segunda-feira, 13 de outubro de 2014

“Trevo Azul” transporta celulose.

A barcaça graneleira “Trevo Azul” foi empregada mais uma vez para realizar o transporte de celulose entre as cidades de Guaíba e Rio Grande. O produto foi embarcado em seus porões no terminal de uso privado da empresa CMPC Celulose Rio-grandense. Que fica as margens do lago Guaíba. E teve com destino o Porto Novo de Rio grande. Que é o local aonde os navios que buscam este produto costuma atracar. Na presente viagem foram transportadas 3.000 toneladas. E a atracação da barcaça em seu destino final ocorreu às 20:45 da noite de quarta-feira (20/AGO).

Foto: Carlos Oliveira

“Norgas Pan” vem para ser carregado em Triunfo.

O navio-tanque “Norgas Pan” chegou a Porto Alegre por volta das 10 horas da manhã de quarta-feira (20/AGO). Seu destino era o terminal Santa Clara, de propriedade do Polo Petroquímico de Triunfo. Aonde ela deverá ser carregada antes de reiniciar sua nova viagem. Que segundo consta terá como destino o porto de Bahia Blanca, na Argentina.

Foto: Carlos Oliveira

Navio mercante “GEA” parte vazio de Porto Alegre.

Mais um navio mercante partiu vazio do porto de Porto Alegre. Desta vez foi o “GEA” que aqui chegou na manhã de sábado (16/AGO) e que desatracou às 13 horas de terça-feira (19/AGO). Após ter concluído a descarga e limpeza dos seus porões.

Com isto nós perdemos mais uma oportunidade de valorizarmos a nossa economia. E de mostrarmos que o porto de Porto Alegre não é apenas um porto recebedor de mercadorias. Ou um porto de fim de linha. Aonde os navios só aportam para descarregar o fim de suas cargas. E com isto poderem seguir para outros portos a fim de lá serem carregados novamente. O porto de Porto Alegre já é reconhecido como um porto que opera basicamente com carga de fertilizante. Fato que não foi sempre assim. Muito pelo contrário. Aqui a dinâmica da movimentação de cargas sempre foi muito grande. E isto ocorria nos dois sentidos. No entanto a falta de investimentos no porto o fez ficar parado no tempo. E isto é muito prejudicial para a nossa economia. Retomar a riqueza da atividade portuária é um desafio enorme para qualquer governo. E é por isto que eu luto. Pois os benefícios sociais e econômicos são muitos e inquestionáveis. E é disso que o nosso estado esta precisando. Pensem nisso e me ajudem a levantar esta bandeira.

Vanderlan Vasconselos

Foto: Carlos Oliveira

“Germano Becker” é carregada com fertilizante.

A barcaça graneleira “Germano Becker” atracou às 14 horas de terça-feira (19/AGO) no terminal de uso privado (TUP) da empresa Yara Brasil fertilizantes, em Rio Grande. Seu objetivo é o de ser carregada com cerca de 4.500 toneladas de fertilizantes. E trazê-lo para a região metropolitana de Porto Alegre. Garantindo desta forma carga para a sua viagem de retorno. O que lhe garante uma rentabilidade maior. Já que em sua viagem de ida ela transportou soja e agora vai transportar fertilizante.

Este fato representa o sonho de mundo ideal para as empresas de navegação. Que embora naveguem o ano todo. Nem sempre conseguem conciliar carga para suas barcaças em ambos os sentidos, e em todos os meses do ano. Este fato se deve a sazonalidade da carga transportada. Que normalmente varia entre fertilizante e safra agrícola no caso das barcaças graneleiras. E matéria prima ou produtos petroquímicos no caso da indústria petroquímica. O certo é com a divulgação crescente e o incentivo à navegação. Esta situação deve mudar. Fazendo com que cada vez mais as barcaças consigam carga em ambos os sentidos de suas viagens. Possibilitando o crescimento econômico do setor e a construção de novas embarcações para atender esta demanda.

Foto: Carlos Oliveira.

“Eco Energia I” é carregada com óleo diesel.

A barcaça “Eco Energia I”, aqui vista quando se dirigia para o porto de Rio Grande, atracou às 11:50 da manhã de segunda-feira (18/AGO) no píer petroleiro operado pela PETROBRAS. A operação de carregamento da barcaça se iniciou às 16 horas e seu término ocorreu na terça-feira (19/AGO) às 08:55. Ela envolveu a transferência de 3.800 toneladas de óleo Diesel do tipo “S10”. Que possui o menor índice de enxofre em sua composição. E por este motivo é menos poluente. Este produto tem como destino o terminal Niterói, operado pela PETROBRAS em Canoas. E que fica junto a ponte do rio Gravataí, na divisa dos municípios de Porto Alegre e Canoas.

Foto: Carlos Oliveira

“Trevo Sudeste” é carregada com fertilizante.

Logo após ter concluiu a operação de descarga de junto ao terminal de uso privado (TUP) da empresa BUNGE, em Rio Grande, a barcaça graneleira “Trevo Sudeste” rumou para o TUP da Yara Brasil Fertilizantes. Sua atracação neste local foi registrada às 03:20 da madrugada de terça-feira (19/AGO). Para viabilizar uma operação de carregamento de seus porões com 3.000 toneladas de fertilizante. Que terá com destino a cidade de Porto Alegre. Aonde a Yara Brasil também possui uma recém-reinaugurada unidade de processamento de fertilizante. No qual ela produz as diversas misturas utilizadas pelo nosso setor agrícola e os embala para facilitar a sua comercialização.

Foto: Carlos Oliveira

Corveta “Imperial Marinheiro” reinicia vistoria do balizamento.

Passava do meio dia quando a forte neblina começou a se dissipar na terça-feira (19/AGO). Com isto a navegação retornou a sua atividade. E entre as embarcações que aproveitaram a melhora das condições climáticas, estava a corveta “Imperial Marinheiro” da Marinha do Brasil. Atracada junto ao cais Mauá, do porto de Porto Alegre. Ela partiu logo em seguida rumo ao porto de Rio Grande. Aproveitando a viagem para dar prosseguimento no trabalho de vistoria da qualidade da sinalização náutica entre a capital do estado a cidade de Rio Grande.

A Marinha do Brasil, na qualidade de autoridade marítima brasileira esta sempre atenta a segurança da navegação. Motivo pelo qual sempre realiza vistorias visando identificar as possíveis deficiências e providenciar sua correção. Para que com isto a navegação tenha sempre a melhor qualidade possível. Fato importante na prevenção de acidentes. Que do ponto de vista econômico se traduz na cobrança de seguros mais baratos para os navios que transitam em áreas melhor sinalizadas. Que consequentemente possuem um índice menor de encalhes e acidentes.

Neste ponto é importante salientarmos que nos últimos anos tem havido muitos casos de encalhes em nossos canais interiores. Sejam na área de Pelotas, como na de Porto Alegre. E isto á serve como um alerta para a autoridade marítima. Pois mostra que nem tudo esta bem. Merecendo por tanto uma trabalho mais atento e minucioso para avaliar a real situação do trecho em questão.

Para o leitor do blog. Os encalhes não são novidades. Pois sempre que eles ocorreram nós os noticiamos. Já para quem esta lendo pela primeira vez, isto pode parecer uma novidade. Devido, principalmente ao fato do assunto ser pouquíssimo comentado pela imprensa. Não que ela não divulgue o assunto. Mas pelo simples fato da notícia não ser divulgada pelos órgãos competentes. Principalmente a quem cabe cuidar e manter a nossa hidrovia em perfeito estado. Que é a Superintendência de Portos e Hidrovias – SPH.

Por este motivo quando nós podemos constatar que a Marinha do Brasil esta realizando uma vistoria. Nós temos de ver isto como algo positivo. Indica que há, Por parte da Autoridade Marítima Brasileira a preocupação com a qualidade da mesma. E que ela não esta esquecida. Que há uma cobrança para que a sua manutenção seja feita. Pois se assim não fosse. Certamente ela estaria num estado muito pior. Já que hidrovia e portos interiores não são prioridade dos nossos governantes há muitos anos.

Foto: Carlos Oliveira

“Trevo Sudeste” transporta soja para OLEOPLAN.

Mais uma vez a barcaça graneleira “Trevo Sudeste” prestou serviço para a empresa OLEOPLAN, da Canoas. Desta vez ela transportou para o porto de Rio Grande um carregamento estimado em 3.000 toneladas de soja triturada.Que teve como destino o terminal de uso privado (TUP) da multinacional BUNGE Alimentos. Aonde a barcaça atracou às 10:48 da manhã de domingo (17/AGO). A operação de descarga se iniciou às 13:06 do mesmo dia, no entanto devido as condições meteorológicas adversas, ela só pode terminar às 01:00 da madrugada de terça-feira (19/AGO). Tendo em vista que o produto não pode ser molhado, pois isto compromete sua qualidade durante o processo de armazenamento. O que o inviabiliza para o comércio e pode comprometer o restante da carga guardada nos silos e armazéns deste terminal.

Foto: Carlos Oliveira

Navio mercante “Pantanassa” parte vazio de Porto Alegre.

Para efeito de registro, assinalo aqui a partida do navio mercante “Pantanassa”. Cuja desatracação ocorreu às 10:15 de quarta-feira (13/AGO). Após ter sido concluída a descarga e limpeza dos seus porões. Que trouxeram para Porto Alegre 9.600 toneladas de sulfato de amônio.

Como sempre a partida de mais um navio graneleiro ocorreu sem que ele nada levasse de carga em seus porões. Fato sempre lamentável. Pois indica o quanto nós estamos destoando da necessidade logística nacional. Onde os discursos falam dos gargalos logísticos. Da dificuldade de tornar os nossos portos mais eficientes. E na contramão da história, vemos o porto de Porto Alegre com toda uma estrutura montada e que nada embarca nos navios que recebe. Isto é realmente preocupante. Tem de ser denunciado sempre. Pois do contrário, a situação nunca ira mudar. Pensem nisso e me ajudem a mudar esta situação.

Fotos: Carlos Oliveira

“Germano Becker” transporta soja para OLEOPLAN.

A barcaça graneleira “Germano Becker” transportou mais um carregamento d soa triturada para a empresa OLEOPLAN, de Canoas. O produto que foi embarcado pelo terminal de uso privado (TUP) que a empresa possui às margens do rio Gravataí. Teve como destino o terminal marítimo Luiz Folgiatto de Rio Grande. Aonde a barcaça atracou às 23:10 da noite de domingo (17/AGO). Para iniciar a descarga às 12 horas de segunda-feira (18/AGO). Ao todo nesta viagem foram transportadas pela barcaça graneleira “Germano Becker” 4.000 toneladas de soja triturada. Volume expressivo e que demonstra muito bem o poder e a capacidade de carga que as barcaças da nossa navegação interior possuem. Estimular a sua utilização é trabalhar pelo nosso progresso. Já que elas conseguem ser eficientes na arte de transportar, com um custo muito menor para quem a utiliza. Pensem nisso e me ajudem a divulgar a navegação interior.

Muito Obrigado!

Vanderlan Vasconselos

Foto: Carlos Oliveira

“Porto de São Pedro” é carregada com fertilizante.

A barcaça graneleira “Porto de São Pedro” atracou às 09:10 da manhã de segunda-feira (18/AGO) no terminal de uso privado (TUP) da empresa Yara Brasil fertilizantes, em Rio Grande. Neste TUP ela ira ser carregada com cerca de 2.500 toneladas de fertilizante. Que deverá ser transportado para o município de Canoas. Onde também existe uma unidade industrial da empresa, que fica localizada as margens do rio Gravataí.

Foto: Carlos Oliveira

“Guapuruvu” escoa produção petroquímica.

A barcaça graneleira “Guapuruvu” realizou mais uma viagem entre Triunfo e Rio Grande. Contribuindo desta forma para o escoamento da produção do Polo Petroquímico de Triunfo.

Desta vez ela atracou às 08:15 da manhã de segunda-feira (18/AGO) no terminal da empresa BRASKEM, localizado na área do Super Porto de Rio Grande. E em seus tanques estavam armazenadas 2.100 toneladas de gasolina comum e 1.300 toneladas de MTBE, um aditivo para combustível. Tendo a operação de descarga se iniciado imediatamente a sua atracação. E seu término foi anotado como ocorrido às 23:25 do mesmo dia. A eficiência da navegação interior é incontestável. E ao ser utilizada por quem aqui produz. Se garante a sobrevivência de nossas empresas de navegação. Que sentem a falta de uma política para este setor que é por natureza estratégico para o Brasil. E no entanto não é percebido desta forma pelos nossos governantes. Divulgar sua importância é o mínimo que eu posso fazer. E é algo que eu faço com o maior prazer.

Foto: Carlos Oliveira

“Prof. Luiz L de Faria” transporta farinha.

A barcaça graneleira “Prof. Luiz L. de Faria” atracou ás 16:30 da tarde de segunda-feira (18/AGO) no Porto Novo de Rio Grande. Em seus porões ela estava transportando 2.745,44 toneladas de farinha produzida pela unidade industrial da empresa Bianchini de Canoas. O carregamento e a partida da barcaça ocorreram no sábado (16/AGO). Quando a barcaça desatracou do terminal de uso privado da Bianchini, localizado as margens do rio dos Sinos. Sua chegada a Rio Grande ocorreu no dia seguinte. Sendo que, no entanto a barcaça teve de aguardar a liberação para poder finalmente atracar no Porto Novo.

Foto: Carlos Oliveira

Bianchini envia farelo de soja para Rio Grande.

As barcaças graneleiras “Itaúba” e “BRANAVE V”, ambas operadas pela Navegação Guarita, atracaram no Porto Novo de Rio Grande com mais um carregamento de farelo de soja. O produto foi enviado pela unidade industrial da empresa Bianchini, localizado as margens do rio dos Sinos, em Canoas. E tem como destino a unidade da Bianchini em Rio Grande. De onde deverá ser embarcado posteriormente rumo ao exterior.

A atracação das barcaças ocorreu às 13:45 da tarde de domingo (17/AGO). E a operação de descarga se iniciou às 17:40. Ao todo na “Itaúba” foram transportadas 2.400 toneladas e na “BRANAVE V” mais 1.800 toneladas.

Foto: Carlos Oliveira

Navio mercante “Gea” chega com carga oriunda dos EUA.

Eram 09:33 da manhã de sábado (16/AGO) quando o navio mercante panamenho “GEA” foi avistado nas proximidades da entrada do canal do Cristal. Com 179,99 metros de comprimento e 28,2 metros de largura máxima o navio trouxe à capital do nosso estado uma carga de fertilizante. O produto é originário dos Estados Unidos da América. Tendo sido embarcado pelo porto da cidade de Tampa entre os dias 11 e 17 de julho. Quando o “Gea” partiu em viagem rumo ao Brasil.

Em nossa costa, o “GEA” realizou sua primeira escala no porto de Maceió. Operando entre sexta-feira (01/AGO) e domingo (03/AGO). Na sequencia seguiu para o porto de Rio grande. Vindo a atracar no Porto Novo às 14:50 da segunda-feira (11/AGO). Para ter a operação de descarga iniciada às 22:25 da noite do mesmo dia. Em Rio grande foram descarregadas 13;200 toneladas de fosfato monoamônico e 5.998,79 toneladas do fertilizante NP11 44.

Já em Porto Alegre a carga prevista para ser descarregada é estimada em 7.519,061 toneladas de fosfato monoamônico. Que por ser um volume relativamente pequeno. Deve representar uma operação rápida de ser feita. Só dependendo das condições climáticas para não sofrer um atraso.

Fotos: Carlos Oliveira