quarta-feira, 31 de julho de 2013

A voz do setor produtivo.

Nos últimos dias a voz das ruas fez o Brasil parar. Infelizmente muito do que ela exigiu foi interpretado de maneira desconexa por parte dos nossos governantes. Que ao invés de fazer uma análise séria sobre o assunto apresentou como resposta propostas absurdas. Que nada se aproximam do que foi exposto. Demonstrando total incapacidade para lidar com o inesperado.

Agora temos a voz do setor produtivo fazendo seu manifesto. Veja que no texto quem fala não são os patrões. A voz é do trabalhador portuário. Bem como de quem trabalha na condução dos navios em segurança até o nosso porto de Porto Alegre. Estes são o verdadeiro setor produtivo. Aquele que em caso de crise fica sem o trabalho que garante o seu sustento e o de seus familiares. Por este motivo tomo a liberdade de reproduzir aqui matéria oriunda do blog do competente jornalista Políbio Braga. No qual o mesmo trata do estado de abandono de nossos portos e de nossa hidrovia. Este texto vai de encontro a muito do que aqui é dito diariamente. E comprova que a situação infelizmente não é boa.

Muito Obrigado!

Porto Alegre, 25 de julho de 2013

Sindicalistas denunciam que governo estadual sucateia o porto de Porto Alegre

Os navios carregam e descarregam usando apenas guindastes próprios, porque os do porto não funcionam.

Acompanhem estas reclamações das lideranças dos portuários e da praticagem de Porto Alegre, todas relacionadas com o porto da Capital:

1) 50% da área do porto foram entregues a grupos estrangeiros a preços de doação, de maneira desastrada e criminosa para implementar o projeto Cais Mauá.

2) Os outros 50% que sobraram, o Cais Navegantes, não possuem um único guindaste para carga e descarga funcionando.

3) Os R$ 18 milhões prometidos pelo governo federal,  não foram usados por falta de aprovação do projeto elaborado pelo governo estadual e que deveria contemplar a sinalização náutica dos canais de acesso ao porto, não chegaram e há ameaça de interdição. Havia verba do PAC, com R$ 100 milhões para obras de desassoreamento dos seus canais de acesso, mas por falta de projetos adequados, esta verba foi perdida.

. Os dirigentes sindicais informaram ao editor que no porto de Paranaguá há inúmeras embarcações fundeadas e sem perspectivas de pronto atendimento, tendo os responsáveis por 12 delas mostrado interesse em operar os portos de Rio Grande/Porto Alegre mas a falta de guindastes os desmotivou.

- Assinam a mensagem Eduardo Rech, Coordenador da Intersindical Portuária e Diretor da  Confederação Nacional dos Marítimos para assuntos do Mercosul e Geraldo Luiz de Almeida, presidente da Praticagem do Rio Grande do Sul.

Fonte: http://polibiobraga.blogspot.com.br/2013/07/sindicalistas-denunciam-que-governo.html

Para pensar e refletir – Canal do Cristal necessita de cuidados.

Para quem examina os dados sobre a sinalização náutica de nosso Estado, aparentemente ela obteve uma grande melhoria. O número de boias e faroletes desaparecidos ou com problemas é bem menor. Fruto do trabalho desenvolvido pelo Estado na correção deste problema. Que de tão crítico que estava chegou ao ponto de ser cogitada a sua interdição por parte da Marinha do Brasil. No entanto não podemos nos iludir. Nem sempre o que parece ser bem, é o que parece.


A respeito disso, vou abordar a questão relativa ao Canal do Cristal. O primeiro dos canais artificiais de quem parte do nosso porto de Porto Alegre em direção ao porto de Rio Grande. Que é a espinha dorsal de nossa navegação de longo curso e interior. E que é o que esta mais perto da sede administrativa do órgão público que deve cuidar de sua situação.

Pois em 2011, após uma forte enchente mais de 30 boias se desgarraram nas águas do Jacuí e do Guaíba. Após recolocadas em seu local, a navegação pode ser restabelecida. No entanto, passados dois anos, quando se olha para as boias do Canal do Cristal é difícil de não ficar incomodado com o que se vê.

O farolete N°. 142 de cor verde, esta inclinado. Demonstrando que sua base esta comprometida. E que se nada for feito o mesmo tende a cair. Esta inclinação também compromete a visualização de sua luz. Principalmente no sentido de quem desce o Guaíba.

Até bem pouco tempo, o farolete N°.129 de cor encarnada, estava com sua luz apagada. Solucionado este problema, conforme relato aqui exposto. (veja matéria específica: http://www.vcvesteio.blogspot.com.br/2013/07/farolete-do-canal-do-cristal-volta.html ) A solução deste problema amenizou a situação, no entanto não é suficiente para que se possa dizer que este trecho do percurso esta bom. Muito pelo contrário.

Ao se pegar o alinhamento do farolete encarnado com as boias que compõem este lado do Canal do Cristal a visão que se tem é assustadora. Ela já foi mostrada aqui de forma discreta, mas propositalmente em diversos momentos. Como uma forma de instigar o nosso leitor, sem a necessidade de se falar abertamente sobre o assunto. (veja as imagens vinculadas junto as matérias:

http://www.vcvesteio.blogspot.com.br/2013/03/navio-balizador-comandante-varella.html ou

http://www.vcvesteio.blogspot.com.br/2013/07/navio-balizador-faroleiro-mario-seixas.html

Neste caso, o exercício que se deve fazer, lembra muito um jogo infantil, no qual a criança tem de achar o desenho escondido, ligando os números. Aqui a proposta é que se liguem os sinais náuticos com uma linha, e se o resultado foi uma reta, o canal esta alinhado. Agora se o resultado for uma linha em zig-zag isto indica alguma coisa errada no referido traçado do canal. E na verdade é este o problema.

No caso do Canal do Cristal, devemos partir do princípio de que os faroletes N° 142 e N°. 129 estão corretamente posicionados. Pois eles foram cravados no solo do fundo do lago Guaíba. Já as boias intermediárias, sendo a primeira a boia cega N°. 131 e a boia luminosa N°. 133 sofreram intervenção recentemente de limpeza e pintura. Resta a boa luminosa N°.135 que foi recolocada em seu lugar no ano de 2011 após a enchente. Como um dos faroletes esta inclinado. E para reparar este problema o mesmo terá de ser retirado do local. A dúvida que fica é se o mesmo será realmente posicionado de forma correta ou não? A perda deste marco de referência compromete a credibilidade da sinalização. Principalmente tendo em vista que os outros sinais retirados, ao terem sido recolocados não o foram de forma correta. Portanto podemos inferir que se a coisa continuar da forma em que esta muito em breve o canal não estará mais sendo demarcado em seu traçado verdadeiro. Expondo ao risco os navios que por ali navegam. Principalmente os de longo curso, cuja largura chega a mais de 32 metros, e o comprimento beira a casa dos 200 metros.

Pensem nisso e reflitam. Pois toda esta realidade reflete o estado de abandono no qual a nossa estrutura portuária foi deixado ao longo das últimas décadas.

Fotos: Carlos Oliveira

Novo carregamento de celulose é enviado pela “Trevo Norte” para Rio Grande.

Um novo carregamento de acetobutirado de celulose foi enviado para o Porto Novo de Rio Grande a bordo da barcaça graneleira “Trevo Norte”. Com volume semelhante ao de outras viagens, totalizando 2.000 toneladas, a “Trevo Norte” atracou às 06:30 da manhã de terça-feira (30/JUL). Devendo descarregar este produto no porto, para ali ficar armazenado até a chegada do navio mercante “Japin Arrow” que o levará para seu destino final.

O acetobutirado de celulose, assim como a celulose propriamente dita, é produzido pela unidade fabril da CPMC Celulose Rio-grandense. Cuja fábrica se localiza no município de Guaíba, as margens do Lago Guaíba. E que se encontra em processo de ampliação. Quando o mesmo estiver concluído, o volume a ser transportado será muito maior do que o atual. Indicando com isto a certeza da existência de carga para a navegação interior. E de certa forma dando ao setor uma garantia de que seus investimentos terão retorno com a prestação do serviço de frete.

Foto: Carlos Oliveira

Navio-tanque “Zeugman” descarrega em Rio Grande.

O navio-tanque “Zeugman” atracou no píer petroleiro operado pela empresa Braskem em Rio Grande. Este fato ocorreu às 23:10 da noite de segunda-feira (29/JUL). Sendo que por volta da 01:00 iniciou a operação de descarga neste terminal. Nela foram descarregados 1.672,84 toneladas do que foi classificado como misturas hidrocarboneto condensado. Que é um hidrocarboneto leve encontrado em seu reservatório natural em estado gasoso. No entanto, ao entrar em contato com o a temperatura ambiente muda para estado líquido.

A princípio o navio-tanque “Zeugman” viria do porto de Santos, descarregaria em Rio Grande e seguiria para o porto de Campana, na Argentina. No entanto sua viagem foi alterada e o navio seguirá para o terminal Santa Clara, de propriedade do Polo Petroquímico de Triunfo.

Foto: Carlos Oliveira

Bianchini envia farinha pela barcaça “Piratini”.

A barcaça graneleira “Piratini” transportou mais um carregamento de farinha, produzido pela Bianchini, para o porto de Rio Grande. Ao todo foram 3.723 toneladas do produto, embarcados pelo terminal de uso privado (TUP) da Bianchini as margens do rio dos Sinos. Que chegaram às 20:40 da noite de segunda-feira (29/JUL) ao TUP da Bianchini na área do Super Porto de Rio Grande. Esta viagem iniciou no meio da semana passada. No entanto a barcaça graneleira “Piratini” teve de fundear para aguardar o momento de seguir sua viagem. Este período de espera ocorreu entre as 08:40 da manhã de sábado (27/JUL) até às 19:55 da noite de segunda-feira (29/JUL). E pode ser visto como um indicativo da falta de espaço para atracação e armazenamento de nossa safra e também da produção agroindustrial. E numa análise mais apurada, o que concluímos é que somente a iniciativa privada é que possui investimentos na área. O porto público esta devendo este investimento. E por este motivo enquanto um setor fica ocioso, o outro trabalha no limite de sua capacidade operativa. A solução para este problema exige mais investimentos do setor público na qualificação de suas instalações portuárias já existentes. Criando desta maneira mais espaço e opções para as empresas produtores possam utilizar no seu processo comercial.

Foto: Carlos Oliveira

Navio-tanque “Gas Haralambos” parte após fim do nevoeiro.

O forte nevoeiro que se formou na área do lago Guaíba acabou por paralisar a movimentação dos navios na manhã de segunda-feira (29/JUL). A baixa visibilidade acabou fazendo com que o navio-tanque “Gas Haralambos” não pudesse desatracar do Terminal de Gás do Sul – TERGASUL, conforme previsto e anunciado pelo serviço de Praticagem da Lagoa dos Patos. A manobra que deveria iniciar ás 09 horas da manhã só se realizou no turno da tarde.

Este fato demonstra o quanto é importante investimos na qualificação de nossa hidrovia. Pois do contrário, a mesma fica impossibilitada de operar com plena segurança. Transmitindo aos armadores uma má impressão de nossa hidrovia. Este fato acaba por encarecer o frete dos navios que para cá navegam. Criando um circulo vicioso nocivo aos nossos interesses sociais e econômicos.

Foto: Carlos Oliveira

MITA envia cavacos de madeira para Rio Grande.

A empresa MITA, com unidade industrial às margens do rio Taquari, enviou para Rio Grande mais um carregamento de cavacos de madeira. O produto foi transportado nos porões da barcaça graneleira “Iracema” de propriedade da Navegação Aliança. E chegou ao Terminal Marítimo Luiz Fogliatto às 22:00 da noite de domingo (28/JUL). Ao todo foram 1.100 toneladas enviadas, para armazenagem a céu aberto, nos pátios deste terminal. E que posteriormente vão ser embarcados em um navio mercante com destino ao exterior. Garantindo desta forma a geração de emprego e renda em uma longa cadeia produtiva. Que possui elementos no campo, na indústria e no setor de serviços.

Foto: Carlos Oliveira

Barcaça “Hernave VII” atraca no TUP da Bianchini de Rio Grande.

A barcaça graneleira “HERNAVE VII” de propriedade da Navegação Guarita atracou no meio da tarde de domingo (28/JUL) no terminal de uso privativo (TUP) da empresa Bianchini, localizado em Rio Grande. Eram 15:50 quando isto ocorreu. E nos porões da “HERNAVE VII” havia 1.900 toneladas de soja para semeadura. Como ela é uma barcaça sem propulsão própria, seu retorno será em comboio com a barcaça “Porto de São Pedro”, também da Navegação Guarita. E que estava operando no Terminal Marítimo Luiz Fogliatto.

Foto: Carlos Oliveira

“Prof. David Cunha” é carregado com trigo norte-americano.

A barcaça graneleira “Prof. David Cunha” atracou no Porto Novo de Rio Grande às 09:30 da manhã de domingo (28/JUL). Seu objetivo é o de ser carregada com trigo proveniente dos Estados Unidos. E que veio nos porões do navio mercante “Long Hua” de bandeira de Hong Kong.

O “Long Hua” mede 179,88 metros de comprimento e possui 28,80 metros de largura. Veio do porto de Houston com um carregamento de trigo. Atracou no Porto Novo de Rio Grande ás 04:15 da madrugada de domingo. Iniciando as operações de descarga às 12:20. Deve descarregar em Rio Grande 28.650 toneladas do produto. Parte deste trigo irá diretamente para os porões da barcaça graneleira “Prof. David Cunha”. O volume exato não foi divulgado pelo porto. Mas seu destino é a região metropolitana de Porto Alegre.

Foto: Carlos Oliveira

“Trevo Vermelho” transporta soja para empresa Bunge.

A barcaça graneleira “Trevo Vermelho” transportou 4.000 toneladas de soja triturada para a empresa Bunge. Sua chegada junto ao terminal de uso privado desta empresa em Rio Grande, ocorreu às 07:43 da manhã de domingo (28/JUL).  Garantindo desta forma mais uma viagem entre as unidades da Bunge na região metropolitana de Porto Alegre e a de Rio Grande. Onde existe uma grande capacidade instalada de armazenamento. E que possibilita o embarque de nossa produção agrícola de forma mais ágil junto aos navios que vêm buscá-la. Este fato também demonstra como a iniciativa privada investe e se prepara para enfrentar os desafios que a economia lhes impõe. Numa atitude muito diferente da iniciativa pública. Que infelizmente não demonstra a mesma agilidade e o mesmo interesse em ser competente no trato do interesse econômico.

Foto: Carlos Oliveira

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Chegou o navio-tanque “Gas Haralambros” com mais um carregamento de GLP.


Chegou na manhã de domingo (28/JUL) o segundo navio-tanque deste ano com um carregamento de gás liquefeito de petróleo – GLP. Foi o “Gas Haralambos”, registrado junto ao porto de Nassau e ostentando a bandeira de Bahamas. O navio que pertence a Stealth Maritime Corporation S/A, com sede em Atenas, Grécia, veio do porto de Barra do Riacho, no Espírito Santo de onde partiu em 23/JUL. E teve como destino o Terminal de Gás do Sul – TERGASUL, localizado no município de Canoas e administrado pela Petrobras. Com 119,50 metros de comprimento e 19,02 metros de largura, o “Gas Haralambos”, foi construído no ano de 2007, pelo estaleiro Kanrei Shipbuilding Company Ltd., da cidade de Naruto. Possui capacidade de armazenamento de até 7.000 metros cúbicos de gás em seus dois tanques especiais. E sua chegada ao nosso estado visa garantir o pleno abastecimento de GLP neste período de maior consumo, devido ao clima mais frio.

Para aquelas pessoas que não conseguem visualizar a importância da navegação. Este é um bom exemplo, pois o GLP esta presente no nosso dia-a-dia. A cada vez que fazemos uma refeição. Saindo e queimando na boca do nosso fogão.

Fotos: Carlos Oliveira

“Germano Becker” transporta soja triturada.

A barcaça graneleira “Germano Becker” transportou mais um carregamento de soja triturada. Ao todo foram 5.000 toneladas do produto, que foi levado para o Terminal Marítimo Luiz Fogliatto, do Super Porto de Rio Grande. A chegada da barcaça neste terminal ocorreu às 17:20 da tarde de domingo (28/JUL). E ela foi carregada na região metropolitana de Porto Alegre.

Nos últimos dias têm verificado um incremento muito grande na movimentação de carga pela nossa hidrovia. Mostrando que ela é uma boa opção para quem deseja obter um transporte de qualidade com um frete muito menor.

Foto: Carlos Oliveira

“Prof. Luiz L. de Faria” transporta soja para exportação.

A barcaça graneleira “Prof. Luiz L. de Faria”, de propriedade da Frota de Petroleiros do Sul – PETROSUL, atracou às 04:30 da madrugada de domingo (28) em rio Grande. Este fato ocorreu no Terminal Marítimo Luiz Fogliatto, onde a barcaça deverá descarregar 3.077 toneladas de soja triturada. E que se destina a exportação. O produto que teve como origem a região metropolitana de Porto Alegre é o resultado da união entre os setores agrícola e industrial. Que ao beneficiarem a soja lhe agregam maior valor. Fazendo com que mais recursos fiquem no nosso país. Alem de garantir o emprego de mais gente. Já a opção pelo transporte por barcaças reafirma aquilo que é uma certeza em outros países, mas que no Brasil não merece atenção.Tal é a importância do transporte hidroviário ou marítimo como alternativa econômica de se realizar o deslocamento de nossa produção agrícola.

Foto: Carlos Oliveira

“Frederico Madorin” transporta soja para Bianchini.

A barcaça graneleira “Frederico Madörin” de propriedade da Navegação Aliança realizou mais uma viagem a serviço da empresa Bianchini. Desta vez a barcaça transportou 4.215 toneladas de soja triturada de Canoas para o porto de Rio Grande. Vindo a atracar no terminal operado pela Bianchini na área do Super Porto de Rio Grande. O fato ocorreu às 15:30 da tarde de sábado (27/JUL). Mostrando de forma exemplar a persistência de algumas empresas. Que apesar de todas as adversidades, continuam atuando no ramo da navegação ou enviando suas cargas por meio desta.

Foto: Carlos Oliveira

Barcaça graneleira “Porto de São Pedro” busca soja em Estrela.

A barcaça graneleira “Porto de São Pedro” viajou até o porto de Estrela para buscar um carregamento de soja. O produto após devidamente carregado foi transportado pela nossa hidrovia até o porto de Rio Grande. Chegando no Terminal Marítimo Luiz Fogliatto às 09:20 da manhã de sábado (27/JUL). Ao todo foram transportadas 2.400 toneladas de soja para semeadura. Numa viagem que infelizmente é rara de ocorrer nos dias de hoje. Devido ao precário estado de conservação de nossos rios. Que outrora eram a via natural de comunicação de nosso Estado. E que hoje se encontra não só assoreados, como mal sinalizados. Inviabilizando a navegação comercial. E comprometendo nossa economia com a elevação de custos ligados ao transporte de nossa produção.

Foto: Carlos Oliveira