quinta-feira, 6 de agosto de 2015

“Trevo Verde” chega com ureia.

A barcaça graneleira “Trevo Verde” chegou na segunda-feira (08/JUN) a Porto Alegre com um carregamento de ureia. O produto foi embarcado no terminal de uso privado (TUP) da empresa Yara Brasil, de Rio Grande. Para ser descarregado no cais Navegantes, do porto de Porto Alegre. Ao todo são cerca de 4.000 toneladas de ureia. Cujo principal emprego conhecido é na agricultura. Mas que, no entanto também serve para a fabricação de inúmeros outros produtos industrializados. Oportunidade na qual o seu grau de pureza é sempre muito elevado. Para não afetar, ou comprometer, a qualidade final do que se esta produzindo.

Foto: Carlos Oliveira

“Trevo Azul” transporta celulose para Rio Grande.

A barcaça graneleira “Trevo Azul” transportou um carregamento de celulose produzidas em Guaíba para o porto de Rio Grande. Sua atracação ocorreu às 06:20 da manhã de segunda-feira 08/JUN). E o volume transportado foi de 2.500 toneladas. Sendo que o seu destino será o mercado externo. O transporte se celulose têm se intensificado desde que iniciou o aumento da produção de celulose em Guaíba. Cuja fábrica ainda se encontra em fase de teste. E que só deverá alcançar sua capacidade plena de produção no ano que vêm.

A ampliação da unidade fabril da CMPC – Celulose Riograndense vai gerar emprego e renda em diversas partes do estado. Pois o fornecimento da madeira, matéria prima ali utilizada, esta espalhado pelo nosso território. O que mostra o quanto a empresa pode impactar positivamente a nossa economia.

Foto: Carlos Oliveira

Navio mercante Wadowice II parte vazio de Porto Alegre.

O navio mercante “Wadowice II” partiu vazio às 14:10 da tarde de domingo (07/JUN) do cais Navegantes, do  porto de Porto Alegre. Mantendo desta forma a triste realidade de incapacidade, de nosso governo, de reverter esta situação tão crítica em que o porto de Porto Alegre se encontra.

Sucateado e com sério déficit humano, de equipamentos e econômico.  O porto de Porto Alegre, embora localizado em um ponto estratégico para a nossa economia, é cada vez mais um peso para a administração pública estadual. Tanto é que em janeiro, quando assumi o cargo de Deputado Estadual apresentei os números referentes a esta realidade ao governador José Ivo Sartori.  E expliquei que a melhor alternativa para garantir o desenvolvimento do Porto de Porto Alegre seria devolvê-lo para o Governo Federal. Que desta forma poderia licitá-lo. Repassando-o para ser devidamente explorado, uma empresa do ramo. Que possua capital humano e econômico para administrá-lo e modernizá-lo. Devolvendo à sociedade todos os benefícios que disto se produza. Não podemos continuar vendo um porto deste porte se limitando a ser apenas um recebedor de carga a granel. Em operação de descarga realizada pelos guindastes dos próprios navios. Pois o porto não possui condições de descarregá-los, e muito menos de carregá-los. Quanto a isto, temos de ser realistas. E aceitarmos a verdade de que há, no mundo empresarial, muito mais chances do porto recuperar a sua função de fomentador das relações comerciais. Gerando emprego, renda e principalmente, desenvolvimento socioeconômico. Do que mantê-lo sob a administração do estado. Que nada faz, porque nada pode fazer neste sentido.

Pensar nisto é pensar no nosso futuro. Com uma perspectiva muito melhor do que a atual. Pensem nisso e me ajudem a levar este assunto para o debate popular.

Muito Obrigado!

Vanderlan Vasconselos

PARA PENSAR E REFLETIR

Navio mercante “Santa Virginia” chega a Porto Alegre.

O navio mercante de bandeira panamenha “Santa Virginia” chegou na manhã ensolarada de domingo (07/JUN). inicialmente ele foi visto quando navegava pelo canal do Cristal, às 09:18. E sua atracação ocorreu junto ao cais Navegantes do porto de Porto Alegre. Construído no ano de 2014, entre os meses de março e setembro, o “Santa Virginia” mede 199,98 metros de comprimento e possui 32,24 metros de largura. Chegou vindo do porto de Rotterdam. Em viagem que contou com uma escala junto ao porto de Paranaguá. Ocorrida entre a segunda-feira (01/JUN) e a quinta-feira (04/JUN).

Aqui em Porto Alegre o navio deverá descarregar cerca de 12.000 toneladas de cloreto de potássio e 1.500 toneladas de sulfato de amônio granulado. Ambos produtos utilizados pela indústria do fertilizante. Que é um dos nossos mais importantes elos econômicos. Já que nossa agricultura possui um papel importantíssimo como produtor de riqueza.

Um ponto importante que gostaria de salientar aqui é com relação ao navio em si. Ele foi construído no curto prazo de seis (06) meses. Sua quilha foi batida em 15 de março de 2014. Seu lançamento à água ocorreu em 14 de julho do mesmo ano. E o mesmo foi finalizado em 12 de setembro de 2014. Tudo isto foi obra do estaleiro Imabari Shipbuilding, da cidade de Imabari. E sua construção não é nada fora do normal. Na verdade é este o tempo médio de construção de um navio pelos estaleiros mais dinâmicos do mundo. E é isto que o nosso governo não aprendeu. Criando uma indústria naval toda ela voltada para atender a um único cliente, a Petrobras. Por este simples motivo a iniciativa já se encontrava com sérios riscos de não vingar. A gota d’água foi a roubalheira generalizada que se atrelou a este processo. E que agora não só paralisou tudo. Como esta por gerar desemprego em massa e um perigoso retrocesso econômico, tecnológico e industrial para o setor. Em nenhum momento, nosso governo incentivou o fortalecimento da nossa marinha mercante. O que prova que lhe falta visão política para um assunto de interesse estratégico nacional.

Muito Obrigado!

Vanderlan Vasconselos

Foto: Carlos Oliveira

“Zeugman” descarrega em Rio Grande.

O navio-tanque “Zeugman” atracou as 11:25 da manhã de sábado (06/JUN) no píer petrolífero operado pela empresa Braskem em Rio Grande. Em seus tanques o navio estava transportando parte da produção do Polo Petroquímico de Triunfo. Que era composta por 1.900 toneladas de óleo Diesel do tipo S-500. Que é empregado em veículos mais antigos. E que possui motores com uma tecnologia menos sofisticada. Aceitando uma porcentagem maior de enxofre. Este produto não pode ser utilizado em motores mais modernos, sob o risco de causar danos nos mesmo.

A carga do “Zeugman” ainda era composta por 1.300 toneladas de outras gasolinas e 700 toneladas de tolueno. Sendo que todos estes três produtos devem ser armazenados neste terminal até o momento do seu reembarque, em navios de maior porte. Gerando receita e renda para a economia do nosso estado.

Foto: Carlos Oliveira

“Trevo Nordeste” atraca em Rio Grande.

A barcaça graneleira “Trevo Nordeste” atracou às 20:50 da noite de sábado (06/JUN) junto ao terminal de uso privado (TUP) da empresa Bunge, em Rio Grande. Em seus porões ela estava transportando um carregamento de soja triturada, Cujo peso anunciado é de 3.04,17 toneladas. Esta soja deverá ser armazenada neste terminal até o momento de ser reembarcada em outro navio. Que a levará para o exterior. Garantindo desta forma a entrada de divisas para o Brasil. E fortalecendo a nossa economia, que nos últimos tempos tem dependido cada vez mais do bom desempenho do setor agrícola para obter bons resultados econômicos. Por outro lado, ter a navegação participando deste processo é sempre um bom sinal. Pois gar
ante a quem a utiliza uma redução do custo de frete, e um aumento na lucratividade.

Foto: Carlos Oliveira

“Trevo Vermelho” foi carregada em Pelotas.

A barcaça graneleira “Trevo vermelho” foi carregada em operação realizada na cidade de Pelotas. Isto ocorreu entre quinta-feira (04/JUN) e sexta-feira (05/JUN) quando lá ela esteve. Atracada no terminal de uso privado (TUP) da empresa Cimbagé, que fica as margens do canal São Gonçalo.

Nesta operação foram transferidos para os porões da barcaça 2.897,2 toneladas de clinqer. Que é base para a fabricação de cimento. E que tem como destino de descarga o TUP da própria Cimbagé, localizado no distrito de Morretes, que fica as margens do rio Caí, no município de Nova Santa Rita.

Foto: Carlos Oliveira

“Trevo Leste” chega carregada com fertilizante.

Eram 11:35 da manhã de sexta-feira (05/JUN) quando a barcaça graneleira “Trevo Leste” foi vista chegando a Porto Alegre carregada com fertilizante. Segundo consta, ela carregou cerca de 3.000 toneladas em operação ocorrida no terminal de uso privado (TUP) da empresa Yara Brasil. Que fica localizada na área do Super Porto de Rio Grande. E que possui duas unidades industriais na região de Porto Alegre. Sendo uma na própria capital do estado e a outra no município de Canoas. A vinda deste insumo, que é pela empresa misturada para dar origem aos seus diversos tipos de  produtos. Que fazem arte do seu portfólio. E que atendem as mais diversas e variadas necessidades do setor agrícola.

Foto: Carlos Oliveira

“Trevo Azul” chega carregada com clinquer.

Chegou às 11:45 da manhã ensolarada de quarta-feira (03/JUN) a região metropolitana de Porto Alegre a barcaça graneleira “Trevo Azul”. Vinda da cidade de Pelotas, aonde esteve operando. Ela trouxe um carregamento estimado em 3.016 toneladas de clinquer. Um pó utilizado na fabricação de cimento. E que foi carregado no terminal de uso privado (TUP) da empresa Cimbagé, em Rio Grande, para ser descarregado no TUP que a própria Cimbagé possui no município de Nova Santa Rita. E que é o responsável pela distribuição do cimento para várias empresas aqui localizadas. Que trabalham com o fornecimento de concreto para obras de construção civil ou de engenharia.

Foto: Carlos Oliveira

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

“Celanova” descarrega butadieno em Rio Grande.

O navio-tanque “Celanova”, de bandeira espanhola e prestando serviço junto ao Polo Petroquímico de Triunfo, atracou às 09:30 da manhã de sábado (06/JUN) em Rio Grande. O local foi o píer petrolífero operado pela e
mpresa Braskem. E que fica na área do Super porto de Rio Grande.

Nos tanques do “Celanova” estavam 3.000 toneladas de butadieno. Produto utilizado na fabricação de borracha sintética. E que é largamente empregado no mundo de hoje. Possuindo uma demanda forte no mundo inteiro. Motivo pelo qual o Polo Petroquímico de Triunfo foi ampliado há alguns anos. Já que existia a pretensão de aproveitar este mercado consumidor. Para ampliar as vendas e a receita. O que é muito bom para a nossa economia, pois disso também se aumenta a geração de impostos e a arrecadação do estado.

Foto: Carlos Oliveira

“Forte de Copacabana” trás GLP para o Estado.

O navio-tanque “Forte de Copacabana” chegou na manhã de sábado (06/JUN) a região metropolitana de Porto Alegre. Eram 09:26 quando o navio foi visto navegando pelo canal do Cristal, No entanto, sua atracação junto ao Terminal de Gás do Sul – TERGASUL só foi concluída às 12:20 daquele dia. O objetivo que trouxe o navio para o nosso estado, foi o de trazer um carregamento de gás liquefeito de petróleo – GLP. Do qual o nosso consumo é maior do que a produção. E por este motivo exige a complementação do produto periodicamente. O GLP é popularmente conhecido como o gás de cozinha. Já que é este é o seu maior emprego. E é por meio dele que a navegação passa a fazer parte da vida da nossa população. Mesmo que ela não tome conhecimento disso.

Foto: Carlos Oliveira

“João Mallmann” transporta celulose para Rio Grande.

A barcaça graneleira “João Mallmann” que pertence a frota da Navegação Aliança, transportou mais uma carregamento de celulose para o porto de Rio Grande. O produto produzido em Guaíba, chegou ao Porto Novo às 10:30 da manhã de quarta-feira (03/JUN). Sendo que seu peso totalizava 4.000 toneladas. O que é um número bem significativo. E mostra o quanto a navegação pode auxiliar potencial das embarcações para atender a demanda do setor produtivo gaúcho.

Foto: Carlos Oliveira

Navio mercante “Wadowice II” chega a Porto Alegre.

Chegou ao meio dia de sexta-feira (05/JUN) a Porto Alegre o navio mercante “Wadowice II”. Registrado no porto da cidade de Nassau, o navio ostente a bandeira de Bahamas. No entanto ele pertença a empresa polonesa POSTEAM, cuja sede esta localizada na cidade de Szczecin.


A viagem do “Wadowice II” pela costa brasileira contou com uma escala junto ao porto de Santos. Aonde o navio atracou às 22:30 da noite de sábado (30/MAI). Em Porto Alegre sua atracação foi concluída às 13 horas. E a previsão é de que o navio descarregue 6.300 toneladas de nitrato de amônio e 3.000 toneladas de sulfato de amônio.

No entanto, quero aqui registrar um fato que considero importante para a reflexão do leitor. A empresa POLSTEAM é um exemplo de como um país pequeno pode lutar para consolidar a sua independência. Fundada no início da década de 1950. Seu objetivo era garantir o transporte de parte da produção nacional, fato que ela sempre fez.

No entanto com o passar dos anos, seu fortalecimento foi cada vez maior. Possibilitando que nos dias de hoje, ela possua uma frota de 62 navios. E tenha um plano de reposição e ampliação desta frota consolidado. No qual se melhora a qualidade dos navios e sua capacidade de carga. Esta realidade, é o extremo oposto do que nós vemos no Brasil. Aonde as empresas de navegação, por falta de apoio governamental, estão encolhendo cada vez mais. Aumentando a nossa dependência de navios estrangeiros, tanto para exportar a nossa produção, quanto para importar as nossas necessidades. Isto prova de que não há, em nossa, cultura uma visão clara da importância da navegação para a economia e a independência do país. Que os nossos políticos estão despreparados para traçar uma política séria, competente e comprometida neste sentido.

Pensar este assunto é fundamental para que possamos ter, no futuro, um país mais forte e, principalmente, competitivo. Pois enquanto dependermos do aluguel de navios de bandeira estrangeira para importar ou exportar, seremos um país fraco e frágil no jogo das nações.

Muito Obrigado!

Vanderlan Vasconselos

Fotos: Carlos Oliveira

Bunge recebe soja triturada.

A filial da multinacional norte-americana Bunge, de Rio Grande, recebeu mais um carregamento de soja triturada em seu terminal de uso privado (TUP). Este fato ocorreu quando a barcaça graneleira “Trevo verde” atracou, às 23:30 da noite de quarta-feira (03/JUN).  Nos porões da barcaça estavam 4.051 toneladas de soja triturada. Produto embarcado no município de Canoas e que se destina ao mercado externo. Com isto a navegação fez a sua parte. Auxiliando no transporte de nossa safra agrícola, com custo mais baixo, perde zero e preservando o meio ambiente e as nossas estradas.

Foto: Carlos Oliveira

“Porto de São Pedro” e “BRANAVE V” transportam farelo de soja.

As barcaças graneleiras “Porto de São Pedro” e “BRANAVE V” que aqui são vistas quando partiam de Porto Alegre rumo a Rio Grande, às 14:07 da tarde de terça-feira (02/JUN), atracaram em Rio Grande. Este fato ocorreu às 10:30 da manhã de quarta-feira (03/JUN) junto ao terminal de uso privado (TUP) da empresa Bianchini. No interior das barcaças estava um carregamento de farelo de soja, do tipo lowpro. Que equivale a 2.500 toneladas na “Porto de Viamão” e 1.800 toneladas na “BRANAVE V”. O produto foi produzido pela unidade da Bianchini de Canoas. E tem por destino final o mercado externo. O que representa dizer, que ele vai gerar divisas ao país, mostrando com isto a força e a importância da nossa agricultura.

Foto: Carlos Oliveira