domingo, 28 de dezembro de 2014

“Trevo Azul” atraca com celulose em Rio Grande.

A barcaça graneleira “Trevo Azul” atracou às 21:30 da noite de quinta-feira (18/DEZ) junto ao cais do Porto Novo da cidade de rio Grande. Em seus porões ela estava transportando 2.780 toneladas de celulose. Que foram produzidas pela fábrica da CPMC Celulose Rio-grandense. Na cidade de Guaíba, região metropolitana de Porto Alegre.

Na fotografia aqui vinculada, é possível de se ver a barcaça navegando rumo a cidade de Guaíba. Para lá poder ser carregada. Com a celulose que possui, como destino final o mercado externo. Notadamente o escandinavo. Que é um dos polos concentradores deste mercado no âmbito mundial. E para o qual nós somos históricos fornecedores de celulose.

Foto: Carlos Oliveira

“Gas Nirvana” parte após descarregar em Canoas.

Eram 09 horas da manhã de quinta-feira (18/DEZ) quando o navio-tanque liberiano “Gas Nirvana” iniciou os procedimentos de desatracação do terminal de Gás do Sul – TERGASUL. Que fica localizado ás margens do rio Gravataí, no município de Canoas, região metropolitana de Porto Alegre.

Desta vez a operação de descarga do navio foi bem mais rápida. Isto se deve ao fato do pessoal do terminal já conhecer as características do navio e da sua tripulação, com relação ao trabalho, e vice-versa. O que possibilita uma interação melhor entre as duas equipes. Focando sempre no quesito segurança. Pois sem isto não há como operar uma carga tão valiosa e ao mesmo tempo tão perigosa. Como é o caso do gás liquefeito de petróleo – GLP. Do qual o nosso estado é deficitário. Necessitando aportes periódicos do mesmo. Que são enviados pela Petrobras, do seu terminal existente no estado do Espírito Santo.

A partida do “gás Nirvana” é ao mesmo tempo a confirmação de que uma nova operação ocorreu com pleno sucesso. E a de que o nosso bem-estar esta assegurado. Pois não irá faltar GLP para que possamos cozinhar ou aquecer a água de nossos banhos.

Foto: Carlos Oliveira

SOBRE NAVIOS E MARINHA MERCANTE.

Eram 09 horas da manhã de quinta-feira (18/DEZ) quando o navio-tanque “Taurogas”, de bandeira panamenha e que presta serviço para o Polo Petroquímico de Triunfo, partiu do terminal Santa Clara. O navio estava carregado e transportava parte da produção petroquímica para o porto de Rio Grande. Em mais uma viajem rotineira. Que o leitor do blog pode confirmar com facilidade. E é sobre isto que eu gostaria de falar um pouco.

O navio-tanque “Taurogas” esta há anos trabalhando em nossas águas. Um serviço que é remunerado em dólar, e por tanto nos é muito caro. Pois para pagá-lo nós temos de vender nossa produção no exterior. E na maioria das vezes a sua viagem é apenas em águas brasileiras. Quando não dentro do nosso próprio estado.  Ou seja, pagamos em dólar para que uma empresa estrangeira realize uma viagem interna, e não para o exterior.

A CONTRADIÇÃO.


Este fato é uma grande contradição. Pois para realizar o transporte interno, ninguém em sã consciência pagaria em moeda estrangeira. O correto seria pagar em reais. É isto que ocorre com a Navegação Guarita. Uma empresa nacional, que transporta o mesmo tipo de produto para o mesmo destino. Fazendo o mesmo trajeto.

PORQUE ISTO ACONTECE?

Então é de se pensar. Como pode duas empresas que fazem o mesmo trajeto, com o mesmo tipo de carga, para a mesma empresa contratante, terem tratamento diferentes. Isto ocorre porque no Brasil a marinha mercante nacional não é valorizada. Pouquíssimas são as empresas de navegação brasileiras. E quando isto ocorre, em muitos casos elas filiais de empresas estrangeiras. Ou têm em seu capital, o aporte de empresas de navegação estrangeiras.

Pouquíssimos são os navios mercantes registrados no Brasil. Nossa marinha mercante é uma fração muito pequena do total de navios que aqui estão trabalhando. E como são estrangeiros recebem em dólar.

COMO, OU PORQUE DEVEMOS MUDAR ESTA SITUAÇÃO?

Mudar esta situação é uma realidade. Mas para que isto ocorre, é preciso termos uma política que propicie condições para que as empresas brasileiras se estabeleçam neste seguimento. No estado atual isto dificilmente pode ocorrer. Pois elas não possuem condições de competir com empresas de outros países. Que podem baixar o preço dos seus serviços para garantir um contrato. Mesmo que ele não lhes dê lucro. E assim manter seus navios operando, pagando o salário de seus funcionários e garantindo o mercado existente.

Se pela vontade política o governo federal decretou que o apoio a nacionalização crescente das peças e equipamento fornecidos para os projetos ligados a exploração do petróleo. Estimulando a construção naval em nosso país. E com isto revitalizando o setor dos estaleiros. O mesmo poderia ser feito para o setor de transporte de cargas.

QUE BENEFÍCIOS ISTO NOS TRARIA?

O primeiro de todos seria o da geração de empregos. Seja pela necessidade de formação das tripulações dos navios. Com postos de todos os níveis.

Seja pelo estímulo à construção de novos navios. Gerando uma demanda maior para os estaleiros. Que teriam garantida manutenção de suas atuais vagas de trabalho, com expectativa para a abertura de novas vagas.

Seja pelo aumento de vagas para os demais prestadores de serviço. Que necessariamente vão ter espaço para atuar. Pois normalmente os navios estrangeiros buscam atender as suas demandas junto às empresas existentes no mercado externo. Pois isto lhes é mais fácil.

Mas principalmente pela redução dos custos que temos com o pagamento da conta de serviços. Um item que aparece nas finanças brasileiras e que engloba todo e qualquer serviço executado por empresa estrangeira em nosso país. E que é paga em dólar.

Creio que este assunto e os argumentos aqui apresentados são pertinentes para que possamos refletir. Pois este assunto atinge aos interesses de todos nós brasileiros. E é para isto que eu convido ao leitor.  Pois se a navegação parece ser algo distante da vida da grande maioria das pessoas. O bom desempenho de nossa economia é algo muito mais perceptível. E é para isto que nós devemos trabalhar. Pois nosso bem-estar depende disso.

Pensem nisso!

Vanderlan Vasconselos

Foto: Carlos Oliveira

Após ser carregado “Bow Querida” parte de Triunfo.

Com a operação de carregamento do navio-tanque “Bow Querida” concluída. Respeitando o limite de carga que o mesmo pode receber no Terminal Santa Clara, de uso privado do Polo Petroquímico de Triunfo. O mesmo partiu ás 09 horas da manhã de quinta-feira (18/DEZ). Desta vez o dia ensolarado permitiu que se fizesse uma fotografia bem melhor para ilustrar matéria.

Segundo consta, o próximo destino do navio será o porto de Rio Grande. Para que ele possa ter o resto de sua carga embarcada. No terminal petrolífero operado pela empresa Braskem. E desta forma, seguir para a Argentina. Cujo destino final será o porto de San Lorenzo, no rio Paraná.

Foto: Carlos Oliveira

“Trevo Vermelho” é carregada em Pelotas.

A barcaça graneleira “Trevo Vermelho” foi mais uma vez carregada na cidade de Pelotas. Desta vez a operação ocorreu, toda ela, durante a quarta-feira (17/DEZ). Oportunidade em que ela atracou no terminal de uso privado (TUP) da empresa Cimbagé. E foi carregada com 3.094 toneladas de clinquer. Que é o produto manuseado por este terminal. E que possui como destino o TUP que a Cimbagé possui no município de Nova Santa Rita, região metropolitana de Porto Alegre. E que fica as margens do rio Caí.

O movimento deste terminal é fundamental para mostrar que em Pelotas há, não só potencial, mas atividade efetiva da navegação. E isto só ocorre porque a iniciativa privada possui interesse em fazer com que ela ocorra. Pois da parte do estado há pouca ação neste sentido. Pois tudo o que se vê são discursos otimistas. Que dificilmente são seguidos de ações práticas e efetivas no intuito de resolver os problemas lá existentes. O que é lastimável. Pois a cidade de Pelotas não merece este tratamento de nossos governantes.

Muito Obrigado!

Vanderlan Vasconselos

Foto: Carlos oliveira

Terminal Niterói realiza manutenção.

O Terminal Niterói – TENIT, de propriedade da Petrobras e localizado as margens do rio Gravataí, no município de Canoas, parou para receber manutenção. Este fato se deve não só a necessidade de realizá-la. Mas para aproveitar o período em que o mesmo fica inoperante, devido a realização da dragagem do rio Gravataí. E que acaba por restringir a livre navegação das embarcações em parte do seu curso.


Por este motivo a barcaça-tanque “Eco Energia I”, que chegou na manhã de terça-feira (16/DEZ) ainda se encontrava atracada junto ao cais Navegantes, do porto de Porto Alegre. A espera da oportunidade de poder entrar no Gravataí para se carregada.

Os trabalhos que foram vistos ocorrendo no terminal foram de melhorias do seu atracadouro. Com a colocação de novas estacas no leito do rio. Em substituição as antigas. E nas quais as embarcações encostam para serem devidamente amarradas.

Fotos: Carlos Oliveira

Óleo de soja é trazido para Canoas.

Eram 07:25 da manhã de quarta-feira (17/DEZ) quando a barcaça-tanque “Rio Grande” da empresa Frota de Petroleiros do Sul – PETROSUL,  foi fotografada navegando pelo canal do Cristal, já em Porto Alegre. Seu destino era o terminal de uso privado (TUP) da empresa Biancnhini, localizado as margens do rio dos Sinos, no município de Canoas. Aonde ela deverá descarregar as cerca de 1.000 toneladas de óleo de soja embarcadas em Rio Grande. E que se destinam a fabricação de biocombustível.

Foto: Carlos Oliveira

Após carregar em Triunfo navio-tanque “Zeugman” parte.

O navio-tanque “Zeugman”, que nesta fotografia aparece quando passava por Porto Alegre, rumo a Triunfo, na manhã ensolarada de segunda-feira (15/DEZ). Partiu do píer II do terminal Santa Clara, às 09:20 da manhã de quarta-feira (17/DEZ) carregado.

Em seus tanques o navio estava transportando três tipos de produtos. O primeiro deles era constituído de 1.600 toneladas de óleo Diesel do tipo “S 500”. Que se caracteriza por ser um produto menos purificado; e portanto, mais poluir do ar. Já o segundo produto era o MTBE, um aditivo para combustível. E seu volume totalizava a 1.510 toneladas. E finalmente o terceiro produto era composto de 890 toneladas de condensado.

Estas 4.000 toneladas de produtos distintos, mostra a riqueza e o potencial do Polo Petroquímico de Triunfo. Que esta intimamente associado a navegação como meio de transporte preferencial, para não dizer essencial. E que necessita de atenção de nossos governantes. Pois se nós não cuidarmos de quem gera emprego, renda e receita. Tudo isto pode perder valor. É por este motivo que devemos sempre dar atenção às reclamações do setor da navegação. Pois eles sabem aonde se faz necessária a ação de nosso estado em prol da manutenção da hidrovia. Que por ser um meio de transporte discreto. Do qual poucas pessoas tomam conhecimento. Passa longe de ter uma política pública voltada para atender as suas necessidades. Pensem nisso!

.Vanderlan Vasconselos

Foto: Carlos Oliveira

A segurança em primeiro lugar.

Quando se fala em navegação, a segurança é um assunto sério. E ela é sempre posta em primeiro lugar pelos profissionais do setor. Foi pensando nisso que o cruzamento dos navios “Pantanal” e “Gas Nirvana” teve de ocorrer em uma área de canal natural na manhã da quarta-feira (17/DEZ).

A princípio a partida do navio mercante “Pantanal” deveria ocorrer às 08 horas da manhã. No entanto a mesma foi protelada para permitir que o navio se cruzasse em um ponto mais seguro com o navio-tanque “Gas Nirvana”. Que estava chegando com um carregamento de gás liquefeito de petróleo – GLP. O local escolhido pelos práticos de ambos os navios foi a área entre o canal do cristal e o canal das Pedras Brancas. Onde antigamente existiu o Estaleiro Só. E aonde existe largura e profundidade seguras para a navegação.

Desta forma o “Pantanal” protelou a sua partida, navegou em marcha um pouco mais lenta. E deu condições do “Gas Nirvana” chegar ao ponto de cruzamento planejado. Evitando que a manobra tivesse de ocorrer nos estreitos canais artificiais existentes. Cuja largura é de 80 metros. E o balizamento nem sempre demarca a posição correta de seus limites seguros. O que expõe as embarcações ao risco. Sem falar das vidas de seus tripulantes e do meio ambiente.

Como dissemos inicialmente. A segurança é uma constante para os profissionais do ramo da navegação. E é desta forma que eles superam os limites de nossa hidrovia. Com a responsabilidade de quem é profissional e esta comprometido com o bem-estar econômico e social de nosso estado.

Pensem nisso!

Vanderlan Vasconselos

Fotos: Carlos Oliveira

sábado, 27 de dezembro de 2014

MENTALIDADE RODOVIÁRIA e MENTALIDADE MARÍTIMA.

Na quarta-feira (17/DEZ) um fato chamou a nossa atenção. Este blog tem se esmerado ao máximo para difundir a mentalidade marítima entre os seus leitores. Divulgamos sistematicamente o máximo de informações possíveis sobre a movimentação de carga por meio de embarcações. Para mostrar o quanto este seguimento é importante, seu potencial e seus benefícios.


Pois na manhã deste dia, quando o Carlos César ia realizar mais algumas fotografias do movimento dos navios. Ele avistou uma carreta transitando com uma carga de grandes dimensões. Após fazer as fotografias que pretendia, foi na busca pela dita carreta. Que foi encontrada estacionada no acostamento da rua João Moreira Maciel, próximo a unidade industrial da empresa Yara Brasil Fertilizantes, unidade de Porto Alegre.

Lá ficou sabendo que o caminhão e as duas carretas, de propriedade da Transportadora HAS Ltda. viajaram da região metropolitana de São Paulo, escoltados por dois veículos batedores. De domingo (14/DEZ) até aquele dia. Transitando somente durante o dia, devido as grandes dimensões da carga e seguindo as regras para este tipo de transporte definidas pela Agência Nacional de Transporte Terrestre – ANTT.

As peças, em número de 05 (cinco), eram tanques de polímeros reforçado de fibra de vidro – PRFV. Foram produzidas pela empresa TECNIPLAS, e tinham como destino final a unidade da Yara Brasil Fertilizantes localizada em Porto Alegre

O que quero mostrar é o quanto nós estamos presos ao transporte rodoviário. As peças em questão, por não serem feitas de aço, são muito mais leves e fáceis de serem transportadas de caminhão. No entanto, pelo tamanho delas, a logística é tão grande como a que seria necessária para transportar peças de aço. Seu transporte, por via rodoviária, certamente acarretou uma série de transtornos ao trânsito. Pois o comprimento total do comboio, a velocidade reduzida não passa despercebida. Se isto tudo aconteceu com uma empresa que sabe e conhece o valor da navegação. Pois a utiliza o tempo todo para receber matéria-prima. O que sobra para as demais empresas. Que tem na navegação uma realidade distante. Fortalecer a mentalidade marítima é abrir portas e possibilidades para um futuro melhor. Não somos contra o transporte rodoviário. Ele faz parte do sistema. No entanto temos de ver e aproveitar melhor as outras opções que possuímos. Destas, destaco por afinidade a navegação. Que trás inúmeros benefícios à sociedade. E principalmente aos setores produtivos. Pensem nisso!

Vanderlan Vasconselos

Fotos: Carlos Oliveira

Navio-tanque “Gas Nirvana” retorna ao Estado.

Retornou na manhã de quarta-feira (17/DEZ) a região metropolitana de Porto Alegre o navio-tanque “Gas Nirvana”. O navio com bandeira da Libéria, chegou por volta das 09:20. Trazendo em seus tanques um carregamento de gás liquefeito de petróleo – GLP. Produto embarcado pelo terminal que a PETROBRAS possui no estado do Espírito Santo. E que é o principal centro de distribuição nacional que a empresa possui. Pois de lá partem navios para as regiões Norte. Nordeste, Sudeste e Sul.


O destino do navio foi o Terminal de Gás do Sul – TERGASUL, localizado as margens do rio Gravataí, no município de Canoas. Que é o unico terminal em nosso estado apto a realizar este tipo de operação na atualidade. E que por este motivo é um ponto vital para a nossa economia e o nosso bem-estar social.

Fotos: Carlos Oliveira

Navio mercante “Pantanal” parte carregado de Porto Alegre.

Eram 08:20 da manhã de quarta-feira (17/DEZ) quando o navio mercante “Pantanal” iniciou o trabalho de desatracação do cais Navegantes, do porto de Porto Alegre. A operação era o último passo para o início de sua viagem rumo aos portos de Natal (RN) e Belém (PA). Em seus porões e sobre o seu convés principal estavam sendo transportados 01 transformador e 09 partes para a montagem de três torres eólicas.



A partida do “Pantanal” foi o coroamento de uma operação de sucesso. Que envolveu a parceria entre a empresa francesa Alstom, a brasileira Agência Marítima Orion e a alemã BBC Chartering. E que movimentou, pela primeira vez peças destinadas a construção de torres eólicas. Que por muito tempo foram enviadas para o nosso Estado, vinda de São Paulo ou do exterior. E que agora passam a ser produzidas também aqui.

O sucesso da operação realizada durante este ano, é, inquestionável. No entanto a sua continuação é uma dúvida. Já que a Superintendência de Portos e Hidrovias – SPH alugou o espaço aonde este tipo de operação de carregamento era realizado para uma empresa. E as demais áreas do porto não possuem o espaço suficiente para receber uma operação deste tipo. Sendo por demais estreitas para a manobra das carretas e dos guindastes que as movimentam na hora de colocá-las no pátio ou reembarcar nas carretas que vão posicioná-las junto ao costado do navio. Esta situação crítica pode inviabilizar operações futuras. E conforme for o grau de dificuldade enfrentado. Pode até obrigar ao fabricante transferir o embarque para outro porto. Seja ele o de Rio Grande ou um dos diversos portos do estado de Santa Catarina.

Isto tudo demonstra o quanto estamos despreparados para gerenciar a atividade de um porto tão importante e estratégico como o de Porto Alegre. Cedendo a empresas espaços vitais para a sua operação. Tendo em troca a promessa de que ali será movimentada alguma carga por navio. Pois o que realmente as empresas precisão é de um espaço plano, sem restrição ambiental, para realizarem o trabalho de montagem de peças. Seu objetivo é exclusivamente este.

É lastimável esta situação, mas esta é a nossa realidade. E é pela sua mudança que eu luto. Pois como esta não pode ficar. Pensem nisso!

Vanderlan Vasconselos

Fotos: Carlos Oliveira

“Trevo Oeste” é carregada com fertilizante.

A barcaça graneleira “Trevo Oeste” atracou às 14:50 da tarde de terça-feira (16/DEZ) no terminal de uso privado (TUP) da empresa Yara Brasil Fertilizantes. Que fica na área do Super Porto de Rio Grande. Lá a mesma deverá ser carregada com aproximadamente 3.000 toneladas de fertilizante de origem mineral. Produto importado pela própria Yara. E que agora esta sendo enviado para as duas unidades que esta multinacional possui na região metropolitana de Porto Alegre. Sendo uma na capital do Estado e a outra no município de Canoas.

Foto: Carlos Oliveira

“Eco Energia I” vem buscar combustível em Canoas.

A barcaça-tanque “Eco Energia I” de propriedade da Navegação Guarita, retornou a região metropolitana do Porto Alegre na manhã de terça-feira (16/DEZ). Eram 09:45 quando ela foi vista navegando pelo Canal do Cristal. E segundo já foi divulgado. Seu objetivo é o de ser carregada com 3.500 toneladas de óleo combustível junto ao Terminal Niterói, de propriedade da Petrobras. E que fica as margens do rio Gravataí, no município de Canoas. E que deverá ser transportado para o porto de Rio Grande. Aonde a Petrobras possui um terminal dedicado ao armazenamento de carga perigosa, na área do Super Porto.

Foto: Carlos Oliveira

“Trevo Norte” é carregada com trigo importado.

A barcaça graneleira “Trevo Norte” atracou às 08:45 da manhã de terça-feira (16/DEZ) no Porto Novo de Rio Grande. Lá Para poder ser carregada com trigo importado. Que chegou nos porões do navio mercante “Clipper Kamoshio”. Que ai se encontra atracado desde às 16 horas da tarde de domingo (14/DEZ). E que tem realizado diversas operações de transferência de parte de sua carga para as barcaças de nossa navegação interior. Que por sua vez a transportam para a região metropolitana de Porto Alegre. Aonde o produto pode ser beneficiado, embalado e distribuído para o comércio. Que é muito mais forte devido a concentração populacional da região.

Foto: Carlos Oliveira