segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

“Professor David Cunha” embarca trigo em Rio Grande.

A barcaça graneleira "Professor David Cunha" de propriedade da Frota de Petroleiros do Sul – Petrosul atracou às 21 horas de sexta-feira (25/JAN) a contrabordo navio mercante "VTC Ace" no porto de Rio Grande. A operação de transferência de uma carga estimada em 3.000 toneladas de trigo, teve início na madrugada de sábado (26) às 01:25. Sendo que após o seu término a barcaça "Prof. David Cunha" partiu com destino ao terminal de uso privado da empresa Bianchini, localizado no município de Canoas, as margens do rio dos Sinos.

Foto: Carlos Oliveira

Cavacos de madeira são embarcados para o Japão.

Com a chegada do navio mercante de bandeira panamenha "Forest Kishu", às 07:15 de quinta-feira, no Terminal Marpitimo Luiz Fogliatto, localizado no Super Porto de Rio Grande, teve início mais um carregamento de cavacos de madeira para o exterior. Nesta operação foram mais de 42 mil toneladas do produto embarcada. Sendo que a partida do navio ocorreu à 01:20 da madrugada de quarta-feira (23). E o navio partiu rumo ao porto japonês de Nigata.

O "Forest Kishu" é um navio que possui 199,90 metros de comprimento e largura máxima de 32 metros. A vinda deste navio para o Brasil demonstra a importância que um produto aparentemente simples, como os cavacos de madeira, têm para a economia municipal, estadual, nacional e mundial. Se nos primeiros tempos o Brasil foi uma fonte de madeira para a Europa do século XVI. Este produto continua a ter mercado garantido no século XXI. Gerando renda ao pequeno agricultor que planta madeira para reflorestamento, para a indústria que a beneficia para as empresas de transporte, e que fornecem serviços, sem contar para o Estado e a União que arrecadam impostos. Neste contexto todo cabe aqui salientar a importância que transporte por meio de embarcações. Pois este, por ser o meio mais barato que existe, garante que um produto de baixo valor agregado seja atrativo aos compradores internacionais. E garanta a rentabilidade a toda a cadeira produtiva envolvida. Se não fosse assim, certamente o comprador internacional buscaria outro fornecedor. E nossa economia estaria um pouco mais empobrecida e menos dinâmica. Pensem nisso e reflitam sobre a importância da navegação para o nosso bem-estar!

Foto: Carlos Oliveira

“Trevo Azul” transporta cavacos de madeira.

A barcaça graneleira "Trevo Azul" de propriedade da Navegação Aliança, atracou às 05 horas da manhã de segunda-feira (21) junto ao Terminal Marítimo Luiz Fogliatto, no Super Porto de Rio Grande.

Vinda do rio Taquari, onde foi carregada no terminal de uso privado (TUP) da empresa MITA, com cerca de 1.300 toneladas de cavacos de madeira, esta é mais uma viagem que liga o interior ao porto de Rio Grande. E que visa garantir o armazenamento de nossa produção. Para que quando chegue o navio que irá recebê-la a operação seja rápida, segura e sem imprevistos. Este fato é muito importante, pois contribui para reduzir o chamado "custo Brasil". E o seu sucesso reflete o profissionalismo das partes envolvidas. Incentivar a utilização da hidrovia e de embarcações no transporte de nossa produção e garantir nosso sucesso econômico. Com a redução de custos financeiros e sociais que esta operação nos garante. Pensem nisso!

Foto: Carlos Oliveira

“Trevo Verde” transporta cavacos de madeira do rio Taquari.

A barcaça graneleira "Trevo Verde" transportou 1.700 toneladas de cavacos de madeira do rio Taquari para Rio Grande. Partindo do terminal de uso privado da empresa MITA, a "Trevo verde" atracou às 12:20 de domingo (20) no Terminal marítimo Luiz Fogliatto. Concluíndo desta forma a primeira parte de sua viagem. Segundo consta, em seu retorno ela deverá trazer um carregamento de trigo para Porto Alegre.

Foto: Carlos Oliveira

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

EXCLUSIVO – Retirado o primeiro navio paraguaio do porto da capital.



Em uma operação discreta, longe dos holofotes da imprensa, foi retirado na manhã de domingo (27) o casco do ex-navio mercante paraguaio “Mariscal José Felix Estigarribia”. No entanto, graças à dedicação e agilidade do Carlos César, podemos mostrar aqui com exclusividade e em primeira mão as imagens deste fato histórico. O Carlos César que é formado em História e é membro da Sociedade Amigos da Marinha desde 1996, demonstra com isto o porquê foi escolhido para ser meu Assessor Superior enquanto estive a frente da Superintendência de Portos e Hidrovias - SPH.

A embarcação que foi retida no ano de 1997 junto ao porto de Porto Alegre, por determinação da Marinha do Brasil, após ter sido vistoriada pelo port state control que identificou uma séria de correções necessárias a serem feitas. E condicionou sua partida do porto a realização das correções apontadas. Como este serviço não foi realizado, o navio ficou retido. E seu estado de conservação agravou-se com a partida de seus tripulantes e o saque sistemático a que foi submetido. Mesmo estando retido na área do porto público e sob guarda do Estado, via Superintendência de Portos e Hidrovias - SPH. Esta grave situação já era uma realidade no ano 2000, onde diversos equipamentos eletrônicos haviam sido furtados, além da destruição das acomodações internas e de parte da sala de máquinas do navio. Fato que inviabilizou o navio para uso comercial e o que é pior comprometeu sua segurança e a do meio ambiente. No ano de 2002, após uma operação de emergência o navio teve diversos de seus tanques esgotados. Naquela ocasião, também foi retirada a água que se encontrava no interior da praça de máquinas e dos porões, dando nova condição de flutuabilidade ao navio. A operação foi gerada pela ação do então delegado da Capitania dos Portos em Porto Alegre, Capitão de Mar-e-Guerra Péricles Vieira Filho, em parceria com a FEPAM, Ministério Público, SPH e Petrobras. Depois disso a situação ficou inalterada até o ano de 2011, quando finalmente o caso começou a ter seu desfecho. Após a entrega do navio, pela quitação das dívidas existentes junto ao porto. E a realização do processo visando sua venda em leilão público. Fato que foi concluído com sucesso no ano de 2012. Durante todo este ano o navio sofreu diversas intervenções visando a retirada de parte de sua estrutura metálica. Para reduzir seu peso e dar maior segurança a manobra de remoção do mesmo. Embora os prazos inicialmente estabelecidos, no processo de leilão, tenham sido vencidos, a retirada do casco do navio foi acertada para ocorrer no início deste ano.

O “Mariscal José Feliz Estigarribia” recebeu este nome em homenagem ao herói paraguaio da Guerra da Tríplice Aliança. Pertencia ao governo paraguaio e foi construído no ano de 1984, pelo estaleiro Mitsui Engineering & Shipbuilding Co. LTD. Sua finalidade era transportar cada geral e seu peso bruto era de 3.000 toneladas, sendo que o peso leva da embarcação era de 1.470 toneladas. Medindo 89,50 metros de comprimento, e com uma largura de 13,40 metros, o navio quando cheio calava no máximo 5 metros de profundidade. Seu casco em aço naval, com costado simples e fundo duplo. Possuía dois porões de carga e dois tanques para transporte de óleo vegetal. E sobre as tampas de seus porões existiam esperas de fixação de contêineres. Fato que dava ao navio uma capacidade de carga muito ampla e resultou numa estrutura muito sólida e robusta se comparado as suas pequenas dimensões.

Fotos: Carlos Oliveira

Polo Petroquímico recebe três navios em um dia.


A manhã de domingo (27) foi movimentada para o Polo Petroquímico de Triunfo. Este fato se deveu a chegada de três navios-tanques no começo da manhã. O primeiro navio a chegar foi o “Taurogas” de bandeira panamenha, seguido pelo “Zeugman” de bandeira turca e pelo “Forte de Copacabana” de bandeira brasileira.  Sendo que tanto o “Taurogas” quanto o “Forte de Copacabana” subiram direto para o seu destino final. Já o “Zeugman” teve de esperar fundeado em frente ao cais Mauá, o momento apropriado para subir o rio Jacuí.

Este fato demonstra o quando a navegação é importante para o escoamento da produção do polo petroquímico. Principalmente no que diz respeito aos produtos líquidos. Sem considerar o grande potencial de produtos sólidos que não são escoados pelos navios ou pelas barcaças que prestam este serviço na atualidade. E que são transportados por via férrea ou rodoviária. Pagando um preço mais elevado pelo frete e reduzindo nossa competitividade econômica.

Fotos: Carlos Oliveira

“Frederico Madörin” transporta cavacos de madeira para Rio Grande.

A barcaça-graneleira “Frederico Madörin” partiu na tarde de sábado (26) para o porto de Rio Grande. Em seus porões a mesma estava levando 1.800 toneladas de cavacos de madeira, produzidos pela empresa MITA, e embarcados em seu terminal de uso privado (TUP) no rio Taquari. A chegada da “Frederico Madörin” ocorreu às 12:45 de domingo (27) junto ao Terminal Marítimo Luiz Fogliatto, na área do Super Porto de Rio Grande. Contribuindo desta forma para que lá seja estocado este produto, a fim de possibilitar um embarque mais rápido quando da chegada do navio que o levará para seu destino final.

Foto: Carlos Oliveira

Barcaça-graneleira “Trevo Norte” retorna de Rio Grande com fertilizantes.

A barcaça-graneleira “Trevo Norte”, de propriedade da Navegação Aliança retornou na manhã de sábado (26) a Porto Alegre com um carregamento de fertilizantes. Ao todo o volume trazido é estimado em 3.600 toneladas. Valor equivalente a capacidade de 120 caminhões com 30 toneladas cada um. O produto foi embarcado no terminal da empresa Yara Brasil Fertilizantes S/A, que se localiza na área do Super Porto de Rio Grande. Como podemos constatar, é desta maneira que a navegação interior contribui positivamente para o nosso sucesso econômico. Transportando os insumos que nossa indústria tanto necessita, e que será vendido ao setor agrícola com um custo menor. Possibilitando desta forma um aumento em nossa competitividade.

Foto: Carlos Oliveira

Partiu vazio o navio mercante “Santa Ines SW”.

Partiu vazio na manhã de sexta-feira (25) o navio mercante “Santa Ines SW”. A embarcação que terminou sua operação de descarga na tarde de quinta-feira teve de fundear em frente ao cais Mauá e aguardar o dia seguinte para prosseguir sua viagem. Este fato se deve a impossibilidade de se navegar com grandes navios mercantes pelos nossos canais artificiais no turno da noite. E Como o percurso entre Porto Alegre e o início da Lagoa dos Patos leva aproximadamente 3 horas para ser percorrido, o navio não teve condições de fazê-lo com luz do dia.

Se para alguns basta melhorar a sinalização dos canais, para a Marinha do Brasil este fato é apenas um dos itens que fazem parte do processo de avaliação da liberação da navegação noturna. Pois também devem ser considerados a largura dos canais artificiais e os ângulos de suas curvas. Por sinal este questionamento foi feito à Superintendência de Portos e Hidrovias – SPH quando eu ainda era diretor superintendente no ano de 2011. E pelo que me consta, não foi dada resposta à Marinha do Brasil durante todo o ano de 2012. Demonstrando um silêncio assustador para aquele que é o órgão responsável pela navegação na maior parte de nosso Estado.

Concomitantemente tenho lido discursos otimistas, distantes da realidade, e que nada contribuem para a solução do problema. Já que maquiam a realidade e iludem ao administrador público (governador) sobre a real situação do problema. Impedindo que o problema seja tratado de forma adequada e efetiva. Atrasando nosso desenvolvimento econômico e comprometendo nosso futuro. Mudar esta situação é necessário, para não dizer imperioso. Pensem nisso!

Foto: Carlos Oliveira

Barcaça-tanque “Guaíba” reforça envio de diluente para Rio Grande.

A barcaça-tanque “Guaíba” de propriedade da Navegação Guarita realizou mais uma viagem para o porto de Rio Grande. Partindo do terminal que a estatal possui no rio Gravataí, ela levou para o píer petroleiro da Petrobras em Rio Grande um carregamento de 2.900 toneladas de OCLA diluente para combustível.  Sua atracação ocorreu às 22:15 da noite de sexta-feira (25). Com esta viagem ela reforça o envio de diluente, que esta sendo armazenado em Rio Grande e que em breve será embarcado em navios maiores e transportado para outras regiões do Brasil.

Foto: Carlos Oliveira

Partiu vazio navio mercante “Goldenstar”.

Repetindo uma realidade triste, partiu vazio na tarde de quinta-feira (24) o navio mercante “Goldenstar”. Este graneleiro que veio a Porto Alegre com um carregamento de fertilizantes partiu sem nada levar. Evidenciando a nossa pouca capacidade de aproveitar a sua passagem para parte de nossa rica produção agrícola. As causas para que isto ocorra são muitas: carência de equipamentos capazes de agilizar o embarque da produção; carência de pessoal no setor comercial para captar negócios e aproveitar as oportunidades; e principalmente pouca vontade política para investir na atividade fim do porto e torná-lo rentável comercialmente. Mudar esta situação é urgente. Pois do contrário a conta de sua manutenção acabará sendo muito mais pesada para nosso Estado. Já que a administração portuária não consegue se sustentar economicamente há muitos anos, drenando recursos públicos tão necessários à saúde, educação, segurança pública, apenas para Citar alguns exemplos. Pensem nisso!

Foto: Carlos Oliveira

Barcaça “Rio Grande do Sul” chega com carga de trigo.

A barcaça graneleira “Rio Grande do Sul”, de propriedade da Frota de Petroleiros do Sul – Petrosul retornou a região metropolitana de Porto Alegre com um carregamento de trigo. As 2.000 toneladas do produto foram embarcadas em uma operação de transporto ocorrida no Porto Novo de Rio Grande. Tendo como origem o navio mercante “VTC Ace” de bandeira vietnamita, e que trouxe o trigo da argentina. O destino final desta viagem do “Rio Grande do Sul” é o terminal da empresa Bianchini, instalado as margens no rio dos Sinos, no município de Canoas.

Um fato que também chamou a atenção foi poder constatar as condições de nossos cursos d’água. Na fotografia aqui vinculada é possível observar a existência de galhos encalhados, muito próximos ao canal de navegação. Demonstrando o perigo que é navegar em nossas águas, nem sempre bem sinalizadas. No qual qualquer erro pode acarretar o encalhe da embarcação.

Foto: Carlos Oliveira

“Trevo Roxo” parte do rio Taquari rumo a Rio Grande.

A barcaça-graneleira “Trevo Roxo” atracou às 10 horas da manhã de quinta-feira (24) no Terminal Marítimo Luiz Fogliatto, vindo do terminal de uso privado da empresa MITA, localizado as margens do rio Taquari. Em sua viagem ele transportou em seus porões 1.400 toneladas de cavacos de madeira. Que tem como destino final a exportação. Desde forma a nossa navegação interior efetiva a utilização de nossos rios interiores, mesmo que os mesmos não possuam sinalização e as melhores condições para a navegação em si. Baseados na prática e experiência, as nossas barcaças são conduzidas por tripulantes com todo o cuidado. E superam as dificuldades existentes como a falta de sinalização, dragagem e de cartas náuticas a sinalizarem o melhor e mais seguro, caminho a ser percorrido. Na ausência de um Estado forte e atuante, a iniciativa privada mostra o seu valor. Ocupando o espaço e fazendo de tudo para manter nossa economia atuante. Pois do contrário ela sucumbe. É por este motivo que devemos sempre valorizar a utilização de nossas águas interiores como meio de transporte de nossa produção. Pois se não o fizermos, certamente teremos um Rio Grande do Sul menor, mais pobre e triste. Pensem nisso!

Foto: Carlos Oliveira

“Germano Becker” transporta celulose para exportação.

A barcaça graneleira “Germano Becker” transportou para o porto de Rio grande 3.500 toneladas de celulose. O produto produzido no município de Guaíba, na unidade industrial da CMPC Celulose Riograndense Ltda, foi embarcado no terminal de uso privado da empresa, localizado ás margens do lago Guaíba. A atracação no Porto Novo de Rio Grande ocorreu às 07:15 de quarta-feira (23). E o produto ficará armazenado ai até a chegada, em breve, do navio mercante que a levará para o exterior.

Foto: Carlos Oliveira

Nova embarcação da Petrosul realiza testes de mar.

A barcaça-graneleira “Piratini” pertencente a empresa Frota de Petroleiros do Sul – Petrosul, realizou “testes de mar” no último dia 22 de janeiro, terça-feira. Com isto mais uma fase do projeto de construção da embarcação é concluído, possibilitando que em prevê ela possa entrar em serviço comercial. Os testes foram acompanhados por pessoal da Marinha do Brasil e do estaleiro, e servem para verificar e aferir as características de navegabilidade da embarcação, bem como se todos os seus componentes estão funcionando conforme planejado.

Para a navegação interior do RS a entrega de uma nova embarcação é motivo de alegria. Pois demonstra o fortalecimento do setor e a perspectiva de aumento na utilização de nossos rios e canais para o transporte de nossa produção.

Foto: Carlos Oliveira