelotas entre domingo (21/SET) e segunda-feira (22/SET). Neste período ele atracou no terminal de uso privado (TUP) da empresa CIMBAGÉ para ser carregada com clinquer. Um produto utilizado na fabricação de cimento. E que tem com destino o TUP que a própria CIMBAGÉ possui as margens do rio Caí, no município de Nova Santa Rita.

Ao todo nesta operação de carregamento foram embarcados nos porões da “Trevo Azul” 3.216 toneladas de clinquer. O que demonstra o potencial deste terminal e do aproveitamento de nossa malha hidrovia.

Foto: Carlos Oliveira

sábado, 1 de novembro de 2014

3 anos de Travessia Hidroviária Porto Alegre – Guaíba.

Na última terça-feira (28/OUT) a travessia hidroviária de passageiros entre os municípios de Porto Alegre e Guaíba completou seu terceiro aniversário. A marca expressiva de 2,3 milhões de passageiros transportados por si só é a prova do sucesso deste empreendimento. Que hoje conta com 38 viagens diárias. Mas que ainda não conseguiu implantar a tão sonhada ampliação de pontos de parada. Que buscam ligar o centro da capital a zona Sul e a ilha da Pintada. Como este é outro assunto. Que destoa do momento festivo. Não vou abordá-lo agora. Ao leitor ofereço as fotografias aqui apresentadas. Onde é possível rever não só as embarcações devidamente adesivadas para a comemoração do primeiro e do segundo aniversário. Como a nova embarcação incorporada ao serviço de travessia. Que é mais larga e possui maior capacidade de transportar passageiros.




Fotos: Carlos Oliveira

“Trevo Sudeste” transporta cavacos de madeira.

Assim como ocorreu com a barcaça “Trevo Azul” desta vez foi a barcaça graneleira “Trevo Sudeste” a que atracou no terminal marítimo Luiz Fogliatto com mais um carregamento de cavacos de madeira. Ao todo foram 1.200 toneladas do produto trazidos da cidade de Taquari, pelos rios Taquari, Jacuí,  lago Guaíba e lagoa dos Patos. Num trajeto com características bem distintas em cada um dos trechos percorridos.

Com relação a isto. Certamente é o trecho do rio Taquari e do Jacuí os mais críticos. Pois carecem de sinalização náutica. E em alguns pontos somente profissionais experientes podem conduzir a embarcação com plena segurança. Outro fato que é crítico esta relacionado a profundidade dos rios. Que por não ser uniforme e conhecida. Limita o volume de produto que é embarcado nas barcaças. Fazendo com que o serviço contratado não renda tudo o que poderia render a quem o contrata. Isto, em última instância, é um aumento do custo de frete. Pois exige um número maior de viagens para transportar o mesmo volume. E o dano que isto causa é a perda de competitividade e da lucratividade de quem produz. Que por receber menos, também terá menos dinheiro disponível para investir. E com isto movimentar de forma positiva a nossa economia.

A falta de investimentos, e de uma política séria para a navegação é um assunto gravíssimo. E deveria ser tema de todos os nossos governantes. Pois é este o setor que possui o melhor potencial de crescimento, com o menor custo de investimento para o Estado. Gerando como benefício a possibilidade do Estado ter mais recursos para investir naquilo que se faz necessário. E que nos dias de hoje não é feito, exatamente pela escassez de recursos financeiros.

Pensem nisso e vamos juntos lutar pela valorização da navegação comercial em nosso Estado.

Muito Obrigado!

Vanderlan Vasconselos

Foto: Carlos Oliveira

“Zeugman” retorna para ser carregado em Triunfo.

Retornou a região metropolitana de Porto Alegre, o navio-tanque “Zeugman”. Este fato ocorreu às 08:30 da manhã de segunda-feira (29/SET).

O “Zeugman” aproveitou o fato do dia estar amanhecendo mais cedo para entrar na área de canais artificiais que se inicia em Itapuã, na divida entre o Lago Guaíba e a Lagoa dos Patos. Com isto ganhou tempo para poder chegar ainda no turno da manhã no terminal Santa Clara, do Polo Petroquímico de Triunfo. Aonde veio a atracar no píer II.  Segundo já foi informado, sua partida deverá ocorrer às 12 de terça-feira (30/SET).

Foto: Carlos Oliveira

“Trevo Azul” transporta cavacos de madeira.

A barcaça graneleira “Trevo Azul, transportou mais um carregamento de cavacos de madeira para o porto de Rio Grande. O produto embarcado no rio Taquari. Aonde a empresa MITA possui sua unidade industrial, teve como destino o terminal marítimo Luiz Fogliatto. E chegou ao seu destino ás 13:10 da tarde de sábado (27/SET). Ao todo foram transportadas 3.000 toneladas de cavacos de madeira. Sendo que o destino desta carga será o mercado externo. Gerando divisas para o país e renda para o setor agrícola dedicado a atividade de reflorestamento.

Foto: Carlos Oliveira

Corveta “Imperial Marinheiro” retorna a capital do Estado.

A corveta “Imperial Marinheiro” da Marinha do Brasil, e subordinada ao Comando do 5º. Distrito naval, com sede em rio grande, chegou a Porto Alegre por volta das 10 horas da manhã de sábado (27/SET). Sua atual viagem serviu para realizar o trabalho de manutenção e apoio aos faróis de “Capão da Marca” e “Itapuã”. Que são de responsabilidade da Marinha do Brasil. E que auxiliam a navegação noturna na Lagoa dos Patos.

O farol de “Capão da Marca” não possui guarnição. Diferentemente do de “Itapuã” que, por possuí-la, é mais protegido da ação de vândalos e curiosos. Que muitas vezes ao acessar o local, sem a devida autorização e o acompanhamento de um responsável, acabam por danificar os equipamentos ali instalados. A importância dos faróis é muito grande. Eles servem para indicar a localização e sinalizarem o caminho às embarcações. O que pode ser visto com garantir a segurança da navegação E quanto melhor for a qualidade do serviço de sinalização prestado, mais o Brasil ganha. Pois este reconhecimento internacional influencia na redução do valor do seguro cobrado dos navios. E seguro menor representa dizer, custo também menor. E é desta forma que a Marinha do Brasil trabalha, de forma silenciosa, em prol do nosso desenvolvimento socioeconômico.

Foto: Carlos Oliveira

“Porto de Viamão” e “BRANAVE V” atracam em Rio Grande.

As barcaças graneleiras “Porto de Viamão” e “BRANAVE V” ambas operadas pela Navegação Guarita, atracaram ás 11:35 da manhã de sexta-feira (26/SET) no Porto Novo de Rio Grande. Em seus porões elas estavam transportando um carregamento de peptonas. Cujo volume estimado é de 2.500 toneladas no caso da “Porto de Viamão” e de 1.700 toneladas no da “BRANAVE V”.

Divulgar este fato. Para muitos considerado comum e sem maior importância. Faz parte do esforço aqui desenvolvido de valorizar a navegação e a mentalidade marítima. Pois somente assim é que nós teremos condição de visualizar a importância e o tamanho da navegação interior para a nossa economia. E é por este motivo que eu o faço. Pois do contrário nenhum registro seria feito. Como se esta atividade econômica não existisse. O que sem dúvida é muito ruim para a nossa conscientização.

Foto: Carlos Oliveira

“Norgas Pan” parte carregado de Triunfo.

O navio-tanque “Norgas Pan” partiu às 12:20 da tarde de quinta-feira (25/OUT) do píer I do terminal Santa Clara, de propriedade do Polo Petroquímico de triunfo. Seu destino era o píer petrolífero operado pela empresa Braskem, em Rio Grande. Aonde o navio deverá ser descarregado em duas operações distintas.

Numa delas ele irá descarregar para o terminal 510 toneladas de benzeno. E na outra ele irá transferir para o navio-tanque “Bow Kiso” de bandeira panamenha, 2.100 toneladas de MTBE, um aditivo para combustível. Esta operação de transferência para o navio-tanque “Bow Kiso”, visa atender parte da carga que o navio veio buscar em Rio Grande, e que será de 7.500 toneladas de MTBE.

Foto: Carlos Oliveira

“Taurogas” parte carregado de Triunfo.

O navio-tanque “Taurogas” partiu às 12:05 da tarde de quinta-feira (25/SET) do píer II do terminal Santa Clara, de propriedade do Polo Petroquímico de Triunfo. Seu destino era o terminal operado pela empresa Braskem, na área do Super Porto de Rio Grande.

Infelizmente não foi possível identificar a carga e o volume transportados pelo navio. No entanto a vinda do navio “Bow Kiso” a este terminal de Rio grande para ser carregado com 7.500 toneladas de MTBE, é um forte indicativo de que é este o produto transportado. O outro indicativo esta no fato do navio-tanque “Norgas Pan” ter partido poucos minutos após o “Taurogas”, transportando 2.100 toneladas de MTBE. Como a carga é insuficiente para  abastecer o “Bow Kiso” a lógica que se usa é a de ambos navios estão levando este tipo de carga. Reduzindo com isto o tempo de permanência do “Bow Kiso” em Rio Grande, o que representa obter um ganho de eficiência na operação.

Foto: Carlos Oliveira

“Fernando Madörin” transporta soja para Rio Grande.

A barcaça graneleira “Fernando Madörin” transportou mais um carregamento de soja triturada para o porto de Rio Grande. Sua chegada no terminal de uso privado (TUP) da multinacional Bunge Alimentos ocorreu às 14:55 de quarta-feira (24/SET). E em seus porões ela estava transportando cerca de 4.500 toneladas de soja triturada. Produto este que tem como destino o mercado externo. Principalmente o asiático, onde a população possui na soja uma das bases de sua alimentação.

Foto: Carlos Oliveira

“Gas Haralambos” descarrega e parte de Canoas.

O navio-tanque “gás Haralambos” concluiu o descarregamento do gás liquefeito de petróleo – GLP que havia trazido para o estado. E às 09:20 partiu do Terminal da Gás do Sul – TERGASUL, localizado no rio Gravataí. Seu destino é o estado do Espírito Santo, aonde a PETROBRAS possui estrutura montada para o armazenamento e embarque do GLP. E de onde ela centraliza as suas operações de abastecimento para diversas regiões do Brasil. E no qual se vale dos navios de sua frota além de inúmeros navios fretados exclusivamente para este fim. Do qual o “Gas Haralambos” faz parte. A carência de embarcações nacionais é um assunto delicado. Pois evidencia uma fragilidade estratégica de nosso país. Que por não possuir frota própria fica a mercê de navios de bandeira estrangeira. Drenando divisas e condicionando o nosso abastecimento aos interesses comerciais de empresas estrangeiras.

Foto: Carlos Oliveira